Não que acomodam

As pessoas se acomodam por que perderam a fé em si mesmas. Uma das características de pessoas acomodadas, é a perda da fé em si mesmas. Pergunte a alguém que nunca consegue dar uma guinada em sua vida, o por que dela não fazer isso ou aquilo e ele dirá que não tem mais idade ou que não acredita que será bem sucedido se sair da onde está. Certa época da vida os pássaros chegam a certo local e fazem seus ninhos tem suas crias e se acomodam lá, um dia os pássaros partem pra longe, voam Quilômetros e Quilômetros pra longe…mas por ironia do destino ou por forças maiores eles sempre voltam, se ele partiu não se preocupa um dia vai voltar…mas lembre - se pode ser que não seja mais o mesmo … e pode ser que encontre ... Significado de Acomodam no Dicio, Dicionário Online de Português. O que é acomodam: Acomodam vem do verbo acomodar. O mesmo que: acolhem, albergam, alojam, asilam, hospedam. são pessoas que não se acomodam diante de obstáculos em forma de deficiência, independente do seu tipo e grau. Surdos Que Ouvem . querem estudar, trabalhar e se relacionar, sem depender dos outros, com a ajuda de tecnologias de acessibilidade como legendas e aro magnético. Consulte o significado / definição de Acomodam no Dicionário Priberam da Língua Portuguesa, o dicionário online de português contemporâneo. Mais receita fiscal e menos investimento 'acomodam' impacto da injeção no Novo Banco ... “Não nos devemos esquecer que objetivo destes exercícios é capacitar a decisão política”.

crônica autoral: Complexo de Superioridade

2020.05.12 07:22 jaoherico crônica autoral: Complexo de Superioridade

Uma mulher entra em um consultório psiquiátrico. Senta-se e espera ser atendida. Ela parece irritada, com alguma coisa para dizer. A palavra entalada na garganta. Bate o pé. Ela já esteve ali antes, aqui. Os olhos inquietos - a mobilha nada mudara. Fora paciente pelo período de um ano, e então abandonara o processo, sem mais nem menos, insatisfeita. Estava a meses sem dar sinal de vida para a psicóloga e não lhe passava pela cabeça a ideia de voltar ao tratamento. E de repente se vê, sentada no sofá de couro branco outra vez, a última vez. Ela espera a psicóloga.
Essa entra, faz a outra levantar, apertam as mãos, tudo bem? Se acomodam. É cordial, pergunta:
- E aí, como foi? como andas?
E a vida? não pergunta porque a outra abandonara, de uma hora para outra, o processo.
Iniciam. A paciente conta da vida. Diz que fez isso isso e aquilo. Relembrou-a dos seus problemas, dos seus traumas de infância, dos seus maiores medos, das inseguranças e cortes profundos em sua alma. Rememorou-a das suas culpas, das suas vontades vergonhosas, dos seus segredos mais profundos que nunca antes outro ser teve conhecimento. A paciente fez tudo isso esperando, degustando na boca as palavras dessas revelações vazias que brotavam do estomago e se misturavam com medo na garganta. Plena, porque sabia que faria, aproveitava a sensação de perigo enquanto se sentia protegida por promessas éticas e profissionais, como quem saboreia a segurança técnica de uma montanha-russa.
- Mas, doutora, me vem à cabeça, às vezes, que a senhora não me compreendia direito. Certas ocasiões, após algumas lágrimas derramadas, que se marcaram em minha memória como preâmbulos, por isso recordo, eu falava sobre X e a senhora respondia sobre Y. No começo eu passei a levar como planejados esses seus desvios, indubitavelmente certos em seu raciocínio de graduada. Mas, angustiada após passado um tempo me sentindo incompreendida, dei-me ouvidos. Meu problema central habita em X, isto era certeiro, mas a senhora não conseguia ver isso, e eu me perguntava... como? Uma profissional como a senhora, a mais cara da cidade, não deveria ser por incompetência que ignorava os caminhos para o sucesso de seu ofício para comigo. Então eu entendi, estudando seus atos, palavras e silêncios, enquanto sentavas nessa poltrona olhando-me sem me olhar. Ignoras o meu problema porque tens algum complexo de inferioridade perante a mim. Sim, calma, deixa eu explicar. Você parece ter este trauma, ou alguma coisa assim. A senhora detesta esse meu defeito, isso, exatamente. Detesta porque ele é o tipo de defeito daquele de quem você desejaria ser. Tipo, você tem essa visão de personalidade, essa que você sonha em alcançar. Que por esse sonho você se policia, se articula, se pensa e repensa toda a vez antes de dormir ou na privada enquanto caga. Essa personalidade, sou eu. Quero dizer, a senhora atribui-a a mim! Me vês como se eu tivesse essa coisa que você não tem. Me tens inveja! É... é... e a senhora é tão víbora descontrolada que nem consegue conte-la, despreocupada com a saúde de sua paciente! Você fica me distraindo de todo o meu mérito, da pessoa realizada que eu sou. Se diverte vendo-me correndo em círculos, dizendo que eu deveria ser mais atenta a coisas completamente discrepantes. Me segas desse problema, que é a prova da minha altivez! Entretanto, ainda é um problema, e deve ser resolvido, para eu evoluir mais e mais, cada passo mais distante da gente reles, imunda e invejosa que é esse teu tipo de oxigenada! E você brinca comigo! Fica escondendinho minha problemática de mim, guardando-a para ti, como se fosse teu. Como se, me vendo desbaratada, a estivesse roubando de mim, para tu se deleitar com esse cinismo. Enquanto tateio no escuro, preocupada com a minha vida, ficas revelando, isso que me pertence, como se fosse teu, mostrando de pouquinho em pouquinho, como que me seduzindo! E eu segui, fui atrás babando, acreditando sem malicia na sua benevolência. Que coisa mais vil! Encare-se, e veja que não eis o suficiente, nem para resolve-lo, nem ao menos para chegar a tê-lo. Esse problema que se assimila ao peso exaustivo das medalhas.
A paciente então saiu dignamente do consultório, como se tivesse deixado lá a verdade dura, grossa e verdadeira, para a psicóloga lapida-la cortando e dilacerando seu orgulho próprio. Entretanto, achou que deveria ter dito mais coisas. Via-se como a própria evolução da humanidade. Ao seu ver, se todos agissem como ela, com a mesma coragem, com a mesma determinação para liquidar os obstáculos do progresso humano, o mundo seria um lugar mais justo e verdadeiro. Passou pelo saguão da portaria, toc toc de salto alto altivo, tilintar dos brincos, da bolsa e das pulseiras, e quando chegou a rua se sentiu o próprio sol.
A psicóloga, completamente assustada, sentindo-se humilhada, revelou, mais tarde, ao seu advogado, os danos morais que sofrera. Esse disse que sim, que o processo poderia ser realizado. Ela, com o poder de dar laudos, disse, em frente ao juiz, que a paciente sofria de sérios distúrbios mentais, psicopatias, complexos de grandiosidade, e o advogado se lembrou de como isso é perigoso à população, utilizando-se ao exemplo da vítima, claro. A paciente, então, foi recomenda a certa clínica e ao tratamento de certo psiquiatra; esse que agiu com diligencia e deu-a ótimos remédios que nunca mais a fizeram sofrer tais disparates.
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2020.04.18 21:19 Matmil1342 Guerras de narrativas deformam a percepção comum e criam novas realidades paralelas(texto longo)

Por Licio Caetano do Rego Monteiro*
A catástrofe da pandemia do COVID-19 no Brasil parece se anunciar no horizonte próximo. Aprendendo com o que ocorreu em outros países e seguindo as orientações da Organização Mundial de Saúde, desde meados de março diversos estados e cidades no Brasil estabeleceram uma quarentena, que implica a suspensão das atividades não-essenciais e a redução da circulação de pessoas.
O objetivo é o já conhecido “achatamento da curva”: frear a velocidade da transmissão do vírus num contexto de livre circulação de pessoas e possibilitar que o sistema de saúde ganhe tempo para ampliar a capacidade de atendimento e hospitalização dos pacientes, evitando o colapso do sistema com a falta de leitos, de médicos e de equipamentos médicos.
Apesar de a quarentena ser defendida pela grande maioria dos especialistas e ter demonstrado seus efeitos consistentes nos diversos países que a adotaram de forma preventiva, não se conseguiu consolidá-la como um consenso social e político no Brasil.
Desde os primeiros casos surgidos no Brasil, quando o quadro na Europa começava a se agravar, o governo de Bolsonaro alterna entre minimizar os efeitos do COVID-19, acusar os chineses pela sua disseminação e, desde 20 de março, anunciar a solução para o fim de todos os males, com o remédio chamado cloroquina.
A atitude de Bolsonaro frente à epidemia sintetizou um modo próprio de se relacionar com o COVID-19 que já se anunciava de forma difusa na sociedade, com a intenção explícita de se contrapor à estratégia da quarentena e do isolamento físico da população.
Ao inaugurar uma polarização e dar legitimidade política a um dos polos, Bolsonaro produz um efeito social imediato, que se verifica no afrouxamento sucessivo do confinamento e no incentivo para que as pessoas saiam às ruas.
Mas também projeta um efeito futuro, que tem a ver com a narrativa sobre a própria epidemia.
Mesmo que a quarentena seja a estratégia mais confiável e aceita pela população, o importante na posição de Bolsonaro é promover uma cisão na maneira como a sociedade percebe a epidemia, extraindo desta polarização um efeito de longo prazo, que interdita uma percepção comum e compartilhada pelo conjunto da população.
É a plantação de uma dúvida e de uma narrativa concorrente capaz de ressignificar os fatos e neutralizar as consequências políticas que poderiam advir de uma análise sobre os problemas estruturais revelados diante da epidemia e suas causas.
Ao transformar as evidências científicas numa questão de opinião e decisão política, as recomendações de quarentena se tornam ela própria uma posição numa guerra de narrativas em que o polo oposto à quarentena é ocupado aqui pelo que vamos generalizar aqui como “cloroquina”.
“Quarentena” e “cloroquina” se tornam polos que delimitam atitudes opostas diante da epidemia.
Inaugura-se uma cismogênese que replica ou captura campos de identidade política e de comportamento social que já vem dividindo a sociedade brasileira há alguns anos.
Não bastasse encarar a maior epidemia do último século, o Brasil deve enfrentar a epidemia fragmentado em dois campos de percepção, opostos, que resultam em atitudes distintas que, além de ter um impacto direto no sucesso das estratégias adotadas no período de pico da epidemia, também afetam a interpretação futura da catástrofe epidêmica e suas consequências políticas.
E isso justamente diante de um problema que necessitaria de um esforço coletivo e multidimensional, em diversas frentes, convergindo para um objetivo comum.
Cisão cognitiva, realidades irreconhecíveis
Por que é possível que se produza uma cisão cognitiva e política na percepção da epidemia no contexto brasileiro? Alguns motivos se apresentam.
O primeiro é que não há nem haverá uma compreensão consensual que diferencie o que é (e terá sido) uma fatalidade inevitável e o que é (e terá sido) o resultado de opções políticas e técnicas.
A tendência é a de que haja uma grande subnotificação dos casos de infectados e de mortos, uma vez que muitas pessoas podem acabar sendo enterradas sem mesmo um teste que confirme a causa de sua morte.
Um estudo comparativo entre a média de mortes em cidades da Lombardia no meses de março de 2019 e 2020 indicou que a diferença era muito acentuada, sugerindo que a estimativa de mortos pelo COVID-19 estava subnotificada quando se considerava apenas os casos confirmados.
Numa situação de ausência de testes em massa, será possível esconder a causa das mortes deixando que os “cloroquinas” possam colocar em dúvida os números oficiais e estimados. A ausência de números confiáveis dificulta a própria visibilidade do fenômeno.
O segundo motivo é que mesmo que se chegue a um consenso sobre uma estimativa provável de número de mortos e de infectados, tanto a divulgação científica quanto os meios de comunicação, que poderiam vocalizar uma visão consistente e socialmente legítima, se encontram desde já sob fogo cruzado.
Pode haver números, mas os “mensageiros” serão desacreditados.
Para isso contribuem as notícias falsas sobre notificação indevida de COVID-19 como causa de morte em óbitos por outras causas, hospitais vazios e o sucesso garantido da nova droga – a cloroquina – que poderia substituir todo o esforço de confinamento social e corrida para equipar hospitais e ampliar leitos para receber pacientes por todo o país.
No caso da cloroquina, seu possível sucesso nas pesquisas clínicas fica comprometido pela confusão causada pela captura simbólica promovida por governos como o de Bolsonaro.
O terceiro motivo é que a experiência da quarentena e de seus efeitos sobre a evolução temporal da epidemia será sentida de forma diferenciada pela população de acordo com as classes sociais e com o acesso aos sistemas público e privado de saúde.
Uma reportagem da Folha de São Paulo demonstrou a diferença de oferta de leitos de UTI por 10 mil habitantes no SUS (1,04) e no setor privado (4,84). No Rio de Janeiro, por exemplo, a diferença chega a 0,97 no SUS para 8,7 no setor privado, o que significaria, lido de forma rápida, que um leito no setor privado é cerca de 9 vezes mais acessível do que no SUS.
A demanda de leitos nos epicentros da epidemia na Europa foi em média 2,4 leitos de UTI por 10 mil habitantes. Se a mesma média for mantida para o contexto brasileiro, isso significaria que o “achatamento da curva” e o colapso do atendimento médico pode ocorrer em tempos distintos no SUS e no setor privado.
Se fossem consideradas como duas populações diferentes, os que têm acesso ao setor privado e os que só têm acesso ao SUS, podemos ter uma situação em que a quarentena pode ser suficiente para preservar o setor privado e atender seus usuários, mas não conseguir frear uma catástrofe epidêmica para a grande maioria da população.
Esta última cisão – resultado da acentuada desigualdade social vigente no Brasil – é agravada pelas anteriores.
É justamente essa população mais suscetível à catástrofe epidêmica que será (já está sendo) invisibilizada tanto pelos meios de comunicação e pelas pesquisas, quanto pela própria capacidade de gerar dados confiáveis sobre o impacto da epidemia nos contextos sociais mais precários – prisões, favelas, periferias, interior, etc.
Por fim, uma última cisão se expressa nos efeitos econômicos da crise. Cabe aqui lembrar que a situação econômica no Brasil já vinha estagnada desde o ano passado e a turbulência financeira já havia se expressado de forma acentuada antes mesmo da evolução do coronavírus e da quarentena em larga escala.
Diante da situação excepcional, no entanto, o governo tem se movido para atender, em primeiro lugar, seus avalistas do mercado, atrasando todas as medidas que poderiam induzir os cidadãos mais desamparados a reforçar a quarentena.
Entre os diferentes setores da economia, a crise será sentida e remediada de forma diferente, mas a principal diferença será entre os trabalhadores, precarizados, desempregados e com renda sufocada, e os grandes empresários e banqueiros, com suas margens de lucro resguardadas pelo socorro do governo.
O governo federal emite diferentes mensagens contraditórias: o Ministério da Saúde adverte que sair de casa faz mal a saúde, o da Economia não te dá meios para ficar em casa, e o presidente diz que é melhor você sair para não passar fome.
Os governos estaduais e municipais impulsionam a quarentena, com medidas restritivas e ajudas emergenciais que só se sustentam com repasses do governo federal.
O congresso aprova uma renda básica emergencial, mas o governo federal a trata como um fardo.
As respostas mais rápidas são aquelas da própria sociedade: em todos os rincões temos notícia de ações de solidariedade dentro de comunidades levadas a cabo pela auto-organização daqueles que tem um pouco junto com os que menos tem.
Também aqui, a percepção dominante sobre quem “pagou” pela crise e pela quarentena será manipulada para que não se aponte o dedo para o sistema que mantém e acentua a exploração e a desigualdade galopantes que devem se aprofundar durante e após a epidemia.
Diante dessas cisões na produção dos dados, na difusão das notícias e resultados e na desigualdade do impacto epidemiológico e econômico da epidemia, abre-se um campo para que a interpretação dos fenômenos seja marcada pela guerra de narrativas, com sua relativa autonomia aos dados da realidade fenomênica.
Em vez de enfrentar o problema em sua radicalidade, a opção do governo federal certamente será a de operar os mecanismos de percepção social para impedir que qualquer mudança real seja levada a cabo como resultado de uma constatação da catástrofe social revelada pela catástrofe epidêmica.
O “quarentena” e o “cloroquina” como duas atitudes opostas diante da epidemia
Aqui nos dedicamos a uma tentativa retrofuturista, considerada na acepção de interpolação do passado e futuro.
Estamos em abril de 2020 e os tempos estão embaralhados. Aqui no Brasil, vemos o que se passa nos EUA, na Itália e na Espanha com uma projeção do que pode vir a acontecer nas próximas semanas.
Vivemos um tempo de espera do pior. E muitas vezes pensamos e nos referimos à catástrofe epidêmica como se ela já estivesse acontecendo ou mesmo como se já tivesse acontecido.
Mais do que pensar, importa ver como a percepção de um futuro que ainda não aconteceu condiciona nossa atitude e disposição nas ações do presente e na preparação para enquadrar a catástrofe iminente em sistemas de referências e modelos de realidade que estão se configurando em tempo real, com suas atualizações diárias de informações e sentimentos.
O argumento aqui é o de que a cisão nas expectativas e nos modelos de apreensão das informações tem sido operada de forma intencional pelo governo federal como estratégia para evitar a conflagração de medidas eficazes e consistentes para enfrentar a epidemia e seus efeitos.
Essa cisão, no entanto, está assentada em bases sociais bem estabelecidas, que servem como matéria prima para a guerra de narrativas sobre “o que se passou” – esse futuro que ainda não passou, mas que está neutralizado de antemão.
Faço aqui uma distinção entre duas formas genéricas de se relacionar com a epidemia: o “quarentena” e o “cloroquina”. É uma simplificação, uma generalização assumida, mas que tem como objetivo exemplificar o quanto a cisão pode se manifestar na sociedade brasileira.
O “quarentena” parte do pressuposto de que tem uma responsabilidade individual na construção de um esforço coletivo para evitar a catástrofe.
Recusa-se a correr riscos mas também a ser um possível vetor, um transmissor do vírus para as pessoas mais expostas (trabalhadores de serviços essenciais) ou mais vulneráveis (idosos e grupos de risco).
Busca um leque amplo de informações, que o permite observar o que se passa em outros países, aprender as recomendações sanitárias, mudar sua rotina e procedimentos básicos de sua vida cotidiana.
Aceita os eventuais prejuízos e sacrifícios que a situação exige, seja por ter condições econômicas para se manter no período da “quarentena”, seja porque não tem outra opção diante do fato de que a “economia” não está mais rodando como estava.
Além de se vincular a iniciativas de ação solidária, seja como doador, seja como receptor, acredita que o governo deve assumir os custos necessários para garantir as várias formas de assistência emergencial para que os mais desprotegidos possam superar essa situação.
O “cloroquina” parte do pressuposto de que alguma solução farmacológica deve ser alcançada para que o ritmo “normal” de funcionamento da sociedade seja mantido.
Aceita correr riscos e não acredita que possa ser um transmissor, uma vez que minimiza os reais efeitos do coronavírus, inclusive pressupõe que exista uma inflação dos números oficiais com a finalidade de alarmar as pessoas.
Considera exageradas as medidas restritivas e sanitárias, mas cumpre quando lhe convém, ou por via das dúvidas.
Atribui à quarentena a causa dos prejuízos econômicos, seja porque teve que suspender seus negócios, seja porque não tendo outros meios para se sustentar, precisa “furar” a quarentena para garantir seus ganhos imediatos.
Tem dificuldade de lidar com uma renda básica universal, mesmo que temporária, pois acredita no valor do trabalho como distinção moral entre os que superam suas dificuldades e aqueles que se acomodam.
Acredita que o governo deveria garantir o direito de retomar as atividades.
O “quarentena” enxerga a cloroquina como uma hipótese que ainda demandaria estudos mais consistentes para que seja adotada como medicação no caso do coronavírus.
O “cloroquina” encontra nela sua tábua de salvação, que poderia justamente evitar a necessidade de uma quarentena, uma vez que se todos os pacientes se tratassem com o remédio a demanda de hospitalização e o número de óbitos diminuiriam.
O “quarentena” acredita na ciência, tanto que sabe que ela não pode trazer uma solução mágica imediata, pois demanda tempo e investimento para que as pesquisas necessárias sejam realizadas.
Enquanto isso, resta ouvir o que tem a dizer a epidemiologia e a medicina social, que também são ciências, e que estão dizendo claramente que não basta acreditar na ciência, é preciso que todo o sistema social se movimente para encarar a epidemia.
O “cloroquina” acredita que Deus vai capacitar os cientistas a descobrirem a solução, que é a cloroquina – logo, para que pesquisa, cientistas e investimento, se a resposta já está dada.
No espectro político, o “quarentena” tende a encarar com simpatia as medidas e resultados atingidos pela China no enfrentamento ao coronavírus, assimilados e difundidos pela OMS, enquanto o “cloroquina” acusa a China de ter escondido o vírus ou de estar se aproveitando economicamente da fragilidade das economias ocidentais diante da epidemia.
Quando se encontram no mercado e na farmácia, o “quarentena” está de máscara, não toca em nada e procura se afastar de tudo e todos. O “cloroquina”, por sua vez, está sem máscara, fala alto, mexe em tudo e não guarda distância.
O “cloroquina” olha para o “quarentena” como um exagerado alarmista. O “quarentena” olha o “cloroquina” de forma assustada, e o julga como um alienado egoísta.
Mas mesmo esses dois grupos não são homogêneos e estão suscetíveis a certa projeção.
O “quarentena” poder enxergar o “cloroquina” somente como o típico empresário que quer mais é tocar seus negócios, seguindo o discurso do dono da hamburgueria Madero ou o “véio da Havan”, mas não vê como a atitude do “cloroquina” está disseminada e possui uma base social ampla nos trabalhadores precarizados e informais que não possuem nenhuma forma de defesa coletiva nem resguardo financeiro.
Para estes, a “quarentena” não é uma opção e não há como esperar o governo federal.
Já o “cloroquina” tende a projetar no “quarentena” a imagem de uma classe média elitizada, com reservas econômicas, emprego garantido e meios confortáveis de ficar em casa.
Um mundo comum onde possa brotar um “nunca mais”
O exercício aqui é lançar luz sobre como a experiência social polarizada diante da catástrofe que se avizinha pode ser o antídoto para evitar qualquer mudança significativa que advenha da percepção da epidemia como um acontecimento liminar, que marque uma mudança real na maneira como nos organizamos como sociedade.
Para o “cloroquina”, não haverá isso que se chama de sociedade, mas uma coleção de indivíduos mais ou menos aptos a se adequar às novas condições de trabalho e consumo, circulação e habitação, níveis de renda e acesso aos sistemas de saúde.
Para o “quarentena”, caberia uma exigência radical de serviços públicos universais, sem a austeridade propagada pelo mercado, com políticas de renda universal e redução de desigualdades.
Pode ser que muito em breve o “quarentena” e o “cloroquina” estejam se reencontrando no hospital ou no cemitério, num inferno sartreano sem espelhos, e pudessem olhar a si mesmos na imagem refletida nos olhos do outro.
Nesse momento, seria importante que ambos olhassem do lado de fora o mesmo mundo e do lado de dentro o que realmente fizeram diante da catástrofe, que a realidade inoculasse a guerra de narrativas de uma forma inescapável.
Seria importante construir uma história comum, que possibilitasse uma compreensão da real dimensão da epidemia, de suas causas e consequências, de seus efeitos desiguais, e que pudesse esta narrativa ser a base da superação de um mundo que tornou (terá tornado) possível a catástrofe que se avizinha.
Aqui é impossível não confundir os tempos verbais. .
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2020.04.09 00:39 readyfortheplague Cadeira de balanço

E eu fazendo tanta questão
mas parece que ninguém mais faz
parece que é sempre a mesma festa
os problemas novos se acomodam em um segmento de um livro de história
e depois
os problemas velhos retornam
mas é mais fácil pra eu ver daqui
vista privilegiada né ! ?
é assim que diz né ?!
gente feia se achando bonita
gente estúpida se achando inteligente
bode expiatório fazendo espionagem !
e minoria achando que fala por todo mundo
todos os problemas desta maldição afeiçoada a bondade relativa à cor branca
mas sei lá
o que eu penso é outra coisa
porque eu sei o que eles fazem na encolha
e o que eu penso
e o que você pensa
e você não é ninguém pra remover da minha cabeça o que eu penso !
outro estorvo vale ouro
e na mão de certos ouro vale muito mais
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2019.08.07 21:09 DescubraGuaruja Praias de Bertioga Litoral Paulista

Praias de Bertioga Litoral Paulista

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O Litoral Norte de SP reúne cidades com cenários belíssimos. As praias de Bertioga por exemplo, estão sendo cada vez mais eleitas por viajantes de todo o Brasil.
Com uma distância aproximada de 100 Km da cidade de SP, as praias de Bertioga são excelentes opções para curtir um final de semana ou um feriado com os amigos, a família e as crianças.
As praias da cidade de Bertioga agradam todos os tipos de viajantes, esportistas e banhistas com suas particularidades.
Junto com as lindas praias das cidades vizinhas como: Santos, Guarujá, São Sebastião, Ubatuba e Ilhabela. A cidade de Bertioga tem aproximadamente 43 Km de litoral rodeado dos encantos da vegetação da Mata Atlântica.
Neste artigo nos preocupamos em listar as melhores praias de Bertioga, além de detalhar para você toda a exuberante beleza da região do litoral norte paulista.

Praia de Guaratuba em Bertioga

A praia de Guaratuba fica na região Sul, um pouco afastada do centro de Bertioga. Sentido à cidade de São Sebastião no litoral norte de SP.
A orla de Guaratuba é bem tranquila e cheia de casas, pois a praia fica dentro de um condomínio, porém com acesso livre é só se identificar na portaria.
Bem procurada pelos amantes de corrida e caminhadas, pois sua orla tem areia batida que favorece essa prática de esportes. No decorrer da orla quem garante os petiscos e as bebidas do seu passeio são os vendedores ambulantes locais.
Do lado esquerdo da praia de Guaratuba você vai encontrar um belíssimo cenário do canal do rio Guaratuba que desemboca por lá.
Junto com a praia de Itaguaré, Guaratuba tem uma extensão aproximada de 8 Km. Com mar raso, agitado de ondas ao mesmo tempo de água cristalina, a praia é bem procurada para as viagens em família, com as crianças além de atrair a prática da pesca esportiva.

Praia de Boracéia

A praia de Boracéia é uma das mais procuradas e visitadas da região de Bertioga.
Fica cerca de 35 Km de distância do centro do município, a sua maior parte ocupa o território de Bertioga e a outra faz divisa com a cidade de São Sebastião.
Mesmo rodeada de condomínios a praia de Boraceia possui uma fauna incrível e um cenário deslumbrante, à beira da rodovia Rio Santos.
Onde é possível avistar os índios vendendo seus artesanatos por lá. Todo ano, no mês de Julho ocorre a tradicional festa da Tainha da região de Bertioga e também a prática da pesca de arrastão.
Na região tem uma reserva indígena, habitada por índios Guaranis, que só pode ser visitada com autorização da Funai.
A orla da praia tem a areia batida, escura e extensa. A praia de Boracéia é excelente para a prática de esportes como corridas e caminhadas. Uma partida de vôlei ou uma altinha, no futebol de areia. Rs
Já para os amantes de Ecoturismo, trilhas, aventuras e afins, no final da praia de Boracéia tem uma trilha classificada de nível fácil entre os viajantes, com aproximadamente 40 minutos de percurso. A caminhada dá acesso à uma pequena e linda praia deserta, com um mar bem agitado de ondas, conhecida como Praia Brava.
Com uma infraestrutura comercial bem interessante, nos arredores em Boracéia é possível garantir as refeições, as bebidas e a diversão do seu passeio.

Praia Riviera de São Lourenço

A Praia de Riviera de São Lourenço em Bertioga, é a mais estruturada da cidade. Tanto no aspecto turístico quanto no quesito de comércios.
Com uma orla de aproximadamente 5 Km, Riviera de São Lourenço tem uma extensa ciclovia que incentiva a pedalada dos turistas que passam por lá.
A praia de Riviera está completamente rodeada de condomínios, com prédios e casas de altíssimo padrão e luxo, que se concentram na sua extensão. Além do shopping, restaurantes, bares com música ao vivo, baladas e os comércios requintados da região de Bertioga.
Riviera de São Lourenço é muito requisitada por turistas, sua belíssima e extensa praia oferece conforto, diversão e segurança para quem passa o dia por lá.
Com um mar tranquilo em sua maior parte atrai as famílias e banhistas. Já as altas ondas no canto direito da Praia de Riviera de São Lourenço formam o pico dos surfistas.

Praia de Itaguaré

A Praia de Itaguaré compõe a lista das mais belas praias desertas do litoral paulista.
Fica mais afastada do centro do município de Bertioga, em um condomínio com acesso livre. Bem próximo da praia de Riviera de São Lourenço, na rodovia Rio Santos (Ponte do Rio Itaguaré).
Na estrada de terra que dá acesso a praia de Itaguaré é possível estacionar o carro, no local você vai encontrar muita vegetação e casas locais apenas.
Ainda pouco conhecida, a praia de Itaguaré é deserta e tranquila. Sem nenhum tipo de infraestrutura, é preciso levar alimentos e bebidas para passar o dia por lá.
Muito procurada pelos amantes do Ecoturismo, Itaguaré é uma praia que encanta com sua vegetação e mar, além do belíssimo encontro dás águas do Rio Itaguaré e as águas do mar que acontecem no canto direito da praia.
Mas é preciso ficar atento com a correnteza tanto do rio quanto do mar, os salva vidas vão deixar a diversão mais segura somente aos finais de semana e no verão.
Em toda a sua extensão de areia batida é possível realizar corridas e caminhadas ou garantir um descanso na sombra das árvores, dependendo do horário que chegar.
Ao longo do mar tem pontos que dá para nadar e brincar com as crianças com mais tranquilidade ou praticar pesca esportiva, por exemplo. Sem contar a locação de caiaques e stand up que garantem a diversão na praia de Itaguaré em Bertioga.
Com a unidade de Preservação do Parque Estadual Restinga de Bertioga, a Praia de Itaguaré é uma das pouquíssimas praias que ainda seguem com um cuidado e preservação com o meio ambiente, portanto cuide do lixo produzido durante o seu passeio.
Se estiver visitando as praias de Bertioga, vale a pena passar pela Praia de Itaguaré e conhecer esse pedaço de paraíso no litoral.

Praia da Enseada – Bertioga

A Praia da Enseada em Bertioga é bem extensa e seus 12 Km terminam próximo ao Centro Histórico do Indaiá.
Com uma pista de skate, calçadão e praças inaugurados recentemente, que são partes do projeto de Ruy Ohtake na Praia da Enseada. Além do parque e da ciclovia que complementam a curtição das crianças na praia.
A areia na Praia da Enseada é dura e batida, ideal para uma partida de vôlei ou de futebol.
O mar no geral é bem agitado. Na região do canal não é próprio para banho, bem como a praia da Enseada inteira em determinadas épocas do ano. Fique atento!
No site da Cetesb você consegue maiores informações sobre a qualidade da água das praias do litoral brasileiro.
Na região do Sesc de Bertioga, os surfistas dominam a praia da Enseada, o mar lá reserva altas ondas para a galera do surfe.
Já os casais apaixonados elegem o Forte de São João como palco. O Forte é uma pequena construção militar, que fica dentro de um parque bem bonito e agradável na Enseada em Bertioga. Vale a pena a visita!
Alguns quiosques e ambulantes no decorrer da areia garantem as bebidas e os petiscos, durante o seu passeio na praia da Enseada. Por estar localizada na região central de Bertioga, você irá encontrar vários comércios que garantem a tranquilidade e diversão da sua viagem.
Principalmente na alta temporada, como os shows, festivais gastronômicos, eventos culturais e campeonatos não faltam na praia da Enseada. As mais tradicionais acontecem em Julho (Festa da Tainha) e Agosto (Festa do Camarão na Moranga).

Praia do Indaiá em Bertioga

A praia do Indaiá fica localizada entre as praias: Riviera de São Lourenço e Enseada, na belíssima região de Bertioga. Com uma linda vista para o norte da Ilhabela.Um mar calmo, calçadão, praça com bancos para descansar e estacionamento garantem a tranquilidade durante o seu passeio na praia do Indaiá.
Sem muita infraestrutura, no local alguns vendedores servem pratos, petiscos e bebidas. O movimento e o agito aumentam durante os finais de semana, onde algumas excursões passam por lá.
As águas tranquilas e cristalinas da praia do Indaiá tornam o passeio entre famílias com crianças muito mais seguro.
Favorecendo também esportes náuticos, muitos velejadores realizam seus treinos por lá.
E se procura por diversão no mar, é possível fazer passeios de banana boat no Indaiá.

Praia Branca ou Prainha Branca Bertioga-Guarujá

A praia Branca ou prainha Branca como é popularmente conhecida, tem a sua localização muitas vezes confundida pelos viajantes como parte da cidade de Bertioga, sendo que na verdade, a prainha Branca compõe o cenário das lindas praias da Ilha de Guarujá, no litoral Sul paulista.
O acesso mais comum é feito por uma trilha pavimentada que tem 1km de extensão, nível fácil e fica localizada bem próxima da balsa de travessia Guarujá/Bertioga ou por travessia de barco, que tem saída em Bertioga.
A prainha Branca é formada por uma comunidade caiçara que vive do turismo e da pesca local. Além da exposição e comércio de artesanatos na feirinha.
Ao longo da praia alguns bares e restaurantes simples garantem as refeições e bebidas do seu passeio e também o som local com músicas e apresentações ao vivo, dependendo da época do ano.
Nos feriados e na alta temporada a prainha Branca recebe um grande número de visitantes, mesmo tendo o seu acesso restrito por trilha.
É preciso ter paciência para realizar pedidos nos bares nesta época do ano.
O mar agitado e as altas ondas da praia Branca atraem surfistas o ano inteiro para lá!
Em alguns pontos as ondas dão uma trégua, sendo possível tomar um banho de mar e se divertir com as crianças.
Claro que sempre com muito cuidado, não abuse da natureza e fique atento às orientações do salva vidas no decorrer do dia, para que nada estrague seu passeio.
A praia branca em Guarujá atrai uma galera mais roots, que busca um contato maior com a natureza e se acomodam em campings/acampamentos, por exemplo.
Sem contar os amantes de ecoturismo, a partir da prainha é possível fazer duas trilhas em meio à Mata Atlântica. Cada uma dá acesso à uma belíssima praia deserta do Guarujá, sendo elas na ordem: a Praia Preta e a Praia de Camburi que também dá acesso a deliciosa cachoeira de Camburi.
Se programe para conhecer esse pedaço de paraíso, para quem vem do Guarujá é a última praia da Ilha antes da balsa de travessia Guarujá/Bertioga, e para o sentido contrário é a primeira praia do litoral Sul/SP.
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2019.04.29 19:14 Amanda3exceler A recuperação pós-operatória de uma Rinoplastia

Uma das grandes dúvidas que existem entre os pacientes que acabaram de passar por uma Rinoplastia, voltada para arrumar a parte estética do nariz, é em relação ao tempo que será preciso para a recuperação total e a alta médica para retorno às atividades.
Isso porque pode ser dito que como é uma operação que envolve um órgão que não compromete a atividade diária, a pessoa não precisa se preocupar e pode voltar ao normal muito rapidamente. E para quem não gosta muito de ir para o centro cirúrgico, a questão relacionada aos medos próprios podem causar uma preocupação grande em relação ao pós-operatório.
Claro que tudo que se relaciona ao período de recuperação dependerá de como o paciente irá reagir ao pós-operatório. Primeiramente, é preciso entender que o nariz não é apenas mais um órgão do corpo e que se recupera rapidamente.
As narinas são a área que mais demoram para desinchar e cicatrizar após qualquer procedimento. A sensibilidade faz com que sejam tomados mais cuidados para se recupere mais rapidamente. São dicas simples e que, seguidas à risca, resultam na diminuição do tempo de molho.
Rinoplastia não tem dor
Antes, é preciso reforçar que o procedimento não é doloroso. Mas, é preciso explicar sobre o inchaço que fica pós-cirurgia. Internamente, o tempo em que o nariz reabsorve o edema é lento e isso acontece na grande maioria das vezes. O tempo de regressão costuma ser de dois meses.
O uso de compressas geladas e o uso da fisioterapia, combinadas com o uso de remédios podem acelerar o fim do inchaço. Porém, mesmo estando inchado, a respiração não é prejudicada por causa do uso dos splints, que abrem espaço para entrada do ar.
Repouso absoluto e alimentação
Sim, para se recuperar da cirurgia, o paciente deve ficar totalmente em regime de descanso, que pode durar em até sete dias, a depender da pessoa. Combinado com a pausa, a ingestão de alimentos que facilitem a mastigação é requisito importante para se recuperar bem do procedimento. Depois destes sete dias, o indivíduo já pode ser liberado para retornar ao trabalho.
Atividade física
Após um mês de operação, o paciente já pode ser liberado para fazer suas atividades físicas com regularidade, sem contraindicações. Também é liberado o uso de óculos, porque o nariz já poderá receber o peso da armação sem danificar a estrutura. Atividades que possam causar traumatismo nasal só podem ser feitas após dois meses.
Raios solares
No primeiro mês pós-operatório, é recomendado evitar-se a exposição aos raios solares, tanto para evitar o aumento do inchaço, quanto para diminuir a chance de aparecimento de manchas na pele.
A recuperação final pode durar até 2 anos e isso se deve pelo tempo em que a estrutura do nariz demorará para ficar fortalecida, porque as camadas dos tecidos que recobrem o órgão se acomodam e cicatrizam definitivamente.

Entre em contato e saiba mais: https://www.iransanches.com.br
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2012.01.17 14:02 hgg Os políticos são porcos e, definitivamente, não podemos confiar neles

Há uns tempos foi feita uma lei que limita o número de mandatos para, entre outros cargos, presidentes das câmaras. A ideia, apregoada na altura, seria fazer desaparecer aquelas figuras que se eternizavam no poder e, ainda pior, se acomodam a eles e respectivas clientelas deteriorando o serviço prestado ao longo dos anos.
Hoje li a seguinte notícia no Público:
Tensão entre Rio e Menezes leva Relvas a tomar posição
A tensão que se vive no PSD-Porto a propósito da anunciada vontade de Luís Filipe Menezes se apresentar como candidato à Câmara do Porto nas próximas autárquicas, obrigou ontem o ministro Miguel Relvas a esclarecer a questão da limitação de mandatos. Em Luanda, onde se encontra em visita ofi cial, o ministro com a tutela das autarquias esclareceu que, no seu entendimento, a lei não impede a candidatura dos actuais presidentes de câmara a idêntico cargo noutros municípios.
“O espírito do legislador foi sempre que a limitação seria sobre o território e não sobre a função”, precisou o governante, citado pela Lusa, depois de, na véspera, a distrital do PSD-Porto ter dito, em comunicado, que “o impedimento dessas candidaturas seria uma restrição inaceitável aos direitos de cidadania [desses autarcas]”. Antes, já o líder distrital social-democrata, Virgílio Macedo, tinha pedido “uma clarificação” sobre a forma como deve ser aplicada a lei de limitação dos mandatos, enquanto o deputado Manuel Meirinho admitia, em declarações ao JN, que a hipótese de Menezes procurar suceder a Rui Rio na Câmara do Porto está a dar origem “a uma elevada conflitualidade intrapartidária”. J.A.M.
[Os bolds são meus]
Que diabo, estes tipos gozam connosco...
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O Dr. Ricardo Leme em entrevista ao programa Pílulas de Saúde comenta sobre pessoas que se acomodam na vida e sobre as dificuldades que passam as pessoas assim. Inscreva-se no nosso canal ou ... você já pode ouvir '(não) era amor': https://lnk.to/naoeraamor Siga Giulia Be: Instagram: https://www.instagram.com/giulia Twitter: https://twitter.com/g... Este filme revela os avanços tecnológicos que possibilitaram o desenvolvimento do maior navio de passageiro do mundo, o Independence of the Seas, que acomodam 4,370 passageiros servidos por ... Flexível, composto por 60% de tecido, por isso não rasga na pele durante a depilação. Contém poros que acomodam a cera, diminuindo o impacto na pele no momento do saque da cera. Category Oi, nós somos o Willou + Watson e aqui você encontra coisas do cotidiano ditas da maneira mais engraçada possível! Inscreva-se. Vídeo novo toda semana! CONTA... Muitas, Muitas curiosidades sobre todos os assuntos ! Sejam muito bem-vindos ! Inscrevam-se em nosso segundo canal 'Dr.André Karam - Odonto & Fitness' , onde... Clique aqui e ouça a música: https://umusicbrazil.lnk.to/ACulpaEDoMeuSignoYD SIGA ARTISTA: Facebook = https://www.facebook.com/daylimns Instagram = https://w... Que o governo não faz a parte dele há muito tempo, nós sabemos. Mas sabemos também que muitas pessoas não se acomodam, que tudo isso dói profundamente no âmago de cada uma delas. Com '(R)EVOLUÇÃO' não se acomodam à sombra de tudo o que c CHANNEL; Subscribe Subscribed Unsubscribe 51.2K. CarlosPereiraPorto uploaded and posted 7 years ago Mas, muitas esposas depois que conseguem esse feito, se acomodam, ficam satisfeitas em ter esse homem de volta para casa, e acham que está tudo certinho ele já esta em casa e só, não fazem ...