Problemas de relacionamento a longo prazo

Mas por quê? E o que dizer de pessoas que estão em relacionamentos comprometidos, mas não disseram “sim”? Ou aqueles que estão felizes solteiros? Especialistas nos contam as vantagens do casamento e relacionamento a longo prazo. O que é tão saudável sobre o casamento? Um comportamento mais seguro. Como Entrar num Relacionamento. Relacionamentos de longa duração podem ser um dos aspectos mais satisfatórios da vida, dando-nos a oportunidade de crescer e dividir nossa jornada com alguém. Dito isto, sempre leva bastante tempo e esforço... Especialmente em tempos difíceis de insegurança geral entre a população, os problemas podem surgir repetidamente em seu próprio relacionamento. Qualquer pessoa que esteja com um parceiro há muito tempo chegará ao ponto em que pensará nos problemas que se acumularam ao longo do tempo. Enfim, chegamos ao nível ideal de relacionamento com o cliente para o objetivo de gerar pipeline de vendas, com foco no longo prazo. O segredo está em fazer o cliente perceber que a empresa o conhece profundamente, se importa com seus desafios e quer encontrar as melhores soluções para que seu negócio tenha sucesso. Um relacionamento a longo prazo começa com a prospecção, sendo esse um momento em que a atuação estratégica da companhia começa a ser executada, considerando a jornada do consumidor. Atuamente, a [ kolekto ] se vale de sua ampla experiência no mercado e pelos variados cases de sucesso que construiu ao longo dos anos. Afinal de contas, todo mundo gosta de saber por quem está sendo atendido. Cuidado com mensagens automáticas, pois elas podem soar como descaso, dependendo da situação. Esse é mais um importante ponto na construção de um sólido relacionamento a longo prazo com seu cliente. Coloque seu foco na qualidade do atendimento A importância do amor e do carinho em um relacionamento de longo prazo. Embora essas duas coisas sejam importantes para qualquer relacionamento, são ainda mais importantes se vocês estão juntos há muito tempo. Ou você quer ficar junto para sempre. Fazer um relacionamento durar tem mais a ver com como você age do que como seu parceiro age ... Ao longo de suas vidas, podem associar o sexo com algum elemento vivido durante a violência sexual e doméstica em geral. Uma possibilidade de ajuda seria um tratamento psicológico. Isso oferece a você a possibilidade de superar essa experiência. Termine pessoalmente. Pode ser tentador terminar a união de uma maneira que você não precise olhar para a cara da pessoa, mas essa atitude é infantil e prejudicial, principalmente em um relacionamento longo. É uma situação difícil, mas dado o tempo que vocês estão juntos, o mínimo a fazer é demonstrar respeito. Para tudo na vida deve haver planejamento e objetivo para conquistar o que se deseja, mesmo que suas metas sejam em longo prazo, pois elas determinam os caminhos a serem tomados e ajudam a monitorar o seu progresso. No entanto, para quem tem visão de futuro — como economizar dinheiro para comprar um carro à vista ou para a faculdade do filho —, as metas a longo prazo permitirão ter o ...

Imaginem que uma agência espacial descobrisse que em 20 anos a vida humana e a de outros animais entraria em extinção devido ao impacto de um gigantesco meteoro que provocaria uma drástica mudança ambiental na Terra . Seguem alguns questionamentos ...

2020.09.22 03:02 RickMoraisM Imaginem que uma agência espacial descobrisse que em 20 anos a vida humana e a de outros animais entraria em extinção devido ao impacto de um gigantesco meteoro que provocaria uma drástica mudança ambiental na Terra . Seguem alguns questionamentos ...

Duas considerações antes : suponha que seria impraticável construir qualquer tecnologia que amenizasse o dano, e que não houvesse qualquer alternativa de locomoção em massa para outro planeta .
1- Você acharia ético que os cientistas que descobriram o evento o divulgassem para a mídia ?
2- Se fosse divulgado , como você acredita que as pessoas reagiriam à descoberta ao longo do tempo?
Alguns pensamentos meus sobre : 20 anos é um tempo grande na escala da vida humana . Acho que as reações iriam variar bastante a depender da fase da vida que as pessoas se encontrassem no momento da descoberta . Não que os idosos(60+) não fossem se preocupar , até porque limitar a morte para uma data fixa é mais aterrorizante do que constatar que sua vida vai provavelmente acabar antes do limite . E , além disso , praticamente todo mundo tem um conhecido a quem se tem compaixão. Não se trata apenas de saber que você vai morrer , mas que todos que amamos também vão morrer juntos . Obviamente damos uma importância maior a nós mesmos , e por isso crianças , jovens e adultos teriam um impacto psicológico maior , afinal a probabilidade de eles viverem mais 20 anos é mais alta que a de um idoso.
Eu penso que a morte por eutanásia iria crescer bastante. Provavelmente muitas barreiras éticas relacionadas à morte para aliviar um sofrimento maior seriam superadas, principalmente na proximidade do impacto. Acho que os sentimentos iriam variar muito ao longo do tempo . Nos primeiros meses haveria um grande caos , pânico e , é claro , os negacionistas tentando acalmar o povo - inclusive eles poderiam superar os cientistas na crença popular ,dada a grande dificuldade que temos em aceitar verdades inconvenientes .
Mas como o ser humano não consegue ficar nesse estado por tanto tempo ( creio eu) , aos poucos as pessoas iriam voltar à "normalidade" - como a gente enfrentando a pandemia da Covid . Claro , não seria o mesmo normal , e conforme o tempo fosse passando, a euforia voltaria a crescer , talvez exponencialmente culminando num pico de anarquia no ano do impacto .Nesse cenário penso que as pessoas iriam se arriscar mais. Elas esqueceriam muitos projetos a longo prazo e pensariam mais no presente . Pra quê trabalhar tanto para financiar uma casa cara ? Por que fazer um longo curso chato para ser rico ? O mundo poderia caminhar pra um estado de hedonismo distópico , com muitas pessoas drogadas ou viciadas em qualquer outra coisa , relacionamentos poligâmicos , e violência dos mais diversos tipos.
E quanto ao primeiro questionamento , acho que ele é válido por uma ótica utilitarista . Penso que no geral o sofrimento seria bem menor caso as pessoas simplesmente não soubessem que todas iriam morrer em 20 anos . Por outro lado , só acho ele válido por causa das considerações . Se todas as pessoas soubessem , o mundo iria se empenhar em encontrar uma solução pro problema .( Sei que esse tópico é bizarro mas me veio isso na cabeça e decidi ir digitando hahaah )
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2020.09.17 06:24 Rotarki Eu preciso de uma luz

Eu vou tentar resumir para que não fique muito grande. Eu tenho 22 anos de idade, estou no último ano da faculdade, faço curso na área de tecnologia da informação e estou bastante perdido na minha vida. Eu perdi a vontade de lutar por mim, ao mesmo tempo, eu não quero desistir da minha vida.
Eu formei no ensino fundamental, médio e curso técnico sem tirar uma nota abaixo da média, eu nunca fiquei de recuperação ou reprovei em absolutamente nada, tudo sempre foi muito fácil pra mim, eu simplesmente ia e dava certo, sem me importar com qualquer coisa que pudesse ser um obstáculo. Eu era extremamente cheio de vontade e queria ser alguém 'grandioso', mas o único motivo para isso era a capacidade de construção de uma família feliz, queria ter uma esposa e 2 filhos, e ser para eles um herói, esse era meu sonho de criança. Minha motivação esteve por muito tempo arraigada à ideia de estar ao lado de um amor, e construir uma vida assim... Mas, ao longo da minha vida eu fui me decepcionando muitas vezes, e nunca confiei muito em ninguém, nem em amigos que eu amo, porque penso que estes mesmos podem me deixar um dia. Nunca namorei de verdade, e a garota da qual eu cheguei mais perto disso, que eu mais confiei em toda minha vida e me abri de todas as formas, me abandonou no fim e foi extremamente doloroso, eu me senti substituído e inválido, fraco. A vida perdeu o sentido, e eu me senti um homem impotente comigo mesmo, desprezível até, inferior.
Claro, depois de um tempo eu percebi que o erro era em sua maior parte da garota em questão, e eu também errei em interpretar o quão especial ela era pra mim, eu superei esse relacionamento mas não voltei a ver cor na vida, aquilo era tinha sido o rompimento do último fio que mantinha minha vontade no mundo. O mundo é repleto de pessoas podres, crueldade e decepções de todas as espécies, eu sei que há, entretanto, no meio de todo o caos algumas centelhas de luz, e é justamente o que eu preciso nesse instante, um pequeno milagre, que claro, pequenino aos olhos alheios, pois para mim seria possivelmente o maior que vivi após o meu nascimento. Eu entrei na faculdade já deturpado mentalmente, não era mais obrigado a ficar na sala de aula portanto eu matava muitas aulas, eu não me importava com absolutamente nada, nem com resultados de provas, trabalhos, notas ruins...(Não foi quando houve o rompimento da relação com a garota, eu já entrei na faculdade meio desanimado da vida, o rompimento do relacionamento com a garota foi no começo de 2020, meu último ano da faculdade) Por mais inteligente que eu pudesse ser, não havia como adivinhar o conteúdo da prova sem nem ter feito absolutamente nenhuma aula anterior a mesma, então eu afundava absurdamente em tudo, foi assim durante todos os anos da faculdade, mas eu conseguia ser aprovado ainda assim, porque meu esforço mínimo já gera grandes resultados, costumeiramente.
Chegamos ao problema: Eu não consigo mais me esforçar nem minimamente, eu perdi totalmente o interesse no mundo. Após o problema do último relacionamento, eu fiz um pequeno plano de curto prazo do qual, surpreendentemente, tudo aconteceu, o último estágio do plano era sair do meu emprego e focar em estudar programação, porque é o que está relacionado ao meu curso e onde tenho maiores possibilidades de ganho. Eu me encontro na fase aonde eu posso simplesmente me esforçar e estudar, mas não tenho vontade, eu não consigo ir adiante nisso porque não tenho desejo disso, e não consigo ter motivação e nem o mais importante, disciplina. Pra quê me esforçar? Pelo quê lutar? Eu não amo nada, não consigo amar nada, e não tenho ambição ou cobiça de construir mais nada, eu não sei nem se ainda quero realizar aquele meu grande sonho de ter uma família, eu me decepcionei demais vivendo. Eu sinto que já vivi tudo, já senti como é ter muito dinheiro, como é ter relações sexuais, como é amar e como é ser desprezado, eu nunca me senti verdadeiramente amado por uma garota, mas isso nem mesmo é o foco principal. Eu conseguiria seguir adiante, sabe? Eu sei que se eu sentisse verdadeiramente vontade, eu dobraria o mundo de joelhos pois eu realmente me esforçaria em prol de algo. Acontece que se foi toda a minha vontade de lutar, eu tô cansado. Eu não tiro minha vida porque não quero desistir, eu não quero assumir que eu perdi, eu sei e acredito que enquanto houver vida há esperança, mas... Como pode haver esperança para alguém que não quer mais lutar? Eu não consigo simplesmente abrir um vídeo no youtube de 20 minutos pra estudar, eu tenho desejo de fazer qualquer outra coisa. Antes que pense algo como 'Você só não gosta tanto assim de programação' bem, eu gostaria de gostar de alguma coisa, mas não há nada que eu ame na vida, não há nada que me dê verdadeiramente prazer e que eu queira, eu tenho apenas existido. Pelo menos acho interessante programação.
Eu juntei um dinheiro, consigo me manter por 11 meses sem depender de nenhuma ajuda financeira, eu realmente planejei para que eu pudesse viver esse momento e me dedicar 100% ao estudo de programação, mas eu não consigo me dedicar nem 1%. O tempo tá passando, e eu já tô nessa tem alguns meses, eu tenho vários trabalhos atrasados na faculdade que eu não tenho vontade de resolver, inclusive o meu TCC. Eu sinto que isso tudo é uma bomba relógio até dar um grande problema, mas eu não sinto medo, e as duas razões pra isso são: 1- Eu não me importo 2- Eu sei que se eu me importasse, eu resolveria qualquer coisa.Eu já cogitei que tudo isso pudesse ser uma grande auto-sabotagem, e que eu construí durante 4 anos uma arma pra me destruir, porque no fundo eu me odeio, mas não sei se isso era mesmo a resposta, considerei várias vezes tê-la encontrado, falhei em todas. Esse é o grande abismo da minha vida, infelizmente, cedo demais eu encontrei ele. Eu penso que se eu superar essa necessidade do desejo para lutar, não existirá nunca mais algo que seja um obstáculo pra mim, eu, ironicamente, sou meu maior obstáculo. Como vencer à mim mesmo? Eu não sei se alguém poderá realmente me entender e me dar alguma pista de como sair desse labirinto mental que eu vivo, mas eu preciso tentar pelo menos esse pouco aqui, porque eu sou teimoso demais pra desistir totalmente de mim.
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2020.09.17 06:23 Rotarki Preciso de uma luz.

Eu vou tentar resumir para que não fique muito grande. Eu tenho 22 anos de idade, estou no último ano da faculdade, faço curso na área de tecnologia da informação e estou bastante perdido na minha vida. Eu perdi a vontade de lutar por mim, ao mesmo tempo, eu não quero desistir da minha vida.
Eu formei no ensino fundamental, médio e curso técnico sem tirar uma nota abaixo da média, eu nunca fiquei de recuperação ou reprovei em absolutamente nada, tudo sempre foi muito fácil pra mim, eu simplesmente ia e dava certo, sem me importar com qualquer coisa que pudesse ser um obstáculo. Eu era extremamente cheio de vontade e queria ser alguém 'grandioso', mas o único motivo para isso era a capacidade de construção de uma família feliz, queria ter uma esposa e 2 filhos, e ser para eles um herói, esse era meu sonho de criança. Minha motivação esteve por muito tempo arraigada à ideia de estar ao lado de um amor, e construir uma vida assim... Mas, ao longo da minha vida eu fui me decepcionando muitas vezes, e nunca confiei muito em ninguém, nem em amigos que eu amo, porque penso que estes mesmos podem me deixar um dia. Nunca namorei de verdade, e a garota da qual eu cheguei mais perto disso, que eu mais confiei em toda minha vida e me abri de todas as formas, me abandonou no fim e foi extremamente doloroso, eu me senti substituído e inválido, fraco. A vida perdeu o sentido, e eu me senti um homem impotente comigo mesmo, desprezível até, inferior.
Claro, depois de um tempo eu percebi que o erro era em sua maior parte da garota em questão, e eu também errei em interpretar o quão especial ela era pra mim, eu superei esse relacionamento mas não voltei a ver cor na vida, aquilo era tinha sido o rompimento do último fio que mantinha minha vontade no mundo. O mundo é repleto de pessoas podres, crueldade e decepções de todas as espécies, eu sei que há, entretanto, no meio de todo o caos algumas centelhas de luz, e é justamente o que eu preciso nesse instante, um pequeno milagre, que claro, pequenino aos olhos alheios, pois para mim seria possivelmente o maior que vivi após o meu nascimento. Eu entrei na faculdade já deturpado mentalmente, não era mais obrigado a ficar na sala de aula portanto eu matava muitas aulas, eu não me importava com absolutamente nada, nem com resultados de provas, trabalhos, notas ruins...(Não foi quando houve o rompimento da relação com a garota, eu já entrei na faculdade meio desanimado da vida, o rompimento do relacionamento com a garota foi no começo de 2020, meu último ano da faculdade) Por mais inteligente que eu pudesse ser, não havia como adivinhar o conteúdo da prova sem nem ter feito absolutamente nenhuma aula anterior a mesma, então eu afundava absurdamente em tudo, foi assim durante todos os anos da faculdade, mas eu conseguia ser aprovado ainda assim, porque meu esforço mínimo já gera grandes resultados, costumeiramente.
Chegamos ao problema: Eu não consigo mais me esforçar nem minimamente, eu perdi totalmente o interesse no mundo. Após o problema do último relacionamento, eu fiz um pequeno plano de curto prazo do qual, surpreendentemente, tudo aconteceu, o último estágio do plano era sair do meu emprego e focar em estudar programação, porque é o que está relacionado ao meu curso e onde tenho maiores possibilidades de ganho. Eu me encontro na fase aonde eu posso simplesmente me esforçar e estudar, mas não tenho vontade, eu não consigo ir adiante nisso porque não tenho desejo disso, e não consigo ter motivação e nem o mais importante, disciplina. Pra quê me esforçar? Pelo quê lutar? Eu não amo nada, não consigo amar nada, e não tenho ambição ou cobiça de construir mais nada, eu não sei nem se ainda quero realizar aquele meu grande sonho de ter uma família, eu me decepcionei demais vivendo. Eu sinto que já vivi tudo, já senti como é ter muito dinheiro, como é ter relações sexuais, como é amar e como é ser desprezado, eu nunca me senti verdadeiramente amado por uma garota, mas isso nem mesmo é o foco principal. Eu conseguiria seguir adiante, sabe? Eu sei que se eu sentisse verdadeiramente vontade, eu dobraria o mundo de joelhos pois eu realmente me esforçaria em prol de algo. Acontece que se foi toda a minha vontade de lutar, eu tô cansado. Eu não tiro minha vida porque não quero desistir, eu não quero assumir que eu perdi, eu sei e acredito que enquanto houver vida há esperança, mas... Como pode haver esperança para alguém que não quer mais lutar? Eu não consigo simplesmente abrir um vídeo no youtube de 20 minutos pra estudar, eu tenho desejo de fazer qualquer outra coisa. Antes que pense algo como 'Você só não gosta tanto assim de programação' bem, eu gostaria de gostar de alguma coisa, mas não há nada que eu ame na vida, não há nada que me dê verdadeiramente prazer e que eu queira, eu tenho apenas existido. Pelo menos acho interessante programação.
Eu juntei um dinheiro, consigo me manter por 11 meses sem depender de nenhuma ajuda financeira, eu realmente planejei para que eu pudesse viver esse momento e me dedicar 100% ao estudo de programação, mas eu não consigo me dedicar nem 1%. O tempo tá passando, e eu já tô nessa tem alguns meses, eu tenho vários trabalhos atrasados na faculdade que eu não tenho vontade de resolver, inclusive o meu TCC. Eu sinto que isso tudo é uma bomba relógio até dar um grande problema, mas eu não sinto medo, e as duas razões pra isso são: 1- Eu não me importo 2- Eu sei que se eu me importasse, eu resolveria qualquer coisa. Eu já cogitei que tudo isso pudesse ser uma grande auto-sabotagem, e que eu construí durante 4 anos uma arma pra me destruir, porque no fundo eu me odeio, mas não sei se isso era mesmo a resposta, considerei várias vezes tê-la encontrado, falhei em todas. Esse é o grande abismo da minha vida, infelizmente, cedo demais eu encontrei ele. Eu penso que se eu superar essa necessidade do desejo para lutar, não existirá nunca mais algo que seja um obstáculo pra mim, eu, ironicamente, sou meu maior obstáculo. Como vencer à mim mesmo? Eu não sei se alguém poderá realmente me entender e me dar alguma pista de como sair desse labirinto mental que eu vivo, mas eu preciso tentar pelo menos esse pouco aqui, porque eu sou teimoso demais pra desistir totalmente de mim.
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2020.08.27 20:16 Sapateta Será que ainda vale apena dizer ou só estragaria as coisas?

Olá Amigos e amigas.

Em Marco deste ano eu terminei meu relacionamento com minha então namorada, o motivo é que eu estava partindo do Brasil, e na época sem perspectiva alguma voltar a curto, médio ou longo prazo. Nos últimos 4 meses que estava no Brasil as coisas não iam bem, estava há um tempinho desempregado, não encontrava nada no meu ramo, minhas reservas estavam se esgotando e sabia que tinha um emprego relativamente bom garantido fora do Brasil.

Na época, por mais que doeu, me pareceu a escolha correta. De um lado eu não me arrependo da minha escolha, de outro conforme o tempo vai passando, mais eu sinto falta dela. Falta de estar com ela. Gostaria que ela estivesse aqui.

Na época não quis um relacionamento a longa distancia, porque isso é ruim para cacete, nunca funciona e uma parte sempre sai machucada. E como eu tinha 0 perspectiva de voltar, não queria colocar esse jugo em nenhum de nos dois. Ficar chorando no whatsapp falando que sente saudade é ruim para caralho.

Cinco meses se passaram, infelizmente também o contato fadou com tempo. Mas as coisas melhoraram, e muito. Melhoraram tanto que tenho uma passagem marcada para o Brasil em Novembro. Se eu soubesse disto 5 meses atrás teria feita as coisas de forma diferente. Não só isso, as coisas estão tão boa na verdade, que dependendo do rumo que a minha função dentro da empresa tomar, conseguiria através do meu empregador um visto profissional de longa estadia para ela! O que resolveria o grande problema que seria tirar ela do Brasil sem que entrasse na ilegalidade, pois isso poderia me custar tudo aqui também.

Bom hoje eu vejo que estou colhendo os frutos do que plantei. Após tentar entrar em contato algumas vezes, e ela me ignorar, hoje tentei sei mais assertivo. No que ela me informou que já esta com outra pessoa, que mudou a sua cabeça sobre nós e que não gostaria que eu continuasse conversando ou contactasse ela.

E me parece que ela realmente esta feliz com esta outra pessoa. Não quero ser a pessoa que entra como Hulk Hogan dando um suplex no relacionamento de outros .

Bom como vocês podem imaginar, queria conversar com ela justamente para contar as boas noticias e quem sabe esboçar uma saída para nos dois, fora do Brasil. Mas como ela deu a entender que não quer mais nada entre nós, vem a pergunta do titulo?

Devo eu mencionar como as coisas mudaram e como existem agora essas possibilidades para nos dois, ou devo deixar isso tudo para trás? Viver e deixar viver?
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2020.07.30 20:54 nehesis Relacionamento aberto a distância

Oi gente bonita
Olha só: eu não sou monogâmica. Sou casada há 4 anos e meio e namoro há um ano. Eu moro em Portugal e meu namorado vai se mudar pra Alemanha por pelo menos um ano. Durante esse período, vamos nos ver a cada dois meses.
Ele já viveu um relacionamento a distância (ele via a ex dele uma vez por ano e eles passavam as férias juntos. Durou tipo 5 anos e era monogâmico/fechado) e eu sei que PRA ELE isso não será problema nenhum, principalmente porque nosso relacionamento sempre foi aberto e permenacerá assim.
Eu o amo profundamente e quero casar com ele um dia. Inclusive, planejo pedir ele em casamento no primeiro "retorno" dele após a mudança, porque caso ele aceite (e acho que vai), isso vai me dar uma motivação pra aguentar esse um ano e a gente começar a planejar nossa vida a longo prazo. Enfim...
Meu problema é: como lidar com a saudade? Eu nunca fiquei mais de uma semana sem ver ele durante todo esse ano de relacionamento e me deixa apreensiva a saudade física que vou sentir dele. Alguém aí possui histórias de sucesso de relações assim? Sejam elas não monogâmicas ou não.
É isso gente obg.
[Resumin da massa: meu namorado vai mudar de país por um ano e nosso relacionamento se tornará a distância]
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2020.07.27 02:33 RealityCompetitive24 Como se relacionar amorosamente sendo jovens e com a vida muito instável

(Conta throw away pois meu namorado me segue na minha conta principal)
Gente primeiramente queria dizer que essa é uma questão minha que trato na terapia tem um tempo, mas também queria saber a opinião de vocês.
Estou em um relacionamento de 9 meses com um menino que amo muito e gosto do nosso namoro em vários aspectos. Porém tem um problema que pesa bastante pra gente: estamos em momentos da vida muito diferentes e sentimos dificuldade em conciliar nossos objetivos individuais com os objetivos de casal, tanto ele como eu.
Eu nasci em uma cidade x do nordeste e faço faculdade e estagio numa cidade y do sudeste. Antes da pandemia, voltava geralmente 2x pra minha cidade natal ver amigos e familia. Atualmente estou temporariamente na casa dos meus pais na minha cidade x, trabalhando em homeoffice e com aulas ead, vim pra cá bem no inicio da pandemia. Assim que minhas aulas ou o estagio voltarem, pretendo regressar a cidade y.
Meu namorado é da minha cidade x e mora com a mãe. Apesar de frequentarmos um ciclo social próximo, nós nos conhecemos a distância quando eu estava na cidade y. Nosso namoro começou quando ele resolveu viajar pra me conhecer na cidade y. Desde então, revezamos nossos encontros... ele passa um mes comigo la, nas minhas ferias volto pra minha cidade (sim haja dinheiro pra passagem risos). Porém a distância sempre foi um problema pra nós e sempre que tentamos fazer planos para ficarmos definitivamente juntos no futuro, algo no presente acaba não saindo como o esperado.
Estamos passando a pandemia juntos na casa da minha mae desde que cheguei em março, esta sendo o maior tempo que já passamos juntos. No inicio do relacionamento ele tinha planos de morar comigo na cidade y. E no inicio estava tudo certo, porem ele começou a enfrentar alguns problemas familiares que o fez começar a considerar outras possibilidades.
Para ele se mudar pra cidade y, precisa de apoio financeiro da familia e isso está completamente fora de questão agora. Eu também sinceramente não queria voltar a minha cidade natal e gostaria de fazer minha vida na cidade y, pois tambem tenho muitos problemas na minha família e nao gosto da minha cidade natal, apesar de suporta-la. Eu tenho meu dinheiro, mas também dependo da minha família financeiramente em alguns aspectos... tenho sonhos de aqui a algum tempo fazer um intercambio também. Já estou perto de me formar e sinceramente nao sei bem o que vou fazer depois disso, estava pensando em arranjar um outro trampo na cidade y e tentar me manter financeiramente por lá (inclusive estou fazendo varias entrevistas pra tentar mudar de estagio)... mas tudo isso depende de circunstancias externas, se eu nao conseguir um emprego talvez precise voltar para a cidade x.
Nós ja nos abrimos e conversamos bastante sobre isso e nao conseguimos um consenso sobre o nosso futuro como casal... parece que os caminhos e quereres estão divergindo demais. Porém, nos amamos e temos um sentimento forte um pelo outro e ai que fode tudo, principalmente pra mim.
O x da questao é: A ideia de um término é insuportável pra mim. Mesmo que ele não precise ser agora, a minha mente acaba antecipando esse evento e eu me sinto triste. Nós já conversamos sobre isso abertamente e deixamos como possibilidade no futuro. Mas é simplesmente uma ideia que me da um nó gigante na garganta. É algo tipo "Não quero terminar com voce de jeito nenhum mas as circunstâncias externas não estão ajudando e não estou conseguindo enxergar outras saídas a muito longo prazo." Eu sei que talvez pareça besteira, eu me sinto muito besta inclusive. Mas é uma questão muito delicada pra mim. Só de pensar as lágrimas começam a cair. Estamos dispostos a fazer tudo o possivel dentro de um limite pra que a relação dure, mas só a vontade e o amor não são suficientes, dependemos de outras circunstancias.
Esse não é o primeiro relacionamento que tive, mas é o primeiro que tenho na fase adulta e mais concreto. Eu nunca tive um relacionamento que durasse mais de um ano, mas os terminos ate entao foram por questoes pessoais minhas e não por circunstâncias externas. Sinceramente, nao sei muito bem como fazer as relações durarem nesse sentido e me pego pensando como é dificil se relacionar, principalmente no inicio da fase jovem adulta.
Enfim é isso gente, em suma: tenho muita dificuldade de lidar com essas incertezas no relaciomento e com as frustrações dos meus planos de vida a 2, mas a ideia de terminar o relacionamento também é assustadora pra mim... parece que estou aproveitando o tempo que tenho com ele pra deixar a vida definir nossos destinos, mas essa ideia do termino é um monstrinho que fica assolando minha mente e me faz ficar triste.
Eu cheguei a um ponto que ele nota que fico triste sempre que ele fala do futuro dele sem me incluir. Dai ele me pergunta se ta tudo bem e se eu quero conversar com ele... e eu nego e explico que nao tem o que conversar pois ja conversamos sobre o assunto... Pq cara o que vou fazer sabe? O que eu vou falar? Entendo que é um sentimento que tenho que lidar sozinha, mas sinceramente não sei como.
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2020.07.27 01:48 hippo341 Masturbação é uma droga

Há tempos que tenho problema com masturbação, mas hoje tive uma espécie de insight de como uso a masturbação em excesso como uma droga há muitos e muitos anos.
Vou traçar os paralelos, e tenho certeza que, se você também usa essa muleta emocional, vai se identificar:
  1. Utilizava a masturbação como uma espécie de escape da realidade, uma fuga da dor, do medo, do desespero. Eu sempre fiz isso e recorri à masturbação como meio de lidar com os medos e anseios. Exatamente como um usuário de drogas, que recorre à droga para escapulir da sua miserabilidade;
  2. O orgasmo decorrente da masturbação proporciona um prazer imediato, instantâneo, que logo se esvai. É um clímax muito rápido, e cada vez mais você vai perdendo a sensibilidade a doses maiores: no caso da masturbação, você precisa se masturbar cada vez mais e mais em curtos intervalos de tempo para sentir a mesma satisfação. Já houve casos em que eu me masturbei oito vezes em sequência. Se houvesse overdose de masturbação, com certeza já estaria morto;
  3. Você começa a se masturbar em locais inapropriados, assim como um usuário de drogas, por exemplo, cheira cocaína num banheiro de uma festa, no provador de roupas de uma loja, numa poltrona de ônibus intermunicipal. Eu já me vi me masturbando em locais completamente inapropriados, sendo que já o fiz nesses três locais que mencionei;
  4. Vergonha de admitir que o faz. Assim como as drogas, admitir que faz uso de masturbação em excesso é um tabu. Masturbar-se com moderação é até considerado saudável ou aceitável. Mas a partir de um ponto se torna doentio e vergonhoso;
  5. A masturbação começa a tomar lugar de outras atividades sociais: eu mesmo já deixei de ir a jantares ou festas porque não queria ser interrompido no meu sofá na minha sessão de masturbação.
Não sei se alguém vai se enxergar nos meus exemplos, que são bastante extremos, porém todos reais. Eu participo há meses da comunidade /NoFap, mas não tinha motivação para parar com o vício. Hoje tive esse insight de como ela me corrói e me torna uma pessoa ruim e distante. Masturbação excessiva é como uma droga gratuita, que se pode tomar em quase todo lugar, e que não deixa sequelas imediatas ou causa problemas graves de saúde. Mas no longo prazo você se torna refém dela, e ela acaba com sua auto-estima e com seus relacionamentos sociais. É isso aí. Se você também sofre com isso, força, e tente parar como eu. Hoje não encostei no bingolim, exceto para fazer xixi. Nem me lembro a última vez em que passei um dia que seja sem me masturbar. Que hoje seja o início de um novo ciclo virtuoso na minha vida. Abraços a todos.
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2020.06.23 20:45 didx Um texto autobiográfico escondido pela máscara do anonimato.

É difícil falar do passado. Já perdi as contas de quantas vezes comecei posts semelhantes, mas sempre desisto antes de postar... Colocando o meu passado à mostra, talvez eu consiga aceitá-lo e olhar para o futuro. O anonimato me permite contar a minha história sem precisar me identificar...
@Mods, se não puder pôr aqui, eu ponho no desabafos, só peço que me avisem antes de apagar...
É a história de uma vida (ou várias), então peço desculpas se for longo demais; preciso pôr pra fora.
Nesses meus 28 anos, tive três ou quatro vidas diferentes. A primeira começou num bairro pobre de Santo André, de frente para uma comunidade, vivendo de favor num imóvel do meu avô, com quem tive pouco contato e que faleceu antes que pudesse conhecer melhor.
Apesar de pobre, vivia feliz. Filho de pai e mãe trabalhadores, tive o melhor que podiam me dar... E reconheço que não foi pouco. Graças ao esforço de meu pai, aos meus sete anos recebeu uma oferta de trabalho em uma multinacional de processadores, o que se transformou em uma proposta de relocação para os States.
Ali, na virada do século, aos oito anos, começou uma segunda vida. Mudamo-nos para Nashua (no estado de New Hampshire) e, apesar de imigrante em um país distante, aprendi o inglês com certa facilidade (não que eu tivesse outra opção). Do meu esforço fiz meu próprio mérito e, mesmo sofrendo de hiperatividade, consegui ter um desempenho brilhante, com médias mais altas que as de muitos nativos.
Ganhei uma irmãzinha e meu pai, uma nova relocação, para a outra costa. Voltamos ao Brasil para o batismo dela, e logo retornamos à "terra dos livres e lar dos bravos". Foi a última vez que vi meu avô.
2001, em Hillsboro, no Oregon, nova cidade, nova escola, novos amigos... Um certo receio, invisível pra mim, por parte dos adultos; imigrantes latinos são sempre mal vistos, e apesar das altas médias, tinha uma cadeira particular na sala do diretor.
Aí veio 2003, e o fim da minha segunda vida – durante as férias de verão, um colega de trabalho do meu pai nos levou para um passeio de barco no rio Columbia... Flutuando em uma boia puxada por esse colega, sofri um traumatismo craniano ao ser atropelado por um jet-ski que tentava pular as ondas feitas pelo barco. 14 minutos com o coração parado, uma experiência de dimetiltriptamina tão jovem, morri ali.
Meu pai ficou paralisado, em choque. Não fosse o ato heroico de seu colega, teria ficado morto. Não o culpo; não são muitos que conseguem reagir numa emergência. Sempre me pergunto se estaria aqui hoje para contar essa história, se isso tivesse ocorrido no Brasil... Quais e quantas sequelas teria?
Das 18:00 do dia 10 de Julho de 2003 às 02:00 do dia 11, nas mãos de um excepcional neurocirurgião pediatra, fui revivido. Oito dias na UTI, um mês e meio de reabilitação e fisioterapia; precisei reaprender a falar, comer, andar... Tenho até hoje a falha no cabelo e os pinos no crânio, para nunca me esquecer.
Recebi visitas de todos os meus colegas e professores, cartas e flores e telefonemas de familiares no Brasil... Mas terminada a emergência, meu pai precisou voltar ao trabalho, minha mãe me acompanhando no hospital, minha vó precisou ir até lá para cuidar da casa e da minha irmã. Ambos lidaram com isso pior do que eu; meu pai mergulhou no trabalho, minha mãe desenvolveu PTSD. O casamento deles morreu ali, e me culpo por isso até hoje...
Começou, então, minha terceira vida. Sofri com o retorno às aulas; apesar da recuperação ótima e não ter sofrido nenhuma sequela neurológica séria, passei a ver a vida com novos olhos. A partir dali, não podia mais praticar esportes, nem brincar com os amigos, só saía de casa acompanhado... Animal Crossing foi a salvação da minha sanidade. Todas as horas livres dediquei para fazer um vilarejo bonito; não podia ter amigos reais, então fiz amigos com os NPCs.
No final de 2004... Fez-se necessário permanecer um ano fora, para oficializar o green card, dar baixa na documentação brasileira, e receber a cidadania americana. A alternativa era Vancouver, ao invés de São Paulo. Optamos pelo Brasil, por apenas um ano... Mas esse um ano virou quinze.
O pai foi relocado para a empresa no Brasil; seu chefe o enrolou numa rede de corrupção, que culminou na sua demissão. O sonho americano tornou-se areia e escapou por entre meus dedos. O gosto amargo de decepção e a falta de habilidades sociais me fez ermitão. 2005 se encerrou com o início da minha quarta, e atual, vida.
2006, retornei a Santo André.
2007, o processo legal movido contra a empresa responsável pela falha mecânica que ocasionou na minha (quase) morte rendeu-me uma indenização recheada, da qual foram debitados os custos médicos e advocatícios. Restaram-me $48.500,00, bloqueados até completar 18 anos.
Meus pais brigavam e gritavam diariamente. A desilusão se transformou em depressão, e não fui capaz de me sustentar no primeiro ano do ensino médio – tampouco pela adoção de um novo sistema de avaliação na escola; das quatro turmas do primeiro ano, uma inteira reprovou, na qual estava incluso.
2008, o pai ficou desempregado outra vez. O casamento, já definhado pelo estresse e trauma, não aguentou e ruiu. Separaram-se. Minha mãe assumiu a casa e as contas; talvez pela mensalidade ser mais barata, talvez para evitar que eu seguisse o mesmo caminho que meu pai, minha mãe me transferiu para um colégio pseudo-militar, dirigido por uma sargenta, cujo nome rima com "bosta".
Não bastava ser inteligente, precisava ser gado, e eu, irreverente, indisciplinado, ou talvez apenas por ter a personalidade forte, reprovei outra vez.
2009, fui transferido novamente, para um colégio com nome geométrico. Curso técnico. Informática. Aprendi a programar no primeiro semestre. A mãe tentou o amor outra vez, mas seu namorado não gostava dos filhos dela. Em um belo feriado, foi viajar; fui para a casa da minha vó. Quando eu voltei, tinha uma nova fechadura na porta. Um mero mal entendido, mas me motivou a ir morar com meu pai na capital paulista, ele novamente empregado, desta vez em certa multinacional coreana de tecnologia. Foi ali quando essa quarta vida começou a desandar.
Apesar do colégio de destino (de péssima qualidade, diga-se) ter E.M. técnico, não aceitavam transferência; para não perder mais um ano, aceitei o regular.
Logo depois de completar 18, em 2010, o pai tornou-se vítima de nova corrupção corporativa... Foi demitido. A partir daí, precisei torrar a indenização, já que ele não admitia que eu trabalhasse, e eu era incapaz de convencê-lo. Passei a arcar com todas as despesas. Aluguel, condomínio, contas, alimentação... Meu pai, sonhador, começou a perseguir sonhos altivos, já que ninguém queria contratá-lo devido seu histórico de demissões.
A mensalidade do colégio virou mensalidade da faculdade. Eu, tolo, imbecil, estúpido, mesmo tendo passado na primeira fase da FUVEST e tendo tudo para passar na segunda, escolhi a Anhembi Morumbi. Se eu pudesse voltar no tempo, desceria o cacete no eu de 19. Ao invés de Ciências da Computação na USP-São Carlos, fui fazer Design de Games com os mauricinhos e patricinhas do bairro Morumbi. O objetivo era, através da rede Laureate, pedir uma transferência para o Canadá, contando com as promessas do meu pai, baseadas em sonhos altivos e sem nada concreto que sustentasse... Sonho com isso até hoje.
Nesses três anos, o dólar subiu e baixou de valor, cada dólar valendo 3,50, depois 3,00, 2,00... Aquela indenização já estava ficando sem recheio. Hoje, com cada dólar valendo cinco talkeis, seria um bônus ímpar... Mas, sem nenhuma fonte de renda, esse bônus esgotou-se.
2013... Retornamos à casa da minha avó. Eu, idiota, achei que teria condições de enfrentar a viagem de um bairro distante em Santo André até o Morumbi, de transporte público... Contratei o FIES. Outro erro – ninguém merece uma dívida estudantil de R$63.000.
Voltei a morar com a minha mãe na segunda metade do ano – morando a cinco minutos de uma estação de trem, pelo menos não precisaria pegar ônibus. No entanto, da janela da cozinha, vejo a UFABC... Fiz amigos em Santo André, graças a amigos de amigos... Ou, eu achava que eram amigos. No final, eram daquelas amizades desequilibradas, onde um lado dá mais valor que o outro. Eles estudavam na UFABC, e vendo o desempenho menos que ideal deles, imaginei que eu também conseguiria.
No entanto, o prazo para transferência era curto, e a Anhembi Morumbi fez de tudo para não cumprir o prazo para entrega de documentos, apesar do pedido de urgência; minha nota do ENEM insuficiente (por pontos decimais), fui para a UNIFESP e de lá me transferi para a UFABC. Passei 2014 ao vento, e em 2015 consegui.
Outro erro.
Acreditei que era capaz, mas não tinha a mentalidade certa – uma vida acadêmica requer mais esforço do que eu tinha para dar – e com a carga horária pesada e as falhas sistêmicas, cheguei à conclusão que o problema era eu... Na realidade, o problema eram os amigos. Era a primeira vez que eu sentia que pertencia a um grupo, e me agarrei nisso como um colete salva-vidas. Estava enamorado de um deles, mas esse relacionamento se provou unilateral e insustentável.
Nesse mesmo ano, passei em um concurso público municipal, mas como a minha prioridade era acompanhar o grupo, acabei perdendo a vaga. No ano seguinte, fui chamado para uma vaga de estágio em certa multinacional alemã de TI.
Perdi os amigos e o namorado, mas, ainda assim, tinha tudo para dar certo. Até que o drama familiar começou. Meu tio sofreu um AVC, virou um legume. Fiquei sem chão, sem cabeça para me concentrar. Junto dele, perdi também a vaga de estágio e a vaga na UF.
Passei 2017 em depressão. O ano inteiro. Saía de casa, quando muito, para comprar cigarro e erva, e pra passear com as cachorrinhas. No fim do ano, meu tio faleceu.
Foi a gota d'água. Estava decidido em acabar a minha própria vida no meu aniversário. Não consegui, então fui atrás de ajuda, pelo SUS, a única opção que tinha. E consegui. Comecei a me medicar, e vivi os primeiros cinco meses do ano em letargia total. No segundo semestre, surgiu uma nova oportunidade de relacionamento, uma nova oportunidade financeira, e uma nova oportunidade acadêmica. Tentei agarrar as três, e falhei miseravelmente.
Mas estava decidido a não me deixar afundar em depressão de novo. Fui atrás de terapia, comecei um novo tratamento psiquiátrico...
Em 2019 descobri, errando, que psicotrópicos, antidepressivos e antipsicóticos não podem ser misturados com álcool. Quase agredi meu namorado. Terminamos. Estava trabalhando em um call center, então tudo bem... pelo menos mantinha a mente ocupada.
Sem objetivos definidos, trabalhando em uma vaga temporária (de alta rotatividade e baixa chance de efetivação), o contrato acabou e eu entrei pros 13 milhões de brasileiros desempregados. Passou-se o ano.
2020, recomecei a faculdade. Estou indo bem. Apesar do caos lá fora, estou cheio de determinação, e estou seguindo em frente. Não tem mais espaço no meu coração para amor senão o amor-próprio; não tenho mais que três amigos, e é um mistério como me aguentaram até esse ponto, não sei como apareceram, nem mesmo como fazer novas amizades.
Encerro, então, essa minha autobiografia, com essas três palavras, que só entendi vivendo...
It gets better.
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2020.05.27 22:07 dannarruda Estou sem perspectivas

Ultimamente tenho me sentido um lixo, péssima auto estima. Tenho 24 anos e moro com meus pais. Larguei uma faculdade privada por uma pública e comecei nesse ano. Tenho vergonha de mim mesmo quando saio com os amigos, pois eles, com 23 anos, já estagiam ou tem emprego fixo quando R$ 3.000,00, enquanto eu me fodi muito com escolhas erradas (Tentei por 2 anos medicina em faculdade pública e 1 ano engenharia de bioprocessos). Fiz 2 anos de Eng. de bioprocessos para perceber de uma vez que esse curso é horrível, mau pago e nem creditado no CREA. Larguei e fui para Engenharia Química, pois percebi que a maioria das empresas procurarm engenheiro quimico à engenheiro de bioprocessos. Mesmo assim, nesses dias estou com muita falta de dinheiro e nem posso ir atrás de um emprego de chapeiro do Mc porque a faculdade é integral e não dizem quando vai voltar. Se eu conseguir qualquer vaga vou ser obrigado a rescindir o contrato e pagar multa. Meu currículo tem qualificações mas nunca fiz estágio e vejo que minha cidade não tem estagio na area de processos quimicos como Sao Paulo, e me vejo tendo que trancar a faculdade ou mudar de cidade a longo prazo. O problema disso tudo, além de ser desempregado e não poder ir atrás de emprego, é o fato de me comparar aos meus amigos que tem vida abastada, viver com meus pais que me cobram ajuda 100% e me tratam como criança (já que dependo financeiramente deles) e ainda, encontrei uma garota incrível em app de relacionamento que tem minha idade, já é formada e trabalha como advogada analista ganhando 6x mais que eu.
Vejo que apesar dela me fazer bem, não vai dar certo, pois ela vai ver que eu não tenho valor nenhum. E eu tenho receio de mentir pra ela, dizer que sou um empreendedor, sendo que minha familia não tem dinheiro nem pra me dar um corola. Sinto que ela vai me ver como lixo, como algum fracassado e, já que não tenho tanta beleza, pra que ela iria querer ficar comigo....
Estou estudando e me dedicando a leituras de desenvolvimento pessoal e alguns cursos online gratuitos (mas não muito bons) na internet, mas vejo com muito desanimo minha vida amorosa com alguém que adoraria ter conhecido em outro tempo.
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2020.05.07 04:34 PossivelmenteNormal Sinto que a vida geralmente está me levando e eu não tenho controle sobre ela

Especialmente no campo dos relacionamentos. Desde os 20 anos venho namorando muito. Por característica minha, consigo conversar bem com as mulheres e desconto um pouco da minha eterna baixa auto-estima, o que faz com que eu consiga ter relacionamento com pessoas legais.
Só que de repente eu me vejo sendo levado na direção que não quero e agora, com mais de 30, tenho medo de mudar a minha vida. Estou num relacionamento de quase 2 anos, morando com uma pessoa com quem dividia o sonho de ir morar fora do país no começo do ano que vem. Tudo mudou com o covid e agora estamos fazendo planos mais "longo prazo", tipo financiar um carro ou até construir casa. Pior é que eu até estou numa fase de me interessar por isso e por filhos também mas ela tem um sério problema de saúde que torna a gravidez problemática e perigosa.
De qualquer forma, tenho ficado cada vez mais cansado dentro da relação. Ela é uma pessoa excelente, bom coração, uma companheira única mas diversas vezes já me perguntei por que é que estou com ela por que eu, na verdade na verdade, nunca me senti extremamente atraído por ela e nosso relacionamento foi acontecendo como uma sucessão de encontros e fomos acontecendo.
Pra piorar, na mesma época que comecei a sair com ela eu tinha saído com uma mulher de uma cidade a cerca de 1 hora da minha. Eu gostava muito de falar com ela, era simpática e tudo mais mas quando cheguei lá vi que ela era bem mais gordinha do que falava e do que as fotos mostravam. BEM MAIS. Ainda sim fiquei lá com ela, não por dó ou "pra não perder a viagem" e sim porque a conversa foi agradável e me senti a vontade pra isso, mas resolvi não investir na relação. A achava bonita, uma ruiva muito bonita, mas não era meu tipo físico e também tinha uma filha. Ou seja, um pacote caro demais pra mim. Recentemente a vi no instagram 47kg mais magra e primeiro me senti um lixo por dispensar ela considerando ser gordinha um dos motivos e depois por imaginar que uma mulher daquelas (absolutamente deslumbrante) já tinha sido apaixonada comigo.
Entrei no Tinder mas estou com nome falso em cidades longe. Não levo adiante nem faço promessas mas conversar com gente diferente me faz sentir melhor. Ao mesmo tempo eu lembro dos tempos de solteiro em que eu tinha relações meramente físicas (o que eu odeio) ou ficava sozinho, geralmente bebendo demais.
Não consigo pensar em mim mesmo nesse momento como outra coisa a não ser um barco sem motor, no meio de um oceano turbulento, sendo levado pela maré, sem força pra mudar e sem remos pra trocar o curso.
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2020.03.05 04:26 psicopatola Eu perdi o amor da minha vida, eu acho

Está é uma história sem final, já adianto pra vocês. Só queria desabafar mesmo. Meu nome é Meredith e eu namorei o Derek por dois anos, sempre em um regime não monogâmico. Desde o primeiro dia que a gente ficou junto nunca mais paramos de nos falar. O namoro veio naturalmente, com um pedido lindo, depois de quatro meses em que estávamos juntos. Nunca houve uma conversa sobre ser ou não ser monogamia. Nós sempre conversávamos que na nossa concepção o amor é uma escolha e você é livre para se relacionar com quem quisesse. Tínhamos alguns tratos, tipo não se envolver emocionalmente, não ficar com conhecidos e não conversar sobre outras pessoas que ficávamos. Nunca fiquei com ninguém nesse meio tempo, mas me dava um alívio imenso só de saber que eu teria essa liberdade de escolha.
Pois bem, o tempo passou e as coisas aconteceram. Concluí meu curso médico, fui estudar psiquiatria. Depois que você forma em medicina, você faz a residência médica, que é um grande vestibulaEnem. A partir do resultado da prova, você escolhe um lugar pra ir. Escolhi o hospital mais antigo e tradicional da minha cidade e fui, feliz da vida. Lá conheci o Alex, um outro médico que tinha passado em outro hospital, mas que ia ficar trabalhando comigo nos 9 primeiros meses. Não sei o que foi, mas ele chamou minha atenção logo de cara. Ele era lindo, gente boa, inteligente, engraçado, amava literatura, tocava violão... Já logo no início o feitiço se quebrou um pouco porque ele também era hetero topzera, gostava de ir em boates pagação e ouvir sertanejo. Devo dizer que de cara, o que me chamou a atenção foi a parte física, e não demorou muito para que eu estivesse conversando com ele todos os dias o dia todo. Ele sempre me esperava pra almoçar, me ligava pra saber se eu ia nas aulas, ficava me procurando pra conversar quando acabava o serviço. Ficamos muito próximos até que... Demos um beijo. Foi logo no primeiro mês de residência, estávamos completamente bêbados e eu já não tava aguentando de tesão. E então começou a surgir algo além da amizade.
Nessa altura do campeonato, meu namoro não estava lá essas coisas. Eu estava passando muito tempo ocupada com as coisas do meu serviço e ele estava ocupado com TCC, mestrado, artigo científico. Estávamos cada vez mais distantes um do outro, só que não queríamos reconhecer isso, porque tínhamos um carinho muito grande um pelo outro. As brigas eram constantes e eu ia desabafar com quem? Alex. Passei a enxergar nele um porto seguro, um alguém pra quem eu podia correr caso precisasse. Desabafava sobre os problemas do meu namoro, questões familiares, inseguranças da vida. E a gente conversava cada vez mais.
Ficávamos quase sempre, pelo menos uma ou duas vezes por semana. Às vezes no carro dele, às vezes na casa dele, as vezes em algum lugar do hospital, mas sempre dávamos um jeito. E assim, eu cheguei num ponto do meu namoro em que não dava mais pra continuar. Terminei tudo e ele foi a primeira pessoa que eu contei.
Passamos a ficar cada vez mais próximos um do outro. O carinho e a admiração cresciam cada vez mais, mas ao mesmo tempo, não havia nenhuma conversa que indicasse que ele queria continuar comigo a longo prazo. Informação importante: ele nunca namorou antes. Por causa disso e da ausência de perspectiva futura, passei a viver o presente com ele. Eu amava passar tempo com ele. Ficávamos horas e horas a fio conversando. Cansei de "dormir" na casa dele: o dormir está entre aspas porque na verdade ficávamos conversando até altas horas de madrugada, até que um de nós apagasse primeiro.
Nesse ponto da história, todos os nossos amigos do trabalho sabiam e torciam por nós enquanto eu sentia que aquele relacionamento não tinha futuro. Nunca tinha conhecido nenhum amigo dele ou alguém da família. Eu dizia pra mim mesma que isso não significava nada. Há umas duas semanas atrás, um amigo em comum conversou com ele sobre o nosso relacionamento. Disse que ele deveria assumir os sentimentos dele e que provavelmente eu iria cobrá-lo depois do carnaval. Alex falou pro nosso amigo que provavelmente a gente iria acabar namorando mesmo, porque já não tinha mais jeito. Um tempo depois, eu questionei Alex sobre essa postura de enxergar o nosso namoro como uma consequência do tempo em que a gente tá junto e não do tanto que a gente se gosta. Na minha cabeça não faz sentido: namoros acontecem porque duas pessoas se gostam e pronto. Eu pedi a ele que me perguntasse as coisas ao invés de supor o que eu estava pensando. Ele chorou muito, disse que gostava demais de mim e que não queria me causar sofrimento. Isso foi numa segunda feira. Fiquei terça, quarta e quinta com o coração pesado e acabei chamando ele pra conversar na minha casa. Ele era a pessoa com quem eu mais conversava diariamente. Eu estava sentindo muita falta disso. Na quinta, ele chorou mais ainda, me contou que a faculdade foi horrível pra ele, que ele teve depressão, perdeu 12 quilos e se sentiu um lixo durante muito tempo. Que esse momento de agora que a gente tá vivendo era a primeira vez em que ele está genuinamente feliz, que ele nunca tinha sofrido realmente na vida e que ele tinha medo de se envolver e mudar algo desse momento feliz. Foi muito sofrido pra ele. Ele pediu um tempo pra pensar, pra ver como seria a vida dele no segundo ano de residência e pra tentar entender como ele quer lidar comigo. Depois dessa chamada que eu dei nele, ele descobriu que gosta demais de mim e que não quer ficar comigo sem que seja algo sério.
Eu amo esse homem, gente. Eu não sei ainda se eu quero namorar, mas eu quero ficar junto com ele. O que eu faço? A gente se vê muito pouco agora.
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2020.03.03 03:40 psicopatola Relacionamento à la Grey's Anatomy

Está é uma história sem final, já adianto pra vocês. Só queria desabafar mesmo. Meu nome é Meredith e eu namorei o Derek por dois anos, sempre em um regime não monogâmico. Desde o primeiro dia que a gente ficou junto nunca mais paramos de nos falar. O namoro veio naturalmente, com um pedido lindo, depois de quatro meses em que estávamos juntos. Nunca houve uma conversa sobre ser ou não ser monogamia. Nós sempre conversávamos que na nossa concepção o amor é uma escolha e você é livre para se relacionar com quem quisesse. Tínhamos alguns tratos, tipo não se envolver emocionalmente, não ficar com conhecidos e não conversar sobre outras pessoas que ficávamos. Nunca fiquei com ninguém nesse meio tempo, mas me dava um alívio imenso só de saber que eu teria essa liberdade de escolha.
Pois bem, o tempo passou e as coisas aconteceram. Concluí meu curso médico, fui estudar psiquiatria. Depois que você forma em medicina, você faz a residência médica, que é um grande vestibulaEnem. A partir do resultado da prova, você escolhe um lugar pra ir. Escolhi o hospital mais antigo e tradicional da minha cidade e fui, feliz da vida. Lá conheci o Alex, um outro médico que tinha passado em outro hospital, mas que ia ficar trabalhando comigo nos 9 primeiros meses. Não sei o que foi, mas ele chamou minha atenção logo de cara. Ele era lindo, gente boa, inteligente, engraçado, amava literatura, tocava violão... Já logo no início o feitiço se quebrou um pouco porque ele também era hetero topzera, gostava de ir em boates pagação e ouvir sertanejo. Devo dizer que de cara, o que me chamou a atenção foi a parte física, e não demorou muito para que eu estivesse conversando com ele todos os dias o dia todo. Ele sempre me esperava pra almoçar, me ligava pra saber se eu ia nas aulas, ficava me procurando pra conversar quando acabava o serviço. Ficamos muito próximos até que... Demos um beijo. Foi logo no primeiro mês de residência, estávamos completamente bêbados e eu já não tava aguentando de tesão. E então começou a surgir algo além da amizade.
Nessa altura do campeonato, meu namoro não estava lá essas coisas. Eu estava passando muito tempo ocupada com as coisas do meu serviço e ele estava ocupado com TCC, mestrado, artigo científico. Estávamos cada vez mais distantes um do outro, só que não queríamos reconhecer isso, porque tínhamos um carinho muito grande um pelo outro. As brigas eram constantes e eu ia desabafar com quem? Alex. Passei a enxergar nele um porto seguro, um alguém pra quem eu podia correr caso precisasse. Desabafava sobre os problemas do meu namoro, questões familiares, inseguranças da vida. E a gente conversava cada vez mais.
Ficávamos quase sempre, pelo menos uma ou duas vezes por semana. Às vezes no carro dele, às vezes na casa dele, as vezes em algum lugar do hospital, mas sempre dávamos um jeito. E assim, eu cheguei num ponto do meu namoro em que não dava mais pra continuar. Terminei tudo e ele foi a primeira pessoa que eu contei.
Passamos a ficar cada vez mais próximos um do outro. O carinho e a admiração cresciam cada vez mais, mas ao mesmo tempo, não havia nenhuma conversa que indicasse que ele queria continuar comigo a longo prazo. Informação importante: ele nunca namorou antes. Por causa disso e da ausência de perspectiva futura, passei a viver o presente com ele. Eu amava passar tempo com ele. Ficávamos horas e horas a fio conversando. Cansei de "dormir" na casa dele: o dormir está entre aspas porque na verdade ficávamos conversando até altas horas de madrugada, até que um de nós apagasse primeiro.
Nesse ponto da história, todos os nossos amigos do trabalho sabiam e torciam por nós enquanto eu sentia que aquele relacionamento não tinha futuro. Nunca tinha conhecido nenhum amigo dele ou alguém da família. Eu dizia pra mim mesma que isso não significava nada. Há umas duas semanas atrás, um amigo em comum conversou com ele sobre o nosso relacionamento. Disse que ele deveria assumir os sentimentos dele e que provavelmente eu iria cobrá-lo depois do carnaval. Alex falou pro nosso amigo que provavelmente a gente iria acabar namorando mesmo, porque já não tinha mais jeito. Um tempo depois, eu questionei Alex sobre essa postura de enxergar o nosso namoro como uma consequência do tempo em que a gente tá junto e não do tanto que a gente se gosta. Na minha cabeça não faz sentido: namoros acontecem porque duas pessoas se gostam e pronto. Eu pedi a ele que me perguntasse as coisas ao invés de supor o que eu estava pensando. Ele chorou muito, disse que gostava demais de mim e que não queria me causar sofrimento. Isso foi numa segunda feira. Fiquei terça, quarta e quinta com o coração pesado e acabei chamando ele pra conversar na minha casa. Ele era a pessoa com quem eu mais conversava diariamente. Eu estava sentindo muita falta disso. Na quinta, ele chorou mais ainda, me contou que a faculdade foi horrível pra ele, que ele teve depressão, perdeu 12 quilos e se sentiu um lixo durante muito tempo. Que esse momento de agora que a gente tá vivendo era a primeira vez em que ele está genuinamente , que ele nunca tinha sofrido realmente na vida e que ele tinha medo de se envolver e mudar algo desse momento feliz. Foi muito sofrido pra ele. Ele pediu um tempo pra pensar, pra ver como seria a vida dele no segundo ano de residência e pra tentar entender como ele quer lidar comigo. Depois dessa chamada que eu dei nele, ele descobriu que gosta demais de mim e que não quer ficar comigo sem que seja algo sério. E aí eu fiquei com muuuuuita raiva. Não sei lidar com rejeição por parte dos outros. Eu inicialmente havia concordado em ser amiga dele, mas eu me senti rejeitada. Xinguei ele de todos os nomes que consegui, bem infantil mesmo, e bloqueei ele em todos os lugares. Na sexta feira de carnaval, xinguei mais ele, fiz ele sair de um bloquinho, pra voltar pra casa e conversar comigo. É isso.
Eu amo esse homem, gente. Eu não sei ainda se eu quero namorar, mas eu quero ficar junto com ele. O que eu faço? A gente se vê muito pouco agora.
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2020.03.03 03:15 psicopatola Eu tinha dois "namorados" e perdi os dois 😬

Está é uma história sem final, já adianto pra vocês. Só queria desabafar mesmo. Meu nome é Jane e eu namorei o Michael por dois anos, sempre em um regime não monogâmico. Desde o primeiro dia que a gente ficou junto nunca mais paramos de nos falar. O namoro veio naturalmente, com um pedido lindo, depois de quatro meses em que estávamos juntos. Nunca houve uma conversa sobre ser ou não ser monogamia. Nós sempre conversávamos que na nossa concepção o amor é uma escolha e você é livre para se relacionar com quem quisesse. Tínhamos alguns tratos, tipo não se envolver emocionalmente, não ficar com conhecidos e não conversar sobre outras pessoas que ficávamos. Nunca fiquei com ninguém nesse meio tempo, mas me dava um alívio imenso só de saber que eu teria essa liberdade de escolha.
Pois bem, o tempo passou e as coisas aconteceram. Concluí meu curso médico, fui estudar psiquiatria. Depois que você forma em medicina, você faz a residência médica, que é um grande vestibulaEnem. A partir do resultado da prova, você escolhe um lugar pra ir. Escolhi o hospital mais antigo e tradicional da minha cidade e fui, feliz da vida. Lá conheci o Rafael, um outro médico que tinha passado em outro hospital, mas que ia ficar trabalhando comigo nos 9 primeiros meses. Não sei o que foi, mas ele chamou minha atenção logo de cara. Ele era lindo, gente boa, inteligente, engraçado, amava literatura, tocava violão... Já logo no início o feitiço se quebrou um pouco porque ele também era hetero topzera, gostava de ir em boates pagação e ouvir sertanejo. Devo dizer que de cara, o que me chamou a atenção foi a parte física, e não demorou muito para que eu estivesse conversando com ele todos os dias o dia todo. Ele sempre me esperava pra almoçar, me ligava pra saber se eu ia nas aulas, ficava me procurando pra conversar quando acabava o serviço. Ficamos muito próximos até que... Demos um beijo. Foi logo no primeiro mês de residência, estávamos completamente bêbados e eu já não tava aguentando de tesão. E então começou a surgir algo além da amizade.
Nessa altura do campeonato, meu namoro não estava lá essas coisas. Eu estava passando muito tempo ocupada com as coisas do meu serviço e ele estava ocupado com TCC, mestrado, artigo científico. Estávamos cada vez mais distantes um do outro, só que não queríamos reconhecer isso, porque tínhamos um carinho muito grande um pelo outro. As brigas eram constantes e eu ia desabafar com quem? Rafael. Passei a enxergar nele um porto seguro, um alguém pra quem eu podia correr caso precisasse. Desabafava sobre os problemas do meu namoro, questões familiares, inseguranças da vida. E a gente conversava cada vez mais.
Ficávamos quase sempre, pelo menos uma ou duas vezes por semana. Às vezes no carro dele, às vezes na casa dele, as vezes em algum lugar do hospital, mas sempre dávamos um jeito. E assim, eu cheguei num ponto do meu namoro em que não dava mais pra continuar. Terminei tudo e ele foi a primeira pessoa que eu contei.
Passamos a ficar cada vez mais próximos um do outro. O carinho e a admiração cresciam cada vez mais, mas ao mesmo tempo, não havia nenhuma conversa que indicasse que ele queria continuar comigo a longo prazo. Informação importante: ele nunca namorou antes. Por causa disso e da ausência de perspectiva futura, passei a viver o presente com ele. Eu amava passar tempo com ele. Ficávamos horas e horas a fio conversando. Cansei de "dormir" na casa dele: o dormir está entre aspas porque na verdade ficávamos conversando até altas horas de madrugada, até que um de nós apagasse primeiro.
Nesse ponto da história, todos os nossos amigos do trabalho sabiam e torciam por nós enquanto eu sentia que aquele relacionamento não tinha futuro. Nunca tinha conhecido nenhum amigo dele ou alguém da família. Eu dizia pra mim mesma que isso não significava nada. Há umas duas semanas atrás, um amigo em comum conversou com ele sobre o nosso relacionamento. Disse que ele deveria assumir os sentimentos dele e que provavelmente eu iria cobrá-lo depois do carnaval. Rafael falou pro nosso amigo que provavelmente a gente iria acabar namorando mesmo, porque já não tinha mais jeito. Um tempo depois, eu questionei Rafael sobre essa postura de enxergar o nosso namoro como uma consequência do tempo em que a gente tá junto e não do tanto que a gente se gosta. Na minha cabeça não faz sentido: namoros acontecem porque duas pessoas se gostam e pronto. Eu pedi a ele que me perguntasse as coisas ao invés de supor o que eu estava pensando. Ele chorou muito, disse que gostava demais de mim e que não queria me causar sofrimento. Isso foi numa segunda feira. Fiquei terça, quarta e quinta com o coração pesado e acabei chamando ele pra conversar na minha casa. Ele era a pessoa com quem eu mais conversava diariamente. Eu estava sentindo muita falta disso. Na quinta, ele chorou mais ainda, me contou que a faculdade foi horrível pra ele, que ele teve depressão, perdeu 12 quilos e se sentiu um lixo durante muito tempo. Que esse momento de agora que a gente tá vivendo era a primeira vez em que ele está genuinamente , que ele nunca tinha sofrido realmente na vida e que ele tinha medo de se envolver e mudar algo desse momento feliz. Foi muito sofrido pra ele. Ele pediu um tempo pra pensar, pra ver como seria a vida dele no segundo ano de residência e pra tentar entender como ele quer lidar comigo. Depois dessa chamada que eu dei nele, ele descobriu que gosta demais de mim e que não quer ficar comigo sem que seja algo sério. E aí eu fiquei com muuuuuita raiva. Não sei lidar com rejeição por parte dos outros. Eu inicialmente havia concordado em ser amiga dele, mas eu me senti rejeitada. Xinguei ele de todos os nomes que consegui, bem infantil mesmo, e bloqueei ele em todos os lugares. Na sexta feira de carnaval, xinguei mais ele, fiz ele sair de um bloquinho, pra voltar pra casa e conversar comigo. É isso.
Eu amo esse homem, gente. Eu não sei ainda se eu quero namorar, mas eu quero ficar junto com ele. O que eu faço? Eu tô com muita saudade. A gente se vê muito pouco agora.
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2020.02.29 01:54 Ofeliaabgail Realmente sou bi? (post em pt-br)

Olá pessoas, meu inglês é péssimo, então escreverei em português brasileiro mesmo, espero que entendam :) P.s.: sou nova no reddit, não sei usá-lo muito bem ainda :/ Desde minha infância eu me sentia atraída tanto por homens quanto por mulheres (infelizmente fui uma criança sexualizada muito cedo, mas isso não entra em questão agora) e não via problemas desde que guardasse essa informação pra mim. Aos 14 anos, comecei a namorar uma garota, até então já havia ficado com meninas e meninos e estava bem com minha sexualidade. Nossa relação durou um pouco mais de 1 ano e meio, infelizmente não suportamos mais que isso, sofremos muito com homofobia: eramos expulsas de lugares públicos (exemplo: shoppings), agredidas verbalmente na escola pelos diretores, tivemos amizades desfeitas, sem contar que nossas relações com nossos pais se tornou caótica. Nosso amor não suportou ao inferno criado para nós e ela resolveu terminar tudo comigo, mesmo nos amando bastante ainda e com um projeto de uma vida inteira juntas. Na época eu já havia sido diagnosticada com depressão, meu quadro piorou depois do término, adquiri características de uma pessoa automutiladora e suicida. Minha mãe, por sua vez, nunca viu com bons olhos o tratamento com antidepressivos, ela era a única da família que sabia da minha condição e era legalmente responsável pelos medicamentos, já que eu ainda era menor de idade. Minha mãe interrompeu meu tratamento (por puro preconceito) e me deixou "a ver navios". Por algum milagre ou seja lá o que for, consegui superar algumas destas coisas ruins, mas ainda assim, hoje aos 20 anos, ainda sofro com depressão e traumas pelo relacionamento que não deu certo. Eu não consigo fazer planos a longo prazo para minha vida e por isso tenho pouca motivação para acordar todas as manhãs e continuar respirando. Sei que se me apaixonasse novamente por uma mulher, aceitaria tranquilamente esse sentimento, mas provavelmente a relação não ultrapassaria o sexo casual ou um relacionamento escondido, não por vergonha, mas sim por saber que o mundo reserva à uma pessoa homo/bi é muito cruel e talvez eu não conseguisse suportar. Mesmo assim, com todo esse contexto, fico na dúvida se realmente sou bissexual (por me atrair tanto por homens e mulheres) ou se apenas tenho fetiche em mulheres por ter em mente que não assumiria mais uma relação séria com uma (ao contrario de um homem). Então, sou mesmo bissexual ou apenas estou fetichizando as mulheres?
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2020.01.23 18:56 desabafei Nascido pra ser solteiro?

Oi, como vocês estão?
Eu tô confuso, de novo. Tenho 29 anos e nos últimos meses estou com um sentimento de quando eu tava no meu primeiro namoro com 16, de novo...
Já namorei 4 vezes desde os 16 anos. Alguns namoros duraram mais, outros menos, mas sempre com um "prazo de validade" parecido. Eu namoro por uns 2~3 anos e me separo. Todas as vezes fui eu que terminei e em todas vezes foi o mesmo sentimento, de parece que simplesmente acabou a magia.
O primeiro namoro foi mais fácil, pois quando eu já estava pensando em terminar por estar sentindo isso, descobri que minha namorada estava me traindo, então só dei tchau e segui em frente.
Os outros 2 namoros antes da minha atual namorada foi mais complicado. Passou este tempo e eu simplesmente tive que terminar pois não via mais propósito no namoro, começava a ver problemas onde antes não existia, defeitos que a pessoa nem tem, na real. Enfim, motivos pra terminar.
Eu sei que tu tá pensando "todo relacionamento é assim", "ninguém é perfeito", "tem que aceitar como o outro é", "vou te contar um segredo... todo relacionamento é assim depois de um tempo", algo do gênero. Porque eu levo tudo isso em consideração. É exatamente por isso que eu já fico puto comigo mesmo.
Minha atual namorada é uma mulher fantástica. Temos uns problemas aqui e outros ali, como todo mundo tem. Eu admiro ela demais em todos aspectos. Só que parece que a magia acabou... eu nos vejo como uma grande amizade entre um homem e mulher. A gente se diverte quando estamos só nós dois, mas de resto a gente é bem diferente, no que gostamos de fazer e nos propósitos de vida.
Eu sou extrovertido e ela é introvertida. Eu sou sociável e ela não gosta de ver ninguém. Eu gosto de beber, dançar e fumar. Ela gosta de ler, tomar chimarrão e dormir. Eu gosto de música alta, ela prefere música baixa, quase inaudível pra poder conversar. Ela é MUITO envergonhada pra tudo, inclusive ainda comigo...
O sexo é um grande problema também. Estamos a quase 3 anos juntos e ela nunca tomou atitude pra nada. Em quase 3 fodendo anos ela nunca chegou em mim pra rolar um clima ou ao menos aquela "passada de mão". Já conversamos sobre isso e ela diz que não é por falta de vontade, é que ela não consegue mesmo, é "travada". Isso é foda demais. PESSOAS, TENHAM ATITUDE!
Enfim, é mais um namoro que eu vejo chegando nos 3 anos e eu já estou vendo como vai acabar...
Será que eu só deveria aceitar que todos relacionamentos tem um prazo de validade e ficar com ela, já que nos damos bem em tantos aspectos (respeito, carinho, companheirismo, a base toda) e abrir mão de todo o resto? Me conformar?
Será que eu devo terminar mais uma vez e uma hora aparece alguém que vai ser diferente? Tenho medo de magoar ela e magoar outra pessoa e seguir magoando as pessoas por que é um problema meu.
Ou será que eu nasci pra ser solteiro?
Me desculpem o texto longo. Eu queria falar isso pra pessoas desconhecidas pra ver outros pontos de vistas. Acho que seria interessante o ponto de vista de quem não tem um afeto maior por mim ou por ela, pra não influenciar no que me diriam.
Obrigado por quem ler até o final.
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2020.01.09 15:09 exsoldierakechi Algumas dicas que podem ajudar a conseguir ou manter um emprego.

Aviso post longo! Edit: Obrigado pelos silver ninja!
Colegas do reddit, tinha feito esse post na bolha mas como alguns comentaram pedindo pra trazer pra cá no tópico que fiz sobre a recepção deles lá ( https://www.reddit.com/brasilivre/comments/em3aas/a_bolha_%C3%A9_foda_mesmo_achei_que_era_exagero_mas/ ) Resolvi refazer o post aqui.
Talvez eu troque algumas palavras pois apaguei o post lá de desgosto, mas a idéia é postar aqui e talvez ajudar um ou outro que esteja precisando, as vezes dá uma força extra, vou adicionar alguns pontos que não adicionei antes que podem ajudar.
Lembrando que não sou do RH, trabalho direto na produção e faço a seleção de novos funcionários ou passo direto pra direção quando precisa ter alguma demissão, meu cargo é o intermediário entre um gerente e um diretor, a empresa tem cerca de 100 funcionários e não é nenhuma multinacional. Também acompanho contratações de pessoal pro administrativo ou dou sugestões e afins, então acompanho alguns casos. Boa parte das empresas que não são gigantes não tem um "RH" pra fazer contratações, afinal quem sabe a necessidade real da produção e o perfil necessário é quem tá todo dia no chão de fábrica.
Também vou comentar alguns empregos que você pode conseguir com pouco/nenhum investimento que podem dar retorno e tem uma demanda alta no mercado.
Alguns desses pontos pra você pode parecer discriminação, ou reclamação gratuita, mas eu não vim dizer que tá certo ou errado, só como é pela experiência nesse e em outros trabalhos.Bora lá!
Procurando emprego:
-Se você se formou depois dos 17 anos no ensino médio, é jovem e está procurando emprego, saiba que algumas portas já se fecharam pois isso pode ser mal visto por alguns patrões como preguiça ou falta de interesse, lembra quando os pais mandavam estudar? pois é. Então se você é jovem ou adolescente, corre atrás e vá estudar! Meu patrão mesmo já diz "se não quis nem estudar, quanto mais trabalhar pra valer".
-Acorde cedo. Se esforce e mantenha apresentável, vá em empresas e lugares que ninguém foi, mesmo que um pouco mais afastado. descubra onde é o polo industrial mais próximo da sua casa/cidade, vá até lá e veja quais são as opções. As vezes você pode dar sorte. Já tivemos muitos jovens que nem olhamos o curriculo com remela na cara as 11 da manhã e todo desleixado de chinelo entregando curriculo. Sei que tá dificil e desmotiva alguns, mas não desmotivar é o que te torna diferente e faz ser visivel a diferença só de olhar pra você.
-Tenha boas referências. Considerando a era que estamos é quase certeza que seu facebook vai ser visto. Nenhum empresa quer um funcionário que posta conteúdo racista e agressivo, um detalhe particular que minha empresa se encaixa é que ela corta automaticamente quem posta que bebe demais domingo a noite. Pois já tivemos vários problemas com funcionários faltando segunda feira por estar "com dor de cabeça".
-Empregos com insalubridade. Algumas pessoas podem ter receios mas boa parte deles tem uma demanda alta por novos funcionários e seguindo todas normas de segurança, você não vai ter risco algum ou quase nulo. Além do adicional que pode variar de 10 a 40%. Vale lembrar que isso não se aplica a todas as vagas.
-Saiba com quem falar. Observe a empresa, quando for entregar um currículo abra o site dela no celular, da pra ter noção do tamanho só de ver as fotos ou se a mesma nem tiver um site. Se for uma empresa pequena, tente falar diretamente com alguém responsável, seja simpático mas não force a barra, pois as pessoas costumam estar ocupadas, mas com sorte elas tem ali 1~2 minutos pra falar com você. Não esqueça de agradecer pela pessoa pegar o currículo ao menos olhando ela nos olhos e não aquele "bigado" já saindo andando.Isso é muito mais fácil em coisas do tipo mecânica, eletricista, borracharias e outros comércios com trabalho mais puxado, pois costumam ter poucos funcionários e geralmente é só o dono e mais um ou dois.
-Olhe o crachá das pessoas. Caso entregue um currículo ou qualquer coisa do tipo pra uma recepcionista, porteiro ou afins, olhe o crachá da pessoa se possível e diga "bom dia, fulano", "obrigado fulano" e "conto com você fulano" quando se despedir. Isso cria um vínculo mesmo que leve e a pessoa vai se lembrar melhor. Além do psicológico do "conto com você" dar uma motivação extra involuntária. Tratar as pessoas como pessoas e não como uniformes ajuda bastante.
-Pegue empregos indesejáveis. As vezes você se formou em algo como ciência da computação mas só tem emprego vago no McDonalds? Paciência, emprego é emprego, e as contas não perguntam de onde vem o dinheiro mas tem que ser pagas de qualquer forma. Não é humilhação servir os outros, e é algo que até mesmo diretores de empresa tem que fazer as vezes.
-Está dificil, mas não impossível. Você procurou em todos lugares? tem disponibilidade pra ir pra longe? foi em LITERALMENTE todos os lugares possíveis? Ficou de olho naquele Subway ou Burguer King que acabou de inaugurar? viu algum canteiro de obras mais informal ou alguém construindo uma casa num bairro afastado? Vale a pena dar uma conferida, o que você tem a perder?
-Seja oportunista da forma certa. Pode parecer pesado mas infelizmente se alguém sai, outro precisa entrar. Se alguém perder o emprego existe uma boa chance de a vaga dessa pessoa estar disponível. As vezes não era o perfil dela, ou ela arranjou algo melhor. Vale a pena falar com a pessoa se tiver a abertura pra isso.,meu cunhado arranjou um trabalho de garçom após ir na despedida de um amigo que foi morar no exterior dessa forma.
Dicas pro currículo:
-Adicione o campo de estado civil e idade. As vezes uma empresa pode querer um perfil de funcionário específico. Minha empresa contratou um jovem essa semana pois precisavamos de pessoas dispostas a aprender um trabalho do zero que não da pra aprender em cursos por aí. Então não podiamos pegar ninguém mais velho pra não trazer vícios de outros empregos. Por outro lado, pra uma função de maior confiança, a contratação foi de um pai de família pois por ele ter dependentes, ele arriscaria menos tomar decisões que pudessem causar uma demissão. Se está certo ou errado eu não sei, mas eu sei que na hora de desempatar são coisas que contam.
-Se você não tem vícios, escreva "Sem Vícios". Mas não faça isso se você bebe/fuma/usa drogas, pois quando descoberto pode causar vários problemas. Algumas empresas que trabalhei tem isso como um diferencial na hora de desempatar. Minha empresa por exemplo trabalha com produtos inflamáveis então se você fuma, seu "intervalo" pra isso acaba sendo maior por precisar sair das dependências dela pra isso por exemplo.
-Não encha linguiça. Aqueles campos que o povo adiciona objetivos, seja direto e claro. Não fique com textinho "Garanto desempenhar minhas funções com dedicação e bla bla bla" Porquê não adiciona em nada e 90% dos casos sabemos que você nem lê aquilo, quanto mais nós.
-Saiba destacar seus pontos fortes. Se você tem horários flexível, consegue trabalhar sob pressão, pontualidade e afins, adicione em um campo com seus talentos. Não force a barra pra não parecer exagerado, apenas 2 ou 3 pontos que você enxerga em você. Um dos maiores diferenciais em alguns empregos em empresas um pouco maiores que pode colocar é "facilidade em observar soluções pra problemas comuns" caso você de fato consiga fazer isso (e não seja pau no cu com isso caso contratado, saiba falar).
-Muitos empregos curtos em sequência sem crescimento mancham seu currículo. Como vão contratar alguém que ficou 6 meses em cada lugar, 4 lugares diferentes seguidos, em empregos "de entrada/mínimos"? Se você não conseguiu manter um emprego além do período necessário pra coleta de benefícios do governo, em alguns lugares isso pode afetar. Me lembro de ver um currículo uma vez e dizer "caraca, esse cara tem muito experiência" e o dono só comentar "ele tem é pouca estabilidade... olha a data de entrada e saída de cada lugar que trabalhou e o tempo de intervalo entre eles." Cada caso é um caso mas isso pode influenciar.
-Se você está disposto a trabalhar fora da sua área, marque isso no currículo. E omita algumas qualificações que não adicionam muito, dito isso;
-Tenha 2 currículos diferentes. Um pra sua área de formação/pretenção e um pra uso geral. No de uso geral você não vai adicionar "domínio de javascript" por exemplo pois um chefe de padaria não vai nem saber que porra é essa e vai achar que você é um universitário super caro e não alguém desesperado. Saiba quando e onde entregar cada currículo.
-Sempre tenha um currículo quando possível. Nunca se sabe quando você vai dar um rolê no shopping com alguém e vai ver um "procura-se". Não é vergonha aproveitar uma chance, e se estiver com um namorado(a)/marido/esposa/etc , ela deveria dar total apoio pra você aproveitar uma parada rápida. Está com mochila/bolsa? Curriculo dentro.
-Se você tem filhos, adicione "Casado, com filhos". Isso aumenta em alguns casos a questão da confiança de você querer manter o emprego, e em um eventual corte (como já ocorreu em um emprego anterior) o patrão falou "já que vamos cortar, corta quem não tem filhos antes..." Já me disseram que isso é ilegal mas independente disso, PODE acontecer.
-Mantenha o currículo em bom estado, sem amassados, com escrita decente, fonte clara (Arial ou Verdana) e sem firulas demais.
-Se inscreva em agências regionais e sites,mas não se prenda a eles.
-Quanto mais tempo você fica parado, mais dificil é arrumar trabalho, tenha isso em mente e não desista, não é impossível.
Dicas pra entrevista
-Não se atrase. E não adianta reclamar que o entrevistador atrasou ou como isso é injusto. Ele também tá errado mas ele já ta com o dele garantido. E você nunca sabe o motivo pelo atraso. Eu mesmo já atrasei uma entrevista em 40 minutos pra resolver um problema urgente de um cliente que trouxe uma economia de 300 mil pra ele. Você vale 300 mil pra empresa? O candidato perdeu a vaga por surtar com o atraso.
-Se vista adequadamente, fale adequadamente, seja simpático e sincero. Não force ou seja falso só seja você mesmo. Uma dica é falar como se estivesse falando com um professor que está corrigindo sua prova. Ele não tem motivos pra ter raiva de você mas ele espera seu melhor pois ele quer você ali, se tudo começar a sair uma merda, ele não vai ter interesse.
-Não dê respostas prontas pra perguntas prontas, não tente aumentar histórias, ser inconveniente ou enrolar o cara. pra cada entrevista que você vai o entrevistador faz 10x mais e vai te bater por simples experiência. Não diga que sabe algo que não sabe.
-As vezes ele não vai com sua cara, e não vai te contratar, as vezes por bons ou maus motivos. Mantenha a porta aberta e seja educado ainda assim, e "te ligamos" não é um não disfarçado sempre. As vezes a pessoa tem mais de uma boa opção e precisa analisar as opções.
-Se prepare. pesquise a empresa, o site, leia relatos em sites como Glassdoor e LinkedIn, saiba sobre o lugar que vai trabalhar. Você vai passar ao menos 1/3 do seu dia lá dentro.
Dicas após contratado:
-Não se atrase, não falte, não enrole, faça seu trabalho. Não tente ser esperto, não vacila!
-Não é porque existe "atestado médico" que a direção é troxa e não sabe que você está abusando. Use com bom senso pra não ficar queimado.
-As vezes você vai fazer coisas que não são da sua área. Isso faz parte e muitas vezes não é ideal, mas 5 minutos a mais no fim do dia quando você vê seu chefe carregando algum material urgente ou precisando imprimir alguma coisa e levar em outro setor urgente não vão te custar nada e dão destaque. Só não pode ser algo diário, mas em exceções é o que faz a diferença.
-Aprenda sobre o trabalho dos outros. Se você tem flexibilidade pra andar por outros setores, falar com funcionários (falar, não enrolar), observe o trabalho, pergunte como faz, se mostre interessado. Ajude o setor que empacota a fechar caixas, passa durex, da uma força. São esses funcionários que fazem a diferença. Vale lembrar que isso não se aplica a todas vagas ou lugares. Na empresa onde trabalho a moça que entrou com salário de 700 reais como recepcionista 15 anos atrás hoje é a administradora geral que cuida de todo escritório, RH e financeiro, e tem salário de mais de 6000 só com uma graduação de adm, e um dos pontos que ela sempre comentou foi "no final do dia eu anotava tudo que fiz no dia em um caderno e tudo que ia ter pendente no dia seguinte, assim eu sempre sabia o que precisava e um dia tinha uma informação crítica aqui que passou despercebido por uma das vendedoras. Fui promovida na hora".
-Nunca dê 100% de si, dê 90%. Assim quando a empresa passar por uma correria, ou aperto, você pode dar 100% sem se desgastar e pode fazer a diferença.
-Aproveite as oportunidades de horas extras quando puder. Além do dinheiro extra, você se mostra alguém comprometido.
-Não fique pendurado no celular, enrolando no banheiro, ou fazendo coisas que claramente você perde tempo. Ninguém é burro de não perceber a longo prazo. Caso tenha necessidade disso por emergência ou dor de barriga, discretamente comente com um superior ou alguém responsável como "nossa, comi alguma coisa que pesou, seloco" ou algo do tipo. Ou se está esperando o contato de alguém importante.
-Siga as regras. Não roube materiais da empresa pois você vai se queimar nela e em várias oportunidades futuras. Não assedie os/as colegas de trabalho, não importa o quão bonito/a ele/a seja. Mantenha o profissionalismo (E se a empresa autoriza relacionamento entre funcionários E for reciproco, mantenha fora do local de trabalho).Não grite por mais que seu chefe grite ou aja igual babaca, mantenha o nível, saiba respeitar e exija respeito.
Dicas de bons empregos pra se procurar:
-Professor de Inglês : boa parte do reddit ao menos tem um inglês razoável. Se você consegue falar bem e explicar a um nível aceitável, Escolas de inglês SEMPRE estão procurando professores. E eles vão te treinar totalmente sobre como fazer isso. Escolas mais fuleiras (como a DataByte ou Microlins) costumam pagar entre 10 e 15 reais a hora, e em minha entrevista ele estava tão desesperado que não tinha ninguém pra fazer a entrevista em inglês e só pediu pra ler 2 paginas de um livro e já era. Em escolas intermediárias (PBF, CNA, etc) o salário pode ser de 12~18 reais por hora (alguns sendo registrado por dias, como empregos convencionais) e a entrevista geralmente é um teste escrito e uma curta conversa. Em escolas de mais nome (Cultura Inglesa, Wizard-onde trabalhei-) O salário inicial é na faixa de 18~19 reais a hora, após 6 meses se dedicando é normal te darem turmas pra cargas de até 100~120 horas mensais caso você tenha interesse. Isso sem experiência anterior, sem certificado ou requisitos absurdos, só saber falar e explicar, e eles ainda te dão curso/treinamento completo caso precise sobre postura em sala, liderança e afins. Quando saí de lá após 4 anos já tinha salário de 26 reais a hora, MUITOS contatos com ex alunos, colegas e pessoas legais e ajudou muito no crescimento profissional. Nada mal pra um emprego que não exigiu experiência, todo semestre tinha 2~3 contratações e um ambiente extremamente aconchegante e animado de trabalho(porém puxado). Muitos colegas tiveram seu primeiro emprego lá e acabaram pegando amor pelo trabalho e hoje são excelentes professores. Faça um simulado de TOEIC online e se você acertou 60~70%, muito provavelmente você já tem o nível necessário pra dar aula, ao menos da língua. Além de desenvolver MUITO meu vocabulário com detalhes novos, eu e outros professores não tinhamos problema algum em tirar duvidas bobas ou formas de explicar pra colegas menos experientes.
-Lanchonetes de fast food: Não preciso nem dizer pois é o emprego de entrada, quase sempre tem vagas, mas é um trabalho miserável, porém da pra pagar as contas.
-Aux de Enfermagem: Involve um custo inicial pra estudar, mas tem muita oferta de trabalho em UPAS (eles terceirizam alguns funcionários pela rotatividade alta), é um trabalho DOENTE de puxado mas rende um salário bom geralmente em escala 12/36. Além de te dar experiência invejavel pra area da saúde. Vale a pena se você não sabe o que quer da vida e tem vontade de entrar nessa área.
Técnico em Química: Isso depende muito da região mas minha empressa é dessa área, e sofremos MUITO, MUITO MESMO com a falta tanto de profissionais qualificados quanto de gente começando na área. Já tivemos funcionarios com seus 19 anos, que oferecemos pra PAGAR os estudos pra ele subir de cargo da expedição pro laboratório e ele não quis por "ser complicado", não é um curso fácil mas não é um bixo de sete cabeças. A técnica mais antiga aqui tem salário de 5000 reais e não tem faculdade. Inclusive vale analisar que alguns cargos da area simplesmente não tem um curso preparatório e precisam ser aprendidos em campo e com o tempo, então tudo nessa area tem uma boa perspectiva de carreira.
Empregos "Trades": Encanador, Eletricista, Mecânico e afins de qualidade sempre estão em falta. E muitos deles estão abertos a ter um "aprendiz", se você as vezes tem seus 15~16 anos, e conhece algum daqueles pequenos de bairro, ofereça pra ficar 2~3 horas depois da aula alguns dias só pra aprender como é, são empregos que pagam bem e tem falta de bons profissionais. Além de abrir uma porta pro futuro.
Bom é isso ai, espero que seja útil pra alguns de vocês, qualquer duvida posso tentar responder aqui e desejo boa sorte na caçada de 2020!
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2020.01.03 19:49 haykenz 5 dicas de terapeutas para ser mais feliz em 2020

Começo de um novo ano e o que não falta são resoluções para os próximos 365 dias focadas em evolução pessoal.
Se a sua saúde mental e emocional tomaram papéis secundários em 2019, nada melhor do que esse momento para priorizá-las.
Nosso estado mental e emocional governam boa parte de nossas vidas; relacionamentos, trabalho, saúde, e, portanto, melhorá-las deve sim estar no topo da sua lista de objetivos para 2020.
Abaixo estão listadas 5 dicas mais comuns que os terapeutas recomendam (na verdade são 11, mas coloquei só 5 aqui para não ficar longo, se quiserem ver as outras 6 tá nesse link).
Quem sabe alguma delas pode te ajudar a mudar a sua vida!

1. Foque em dominar uma ansiedade sua

“Destaque uma meta de selecionar um tipo de ansiedade que te impede e se comprometa (de verdade) a eliminar esse medo. Trate-o como se fosse o inimigo número um.” — Forrest Talley, psicólogo clínico
Talvez você tenha tido medo de dizer aquilo que pensava naquela reunião. Talvez você tenha se preocupado demais com a rejeição antes de chegar naquela menina. Talvez você tenha receio de iniciar uma conversa difícil com aquela pessoa tóxica com quem você convive.
Escolha um tipo de ansiedade, foque completamente em conquistá-la, defina uma recompensa para se dar ao finalizar essa tarefa.
“O ponto a ser lembrado é que muitas vezes a felicidade é encontrada do outro lado de uma porta protegida por nossas ansiedades.”

2. Invista em relacionamentos de qualidade

“Se você deseja ter uma boa saúde mental e física a longo prazo, primeiro precisa verificar se possui relacionamentos amorosos e significativos. Se não tomarmos cuidado, acabaremos dando o nosso melhor em lugares que não são bom para a nossa saúde mental. Estudo após estudo constata que relacionamentos significativos e amorosos são bons para nossa saúde mental e física”. — Kevin Gilliland
A sugestão aqui é escolher uma pessoa que você goste, admire, cuja dinâmica da relação seja recíproca, e invista em passar mais tempo com ela, independente se ela for uma parceira, uma amiga, uma parente.
Para aqueles que acreditam não ter amigos próximos o suficiente, a dica aqui é conhecer a maior quantidade de gente o possível sendo ativo em grupos, adquirindo novos hobbies, experimentando atividades novas, e, quando conhecerem as pessoas que queiram formar laços mais profundos, sejam pacientes e consistentes em manter o contato com elas.

3. Diga boas coisas a si mesmo

Ajustar algumas das coisas que você diz para si mesmo pode te ajudar a reformular pensamentos. Uma sugestão é dizer uma coisa que você acha positiva em você, para si mesmo no espelho logo que acordar.
Parece brega, eu sei, mas vale a pena tentar.
“Em vez de sempre focar no negativo, mude seu diálogo apenas para resultados positivos. Por exemplo, em vez de dizer ‘Se eu conseguir esse emprego’, mude para ‘Quando eu conseguir esse emprego”. — Roseann Capanna-Hodge, pediatra expert em saúde mental e psicóloga

4. Encontre uma atividade de evolução pessoal e priorize-a

A recomendação da cofundadora do The Chelsea Psychology Clinic, Elena Toroni, é para escolher uma atividade focada na sua própria evolução pessoal e praticá-la de forma regular.
“O objetivo de saúde mental mais impactante que uma pessoa pode estabelecer ,é o compromisso de encontrar o equilíbrio da carga de trabalho e de suas responsabilidades, juntamente com atividades que lhes proporcionam uma sensação de bem-estar e prazer. Quando há um desequilíbrio no que estamos dando ao mundo e no que estamos levando para nós mesmos, é quando nossos recursos psicológicos se esgotam.“ — Elena Toroni

5. Monte e siga uma rotina do sono que funcione para você

“Ter uma boa noite de sono [regularmente] é vital; a privação crônica do sono é um grande problema, especialmente para quem trabalha até tarde ou sente que está sempre ocupado“ — Joanna Konstantopoulou, psicóloga
Quer você durma 6 horas ou 10, é importante que você respeite os limites do seu corpo. O sono é importante para que nosso corpo descanse e recupere suas energias. Lembre-se, que cada pessoa é única e não é porque uma pessoa é funcional com 5 horas de sono que você também seja.
“Simplesmente perder uma ou duas horas regularmente pode ter um impacto significativo em sua mente e bem-estar. ” — Joanna Konstantopoulou, psicóloga
Tá aí, 5 dicas para tentar fazer de 2020 um ano mais feliz :)
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2019.12.02 20:08 wilsondefreitas Saiba como escolher um fornecedor de serviços de TI

Saiba como escolher um fornecedor de serviços de TI
Os relacionamentos comerciais são construídos com o propósito de gerar resultados bem-sucedidos. Selecionar um parceiro de tecnologia é uma decisão que definirá a qualidade dos resultados e o alcance dos objetivos planejados.
Não há dúvida de que a tecnologia hoje está mudando em ritmo acelerado. Administrar um setor de TI pode ser bastante desafiador quando você está focado no crescimento corporativo e na atualização de suas necessidades tecnológicas, principalmente em tempos de transformação digital. Assim, contar com fornecedores confiáveis é fundamental.
Por esse motivo, desenvolvemos este artigo com dicas valiosas para você escolher o fornecedor ideal para as soluções de TI da sua empresa.
Prestador de Serviços de TI
O primeiro passo para selecionar qualquer fornecedor para sua empresa, seja de serviços de TI ou qualquer outro fornecedor, é saber o que você está procurando. Tais critérios incluem competência técnica, experiência, confiabilidade e entendimento do mercado.
Basicamente, você quer um provedor com talento, treinamento e experiência para cuidar de suas necessidades de negócios, especialmente quando se trata de TI. Contudo é fundamental que o seu fornecedor seja mais que uma equipe de especialistas. É preciso que ele entenda o mercado e consiga captar as suas necessidades de negócio.
O fornecedor moderno e profissional sabe que precisa gerar valor, que a TI deve ser um impulsionador do negócio e não apenas um mau necessário.
Algumas das áreas mais importantes a serem consideradas ao selecionar uma empresa de serviços de TI incluem:

  • Competência técnica
  • Confiabilidade
  • Experiência
  • Entendimento do mercado
  • Capacidade de parcerias de logo prazo
  • Preço justo

Avalie as competências técnicas, confiabilidade e experiência

Quando se trata de competências técnicas o fornecedor deve possuir certificações adequadas, participar dos programas de parceria e treinamento dos grandes provedores de hardware e software. Além disso ter uma equipe de tamanho adequada e com treinamentos constantes. Geralmente, competências técnicas quanto mais, melhor.
Bons parceiros de tecnologia têm anos de experiência ajudando os clientes a atingir suas metas de negócios. Eles entendem que seu trabalho está tornando seus clientes mais bem-sucedidos.
As discussões iniciais com seu parceiro de TI em potencial sobre seus desafios devem se concentrar nos resultados, nas pessoas, na produtividade e na melhoria do processo, e não na TI.
Seu parceiro deve ter uma ampla percepção do seu segmento de mercado, seu mercado-alvo e como suas ferramentas podem ajudar seu negócio a crescer. E eles ajudarão você a definir como medir o sucesso do que eles propõem.
Só então eles devem projetar uma solução que aproveite a tecnologia mais adequada para chegar até você e mostrar a você exatamente como a solução será feita.
Não se deixe influenciar pela tecnologia chamativa. Você está procurando melhorar seus negócios, não adotar uma tecnologia simplesmente pelo valor dela. A inovação é fundamental para o crescimento, mas tudo deve ter um propósito e fornecer um ROI (Retorno sobre Investimento) claro e definível.
Um parceiro de negócios garantirá que você obtenha a solução de tecnologia que funciona para a sua estratégia de negócios, e vai implementá-la de forma a suportar não apenas seus objetivos imediatos, mas também seus objetivos futuros, mesmo quando eles mudarem.

Avalie como são os processos de prevenção e suporte técnico


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Os reparos não são a única questão prática ao analisar um fornecedor de TI. As medidas preventivas são igualmente importantes. O monitoramento e o acesso remotos são dois serviços de tendências que os provedores de TI oferecem e devem ser levados em consideração.
Você precisa ligar para o provedor? Existe um portal de clientes online que permite solicitar ajuda, conforme necessário? Além disso, eles têm um prazo geral com relação ao reparo, e isso varia com base no tipo de reparo? Em caso afirmativo, quais são os prazos de reparo padrão por produto ou serviço?
Consertar equipamentos quebrados e dar suporte aos usuários são outros serviços bastante importantes de um fornecedor de soluções de TI. Também é importante saber se a empresa é especialista em reparos específicos, seja em hardware, software, serviços em nuvem ou é mais generalista.
Portanto, é fundamental determinar se o provedor que você está considerando oferece esses serviços.

Observe a cultura de negócios do seu parceiro

A cultura do possível parceiro alinha-se com a sua? Isso determina a forma como sua empresa se relacionará e inclui o estilo de comunicação, o nível de formalidade, as expectativas de documentação e muito mais.
Não subestime o impacto de ter culturas conflitantes. Se você e seu parceiro não operarem sob as mesmas suposições, haverá problemas de comunicação. Isso geralmente leva a custos crescentes, frustração e decepção.

Pense no amanhã


Um ótimo parceiro de tecnologia oferece mais de uma solução ou mais de uma plataforma. Isso dá a você escolhas, como mudança de tecnologia e negócios. O parceiro ideal é focado na solução e não no produto em sua abordagem, para que possam oferecer alternativas para atender às suas necessidades.
Um parceiro excepcional entende que os sistemas que eles desenvolvem para você precisam acompanhar seu negócio à medida que evolui. Seja claro sobre como eles se propõem a se envolver com você assim que o projeto estiver concluído.
Não faça parceria se isso não estiver claro. Você vai investir tempo, esforço e dinheiro para merecer opções. Certifique-se de que seu parceiro não esteja apenas tentando vender um produto específico aqui e agora, mas esteja disposto a resolver seus problemas a longo prazo.
Em resumo, encontrar o provedor de soluções de TI certo também significa perguntar com que rapidez eles podem enviar ajuda, especialmente no caso de uma emergência de TI. Certificar-se de que esse parceiro de serviços de TI pode atender às necessidades da sua empresa pelo preço certo e no prazo certo é a chave.
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2019.11.23 03:16 matheusraulsa Destruidor de Ejaculação Precoce Funciona?

Destruidor de Ejaculação Precoce Funciona?
EJACULAÇÃO PRECOCE TRATAMENTO CASEIRO
Definitivamente, a ansiedade é a condição mais propício para que um homem passe a ejacular rápido demais.
Exato, a ejaculação precoce ocorre com mais frequência do que imaginamos!
Ejaculação precoce ocorre quando nós homens temos um orgasmo antes do tempo. E isso é um problemão!
Porque quem sofre com este problema não satisfaz a companheira!
Se isso acontecer uma vez ou outra, não há com o que se preocupar, mas se isso é algo que está acontecendo com uma certa frequência, fique CALMO!
Tem diversos tipos de tratamento e hoje eu vou falar sobre um método caseiro que a gente pode fazer em casa mesmo que vai ajudar muito, senão resolver o seu problema de uma vez por todas!
Aqui eu vou falar sobre este novo método que está bombando na internet!
Um eBook muito conhecido como o “Destruidor de Ejaculação Precoce” que ensina práticas simples, mas que resolvem!
E o melhor de tudo é que se trata de um tratamento caseiro!! Sem que seja necessário cirurgias ou medicamentos pesados!
Sim, existem exercícios que podem ajudar o homem a controlar a sua ereção!
Quando estamos lidando com homens que ejaculam rápido demais, devemos sempre levar um termo como regra: ANSIEDADE.
EJACULAÇÃO PRECOCE CAUSAS
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Se você tem ejaculação precoce, ou não está satisfeito com o tempo que aguenta durante a relação. Pode ser os níveis de testosterona baixo!
Sente que está deixando sua parceira na mão na hora H, primeiramente você precisa entender o que está causando essa disfunção erétil!
As técnicas que serão apresentadas aqui elas podem ser aplicadas para todos os homens que sofrem de ejaculação precoce causada por:
Lembrando que os fatores biológicos também podem ser levados em consideração na hora de aplicar o método caseiro para acabar de vez com a ejaculação precoce.
São considerados fatores biológicos que interferem na relação sexual os seguintes:
Como eu comentei anteriormente, a ejaculação precoce trata-se de uma condição na qual o homem não consegue ter uma relação sexual efetiva, ou seja, é incapaz de satisfazer sua parceira a ponto de fazer com que ela também tenha um orgasmo.
Segundo a Sociedade Internacional de Medicina Sexual, pode ser entendido como ejaculação precoce a ejaculação que, sempre ou quase sempre, ocorra antes de um minuto da penetração.
Se você tem este problema, NÃO SE PREOCUPE!
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TIPOS DE EJACULAÇÃO PRECOCE
Ejaculação Precoce Primária: Ocorre quando desde sempre o homem teve este problema.
No caso, serve para todos os homens que desde lá no início foram rápidos.
Ejaculação Precoce Secundária: Este caso é um pouco diferente do primeiro, na ejaculação precoce secundária surge com o tempo.
Neste caso específico, é de homens que sempre controlaram bem seu orgasmo e que com o tempo, passaram a notar uma disfunção no qual goza antes do tempo.
Ejaculação Precoce Situacional: É quando ocorre em apenas determinadas situações. Ou com uma parceira específica.
Ejaculação Precoce Variável: Ocorre quando de vez em quando a pessoa tem uma ejaculação precocemente, antes dos 5 minutos. Não chega a ser um problema na vida do homem.
Mas se passa a ocorrer com uma certa frequência, vai requerer uma certa atenção pra que o problema não se agrave.
Ejaculação Precoce Subjetiva: É caracterizada como Ejaculação Precoce Subjetiva quando o homem tem um certo controle, passar dos 2 minutos, mas após o segundo minuto de relação passa a perder o controle.
MÉTODO DESTRUIDOR DE EJACULAÇÃO PRECOCE
Entretanto o que mais chama atenção do método Destruidor de Ejaculação Precoce.
É que este método foi descoberto por Marcelo Nogueira Filho.
Isso aconteceu antes de escrever o livro, logo após descobrir o método natural para resolver o problema. Sim, o Destruidor de Ejaculação Precoce funciona mesmo!
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Marcelo conta que sofreu de ejaculação precoce por 5 anos segundo ele é 5 longos anos!
Contou que qualquer período que seja, pode ser uma semana, se você não consegue satisfazer uma mulher, parece uma longa semana! Imagina conviver com o problema por 5 anos!
No entanto, não pense que criar o método levou apenas 10 minutos de pesquisa no Google! Muito além disto!
Foram anos estudando, se reservou a estudar a anatomia do sistema reprodutor masculino.
Após um longo período de pesquisa e muitas entrevistas com diversos urologista, bem como conhecer cada detalhe do trabalho de todos.
Depois de passar um longo tempo estudando sobre o assunto, ele chegou ao método que fez com que ele durasse mais de 50 minutos!!
O Destruidor de Ejaculação Precoce, trata-se de um livro digital que ensina um método caseiro que coloca fim em todos os quadros de ejaculação precoce.
DESTRUIDOR DE EJACULAÇÃO PRECOCE BENEFÍCIOS
Confira os benefícios que você poderá garantir ao iniciar a leitura do material:
Ele já foi usado por diversos homens de todas as idades..
Indiferente da velocidade do metabolismo, ou tamanho, ou peso, ou altura, ou das horas diárias que a pessoa dorme ou indiferente mesmo da dieta que a pessoa faz.
Toda as pessoas que usaram até o momento, compraram e viram resultados suficiente pra mudar de vida!
Terminar de vez com a ejaculação precoce em casa, sem uso de remédios ou recorrer a cirurgias!
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DESTRUIDOR DE EJACULAÇÃO PRECOCE ONDE COMPRA
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Antes de mais nada eu já vou colocar que para maior segurança a venda é feita somente no Site Oficial!
GARANTIA
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Exatamente, isso acontece porque como você leu, este material tem garantia!
Então a comercialização dele fica somente via Site Oficial por conta de ter seus dados registrados, valores pagos, para caso você sentir-se insatisfeito, pode apenas mandar um e-mail informando que não esta satisfeito com os resultados que o valor será reembolsado sem qualquer questionamento.
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PRODUTO COM SEGURANÇA GARANTIDA
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Seus dados financeiros são secretos e protegidos por criptografia.
Os seus dados são pessoais, sigilosos e não são compartilhados.
Site 100% confiável e autenticado por empresas de segurança.
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Acesse o site oficial clicando aqui: http://bit.ly/2CIb4f6
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2019.10.15 04:43 Enigma_Machine1 Pessoas que trataram ciúmes com um psicólogo, me deem uma luz aqui

Estou tendo um problema sério de ciúmes no meu relacionamento. Tenho os sinais mais clássicos disso: ciúmes do passado da pessoa, me comparo toda hora com os ex-namorados dela, tenho aquele medo de perdê-la, tenho um certo ciúmes dos amigos (mesmo conhecendo alguns e gostando muito deles), sem contar o mar de toxicidade que são as redes sociais nesse sentido (de achar que toda a atividade da pessoa é "suspeita" - eu não fico monitorando isso 24h por dia, mas invariavelmente aparecem para mim interações normais que ela tem com os amigos etc).
Eu fico chateado por isso me ter pego de surpresa. Eu nunca tive ciúmes fora do "normal" antes desse relacionamento. No meu último namoro eu fui traído, e foi aquela história: eu estava desconfiando há algum tempo, tive a confirmação pois acabei sendo trocado. Isso foi há mais de 2 anos atrás. Sinto que desde então eu nunca mais consegui confiar em outra pessoa. Tive uma vida de solteiro bem normal depois disso, quase 2 anos tendo apenas encontros casuais e um ou outro lance mais sério. Meu namoro atual é de 8 meses. No início eu não tinha ciúmes algum, pelo contrário, eu nem sequer encanava com isso. No entanto, foi só minha namorada fazer uma brincadeira um dia, sobre traição e tal, que as lembranças do meu último relacionamento vieram a tona e aos poucos vi os ciúmes se instalando dentro de mim e, por mais que eu reconhecesse isso, não conseguia fazer nada a respeito. Meu pensamento ficou viciado. Fico procurando pelo em ovo, buscando nas entrelinhas das coisas que minha namorada me diz, algo que não existe. Eu tenho dificuldade em discernir o que é real e o que é coisa da minha cabeça nesse sentido. Sinceramente, eu não sei se minha dificuldade em confiar é nos outros, ou é confiar em si mesmo.
Estou em busca de tratamento psicológico pois tenho plena noção que os ciúmes que eu tenho são insustentáveis a longo prazo. Gostaria de saber das experiências de quem já passou por isso e buscou ajuda. Como foi o tratamento? Vocês conseguiram mudar? Os ciúmes desapareceram? Conseguiram tocar o relacionamento depois disso? Queria apenas saber que isso é de fato possível de ser mudado, isso já me aliviaria e muito a consciência.
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2019.08.11 23:32 PeriloAmbrosio Pro povo que usa aplicativos como Tinder. O jogo virou.

Indo direto ao ponto: eu uso esses aplicativos a algum tempo e nunca tive muito problema pra conseguir encontros e conhecer mulheres. Sempre usei esses aplicativos mais pra conhecer alguém e passar um bom momento do que pensando num relacionamento de longo prazo.
Porém, com a idade chegando eu to querendo ter algo mais sério e tem uma mina que estou vendo que tenho interesse em, ao menos, entender o que que ela tá querendo em relação a relacionamento e não faço a mínima ideia de como sondar isso.
Sai com ela 3x e desde o início rolou um papo bom e transamos no primeiro encontro. Ela é um pouco mais velha que eu, 37 e eu 31, e não faço ideia de como abordar essa questão.
No passado quando uma mulher ficava interessada em desenvolver algo mais sério eu falava de forma bem clara que embora eu esteja curtindo muito estar com ela que não tinha planos, naquela hora, de ter algo de longo prazo. Eu sempre achei que seguir pelo caminho da honestidade é o melhor caminho, mas agora to meio perdido de como perguntar ou fala isso pra mulher.
Não é como se eu tivesse querendo namorar ou casar com ela, só não to mais afim em gastar energia em coisas apenas casuais.
E agora, povo do Reddit, como é que faz?
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2019.07.30 20:00 Dyegomed Guia Completo: Como funciona a Residência Médica? (13/09/2018)

Guia Completo: Como funciona a Residência Médica? (13/09/2018)
A seguir você vai ver um resumo comparativo com todas as R1, logo abaixo terão características detalhadas de cada uma. (com base em alguns dados feitos pela pesquisa da USP: "A Demografia Médica do Brasil")

ÁREAS DA MEDICINA R1


https://preview.redd.it/8z3szhwachd31.jpg?width=862&format=pjpg&auto=webp&s=4056f0e6fe1a7c2bbc6358971fc2aa634e5bab0f

ACUPUNTURA

Uma Medicina alternativa e complementar que serve de terapia para o corpo. No Brasil, não é necessário fazer Medicina para se tornar acupunturista. A Acupuntura é recomendada pela OMS para o tratamento de 200 doenças e sintomas. Requer muita delicadeza e amor ao que faz, já que o salário médio está longe de outras especialidades médicas mais famosas.

ANESTESIOLOGIA

Essa é uma das principais especialidades e vem crescendo a cada ano, é uma das áreas com o maior salário na Medicina. Se você gosta de procedimentos invasivos e de estar sempre atualizado, essa especialidade é para você! Mas saiba que, atualmente, o anestesiologista não fica mais restrito ao centro cirúrgico e participa do pré e pós operatório do paciente.

CIRURGIA GERAL

É uma das principais especialidades do país e desejo de milhares de estudantes de Medicina. A Cirurgia Geral é pré-requisito para quem quer fazer RM em outros tipos de cirurgia, como Cirurgia de Mão, Pediátrica, de Aparelho Digestivo, etc. A especialidade exige resistência física, emocional e segurança nas tomadas de decisões. A partir de 2019 a área vai ser dividida em duas: Área Cirúrgica Básica (2 anos) e Programa de Cirurgia Geral (3 anos).

CIRURGIA CARDIOVASCULAR

Virou especialidade de acesso direto mas com 5 anos de Residência Médica. A especialidade exige as mesmas características da Cirurgia Geral, mas também é necessário ter domínio de tecnologias, que tem evoluido muito, da videoendoscopia torácica até robos inteligente.

CLÍNICA MÉDICA

Uma das 3 principais especialidades da Medicina e a com o maior campo de trabalho. O especialista nela acaba aprendendo de tudo um pouco e vai ter uma visão ampla do paciente, atuando no combate de doenças de baixa e alta complexidade. Se você gosta de diagnosticar, ela é pra você! Pré-requisito para quem quer fazer RM em uma especialidade clínica - com exceção de dermato e neurologia.

DERMATOLOGIA

É uma das especialidades mais concorridas do Brasil, mas tem um grande campo de atuação; podendo atuar fazendo procedimentos clínicos, cirúrgicos e cosmiátricos. É muito comum trabalhar em consultório próprio ou em outras clínicas. É uma área muito delicada da Medicina, o que atrai muitas médicas. Carisma e uma boa relação com o paciente é fundamental para se sair bem. Com muito amor e dedicação, você consegue sua vaga nessa RM.

GENÉTICA MÉDICA

É a especialidade menos concorrida do país. O profissional lida com doenças genéticas raras - na maioria das vezes - e com os famosos exames de DNA. O paciente tratado costuma ter passado por diversos outros médicos antes de se consultar com esse tipo de especialista, que por essência deve ser curioso - já que sua principal função é investigar. Para quem gosta de laboratórios, é uma boa opção!

GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA

Uma das 5 principais especialidades. Ela cuida da saúde do sistema reprodutor da mulher e a acompanha no momento da gravidez. É comum começar a trabalhar em Ginecologia e ir migrando aos pouco para a Obstetrícia. O relacionamento com o paciente é essencial, você precisará estar sempre disponível e assim ele vai estar sempre com você. O mercado é muito concorrido -mas se tiver amor- você pode ser muito bem realizado(a)!

HOMEOPATIA

É a primeira especialidade criada apenas no Brasil. Ela é focada no autoconhecimento, podendo tratar de alergias até problemas emocionais. Como o tratamento é de forma individual e não focado apenas em doenças, as consultas homeopáticas costumam ser extensas e detalhadas. O especialista deve ter um perfil compreensivo, que gere confiança ao paciente e gostar de manipulação de substâncias.

INFECTOLOGIA

O especialista trabalha com doenças relacionadas a vírus, bactérias, fungos, entre outras. Os pacientes costumam ser de população humilde, com pouco acesso a saúde básica. Justamente por isso, grande parte dos especialistas estão no Norte do Brasil, onde existe população indígena ou que são constantemente afetadas por doenças infecciosas. Possui um grande campo de atuação e muito trabalho, mas a remuneração não é das melhores. Mas a gratidão dos pacientes é enorme!

MEDICINA DA FAMÍLIA E COMUNIDADE

Devido aos programas federais, essa é a especialidade que mais cresce no país. O especialista realiza cuidados primários em famílias inteiras, por isso é fundamental que o médico seja acessível e empático, criando um relacionamento com as famílias mesmo sem nenhum doente. Quando isso acontecer, você será o primeiro a ser chamado. Resume bem a filosofia em volta da palavra Médico, ser especialista em pessoas e não em patologias.

MEDICINA DO TRABALHO

Medicina do Trabalho é a especialidade que visa a prevenção e a qualidade de vida dos trabalhadores durante seus serviços. A rotina do especialista não segue um padrão, mas é considerada tranquila e flexível. E ainda por cima apresenta um amplo mercado e boa remuneração. Vale ressaltar que a Medicina do Trabalho é uma das 7 principais especialidades do país, apesar de não ser de muito interesse dos recém-formados.

MEDICINA DO TRÁFEGO

É a especialidade que visa o bem estar físico, psíquico e social do ser humano que se desloca seja qual for o meio (carro, a pé, transporte público, etc). Suas principais áreas de atuação são: Medicina de Tráfego Preventiva, Curativa, Legal, Ocupacional e Medicina de Viagem. Por ser uma área carente de profissionais e com uma grande demanda de potenciais pacientes, ela é uma alternativa para as pessoas que querem um emprego sem muita dificuldade.

MEDICINA DO ESPORTE

Uma das 5 áreas com menos especialistas do país, a Medicina Esportiva visa tratar - e principalmente - prevenir lesões de praticantes de esporte profissionais e amadores. As áreas de atuação são amplas, indo de consultórios próprios até a clubes esportivos. Existem poucos profissionais e uma grande demanda, e com isso tende a crescer o número de especialistas e também por conta da consolidação da profissão após as Olimpíadas e Copa do Mundo de futebol.

MEDICINA FÍSICA E REABILITAÇÃO

É a área médica focada na qualidade de vida dos pacientes com deficiência ou doenças incapacitantes. Os profissionais estudam a melhora da função e a reabilitação dessas pessoas, tratando-os de uma forma total. O fisiatra não atua apenas com a parte física do paciente, tem que saber lidar também com emocional e social. Apesar da vasta abrangência, o crescimento da área vem diminuindo por causa do aumento da expectativa de vida e pela falta de investimentos.

MEDICINA LEGAL E PERÍCIA MÉDICA

É a especialidade que usa da ciência para esclarecer fatos de interesse da justiça. Como, por exemplo, examinar um cadáver para saber o que causou a sua morte. Ela visa esclarecer a causa e o efeito de: doenças, lesões, sequelas, mortes, acidentes, etc. Pode atuar tanto no setor público como no privado (seguradoras). Quem já viu série como CSI vai se identificar!

MEDICINA NUCLEAR

O especialista nessa área utiliza de várias ferramentas nucleares para fazer diagnósticos e terapias, e - por conta disso - é preciso ter prazer em lidar com a tecnologia. A rotina do Médico Nuclear é bem diferente de outros tipos de especialidades. Os trabalhos são diurnos e não costumam incluir fins de semana, nem trabalho em emergência. O lado bom, ou ruim, é que possui poucos profissionais na área.

MEDICINA PREVENTIVA E SOCIAL

É a especialidade que atua na prevenção de doenças coletivas e que não pensa no paciente individual. Essa prevenção se dá, por exemplo, através de vacinas, projetos focados nas atividades físicas e etc. O médico tem que ter um perfil organizado para planejar ações na saúde da população. Vem ganhando cada vez mais espaço na Medicina pública e particular, devido aos últimos casos de epidemias no Brasil.

NEUROCIRURGIA

Especialidade dedicada ao diagnóstico e tratamento de doenças e traumas no sistema nervoso central e periférico. Possui atividades bem delicadas e de riscos, lidando diretamente com a vida dos pacientes, o que exige firmeza na tomada de decisões, ter habilidades manuais e mentais - para tratar com os familiares. Atende a poucos pacientes durante os plantões e sobreavisos. É uma especialidade bem vista, além de ser bem remunerada e possuir bastante mercado.

NEUROLOGIA

O Neurologista é o profissional que trata clinicamente de distúrbios do sistema nervoso central e periférico - AVC, Parkinson, entre outras. É a especialidade que mais exige bons diagnósticos topográficos, exigindo que seja curioso e estudioso. A atuação é, em sua maioria, ambulatorial, mas esses profissionais estão cada vez mais presentes em hospitais e realizando plantões. Se você optar por essa especialidade, vai acabar interagindo muito com médicos generalistas e de outras especialidades.

OFTALMOLOGIA

É uma das áreas médicas mais conhecidas. O profissional lida com um sentido muito importante - que é a visão, e isso o torna muito importante. A rotina envolve ambulatório e consultórios de terceiros, mas muitos têm suas próprias clínicas mesmo os equipamentos sendo caros. Quando em plantão, ficam em sobreaviso e há poucas emergências - e com isso o plantão é um dos mais mal pagos. A especialidade exige que você trabalhe bem com as próprias mãos e que se especialize e se atualize cada vez mais dentro da área.

ORTOPEDIA E TRAUMOLOGIA

Essa é a 7ª maior especialidade do país. O início da carreira costuma ser em emergências atendendo problemas em ossos, articulações, ligamentos, tendões, músculos e nervos. Você tem que ser confiante e com habilidades manuais, pois é comum cirurgias. Vai viver muito tempo nos hospitais praticando, mas, com o tempo, irá mesclar a cirurgia ao atendimento ambulatorial. A especialidade está em voga graças à alta dos esportes - a remuneração é boa e tem amplo mercado, incluindo para as médicas.

OTORRINOLARINGOLOGIA

Especialidade clínica-cirúrgica bastante diversa e que trata doenças no nariz, ouvido, faringe e laringe; existindo assim a possibilidade de sub-especializar. O Residente aprende a prática cirúrgica desde o primeiro ano e ao final, a sua atuação ocorre tanto em consultórios particulares, como em clínicas e hospitais. Atende crianças e até idosos, que na maioria das vezes chegam pelo plano de saúde. Existem muitos profissionais na área, mas a demanda é muito alta também, por isso ainda é uma especialidade que vale muito a pena!

PATOLOGIA

É uma especialidade que exige do médico tanto conhecimentos teóricos, quanto práticos. O especialista tem uma área abrangente de trabalho, que pode ser de pesquisador básico ou um médico que faça diagnósticos terapêuticos; atuam muito em hospitais e universidades - quase sempre em laboratórios. Ou seja, se você não gosta de contato com pacientes e correria de emergências, essa especialidade pode ser para você, mas saiba que trabalhará ao lado de profissionais de outras áreas.

PATOLOGIA CLÍNICA E LABORATORIAL

É a especialidade que auxilia o médico de diversas outras especialidades em diagnósticos e acompanhamentos clínicos através de análise sanguínea, urina, fezes, entre outros fluídos biológicos. É uma especialidade que se propõe a produzir laudos, e não apenas resultados -com isso ajuda a esclarecer 80% dos diagnósticos. A grande maioria da vagas em Residência Médica para essa área não são ocupadas, fazendo com que tenha falta de profissionais em muitas regiões.

PEDIATRIA

É uma das especialidades bases da Medicina e sonho de muitos estudantes. É uma área que mais exige muito conhecimento do médico, já que muitas crianças não sabem relatar o que estão sentido. Além disso, o profissional precisa de muita paciência e amor para ser um grande pediatra, pois tratará diretamente com a família do paciente. Apresenta uma grande possibilidade de empregos e variedade de locais de trabalho, além das sub-especialidades -que você pode seguir optando pela Pediatria. Sua Residência e a de Neurologia sofreram algumas mudanças recentemente.

PSIQUIATRIA

Uma das primeiras especialidades do mundo, tratando doenças que afetam o comportamento humano como: depressão, transtorno bipolar e ansiedade. O especialista precisa ser muito paciente e empático, além de se acostumar a lidar com doenças crônicas. Sua atuação pode acontecer em certos hospitais, consultórios próprios, centros de dependentes químicos e etc. Os tratamentos são a longo prazo e isso faz com que não tenha sempre pacientes novos.

RADIOLOGIA E DIAGNÓSTICO POR IMAGEM

É a 6ª área com mais especialistas no país e, apesar de ter que gostar de usar tecnologias, se engana quem acha que o radiologista só fica sentado em frente a um computador o dia todo. Você precisa ser versátil e ter conhecimento geral sobre toda Medicina, pois acontece muita troca com outras especialidades. Mais especificamente, o profissional precisa determinar quais os melhores exames para fazer, os protocolos; acalmar o paciente, entre outras tarefas. Existe uma grande demanda de exames e plantões, por isso é essencial ter grande grau de concentração.

RADIOTERAPIA

É uma especialidade que usa a radiação ionizante para o tratamento de tumores malignos. Essa área vem sendo chamada de Rádio-Oncologia, já que tem atuado mais em prevenção, diagnóstico e tratamento de câncer. O profissional tem muito contato com os pacientes, com quem deve ter muita paciência e empatia, já que a doença é sempre delicada. Infelizmente, esses profissionais estão em falta em muitos lugares do Brasil - gerando uma grande oportunidade na área - pois sobram empregos para um mercado que é amplo e bem reconhecido.
crédito: www.soulmedicina.com.br
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