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Bruno Rezende : meus estudos para o CACD Parte IV - SUGESTÕES DE LEITURAS pt2

2020.07.23 10:44 diplohora Bruno Rezende : meus estudos para o CACD Parte IV - SUGESTÕES DE LEITURAS pt2

DIREITO
Não sou muito fã de livros de Introdução ao Estudo do Direito, mas, caso seja de interesse de alguém que nunca ouviu falar no assunto, antes de partir para os estudos específicos do Guia de Estudos, sugestões possíveis são Introdução ao Estudo do Direito (Paulo Dourado) e Lições Preliminares de Direito (Miguel Reale). De todo modo, acho desnecessário para o concurso. Você não precisa saber essas teorias iniciais, para passar ao que, de fato, cai nas provas.
- Manual do Candidato: Noções de Direito e Direito Internacional Público (Alberto do Amaral Junior) – não li. Não é indispensável e há leituras mais interessantes. De qualquer modo, não diria que é desprezível.
- Direito Internacional Público (Rezek): é, praticamente, a bíblia da prova de Direito. Além de ser o livro mais importante para a prova de Direito Internacional Público (DIP), é, entre os livros que citarei de DIP, o mais curto e com as letras maiores (depois de meses lendo letras miúdas, isso é uma bênção). Se você estiver lendo outro manual de DIP e encontrar alguma coisa que vá contra o que o Rezek disse, atenção: não desconsidere o Rezek. Os dois argumentos podem ser contrapostos, por exemplo, em uma questão de terceira fase (para a primeira fase, normalmente, evita-se esse tipo de questão que dá margem a confusões). Um professor de cursinho gostava de falar que “in dubio pro Rezek”. A única exceção é a consideração do indivíduo como sujeito de DIP (Rezek não o considera), que é praticamente consensual para a banca. Sobre isso, vide a referência a Cançado Trindade abaixo.
- Manual de Direito Internacional Público (Accioly): muitos adoram e falam muito bem, mas vejo alguns problemas. Em primeiro lugar, de ordem prática: o livro possui excessivas citações e referências históricas e de autores, o que é muito bom para quem deseja conhecer a fundo determinado assunto de DIP, buscar outras fontes etc., mas é (pelo menos eu acho assim) péssimo para alguém que está estudando com a cabeça voltada para a aprovação no concurso. Obviamente, o livro tem seus méritos, e há coisas nele que não há no Rezek, por exemplo, mas não o considero a melhor opção para os estudos para o concurso. Se tiver de escolher entre Rezek ou Accioly, eu sugeriria o Rezek. Se eu tivesse tempo para ler os dois, eu não leria o Accioly e o substituiria pelo Portela, indicado abaixo (sempre conferindo os conteúdos, obviamente, com o Guia de Estudos).
- Introdução ao Direito Internacional Público (Alberto do Amaral Júnior): não muito extenso, bom complemento ao Rezek. Em algumas partes, é até melhor que o Rezek. Pode valer a pena dar uma olhada, apesar de não ser indispensável.
- Direito Internacional Público e Privado (Paulo Henrique Gonçalves Portela): não conheço o livro, mas ele foi indicado por um professor de cursinho para o IRBr. O professor falou que o livro é excelente, mas ele estava esgotado na editora. Em 2011, lançaram nova edição, que já está disponível para a compra, mas não cheguei a ter acesso a ela. De todo modo, esse professor é ótimo e tem uma “filosofia pragmtica” muito próxima { minha, ent~o confio nas recomendações dele.
- International Law (Malcolm Shaw): não li, mas já recebi boas indicações a respeito. Está disponível para download no “REL UnB”.
- Direito Internacional Público (Nguyen Quoc, Patrick Dailler e Alain Pellet)
- Documento “Atos Internacionais – Prática Diplomática Brasileira – Manual de Procedimentos” (Alessandro Candeas): curtíssimo documento sobre a celebração de atos e de acordos internacionais no Brasil (disponível para download no “REL UnB”).
- Artigo “Efetividade do Órgão de Solução de Controvérsias da Organização Mundial do Comércio: uma análise sobre os seus doze primeiros anos de existência e das propostas para seu aperfeiçoamento” (Marcelo Dias Varella): ótimo artigo. Responderia a uma quest~o da terceira fase de 2010 e a uma (ou quase uma) de 2011.
Quanto ao Direito Internacional Privado (DIPri), não estudei em nenhum livro. Como tive aula sobre isso no cursinho, fiquei apenas com minhas anotações de aula mesmo. Por não conhecer o livro do Portela, não sei dizer se é suficiente, mas a parte de DIPri que é preciso saber para a prova não é muita coisa: ler a Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro (antiga Lei de Introdução ao Código Civil) – artigos 7º ao 11; 15; 17 – e a RES STJ 09/05 – artigos 5º e 6º - já é um começo. Para completar, procure algum artigo curto que trabalhe bem esses temas na internet, não deve ser difícil de encontrar.
- O Direito Internacional em um Mundo em Transformação (Cançado Trindade): recebi boas indicações, mas não passei nem perto, por falta de tempo e por pragmatismo, já que tem mais de mil páginas.
- Coletânea de Direito Internacional (Valerio Mazzuoli): essa obra reúne dezenas dos tratados internacionais mais importantes. Muito útil e prático (bem melhor que ficar procurando tudo na internet), com índice de assuntos, índice temático e índice cronológico (o que facilita bastante os estudos). Usei bastante como livro de consulta (em diversos momentos, será importante saber alguns artigos e capítulos especiais de certos tratados, como discutido abaixo) e recomendo fortemente.
Especialmente, para a terceira fase, para complementar suas respostas, decorei os principais artigos, incisos, recursos extraordinários e leis de importantes documentos referentes ao Direito Internacional: Carta da ONU (art. 1º; art. 2, §4º; cap. VI; cap. VII; art. 33, 39, 41, 42, 51), Estatuto da CIJ (art. 38), 4 Convenções de Genebra (art. 3º comum), Pacto Internacional de Direitos Civis e Políticos (art. 1º), Convenção de Viena sobre Direito dos Tratados (artigos 27 e 46), Protocolo de Ouro Preto (art. 34), Constituição da República Federativa do Brasil (art. 4º; art. 5º §2º, 3º e 4º; art. 12; art. 21, incisos I e II; art. 49, inciso I; art. 84, incisos VII e VIII), RE 80.004/77; Lei 6.815/1980; Lei 9.474/1997; RE 466.343/SP. Pode parecer muito, mas, durante os estudos, você verá que não é. Acho que todos esses são importantíssimos e fundamentais para qualquer prova de Direito Internacional. Ao longo de seus estudos, complemente a lista com outros que você julgar importantes (todos os que usei em meus estudos e decorei para a prova estão aí).

>> DIREITO INTERNO

Não costuma cair frequentemente na primeira fase (cai em alguns anos, em outros não cai nada), por isso alguns não dão muita atenção ao Direito Interno. De qualquer forma, é item do Guia de Estudos e não pode ser deixado de lado. Na terceira fase, pode cair indiretamente, misturado a elementos de Direito Internacional (especialmente, Direito Constitucional Internacional).
- Sinopses Jurídicas nº 17 e 18 (editora Saraiva)
- Direito Constitucional Descomplicado (Vicente Paulo e Marcelo Alexandrino): acredito ser ótima alternativa para o estudo de Direito Constitucional. Esqueça manuais de Direito Constitucional (como o gigantesco do Gilmar Mendes, por exemplo), eles são pouco práticos. Além disso, não precisa ler o livro todo, siga os itens pelo edital. Mesmo o livro do Alexandrino terá muitas coisas que não são tão importantes para o CACD. Conhecer as questões de Direito Interno que caíram nas provas anteriores é fundamental para saber ponderar o que é útil e o que não é.
- Direito Constitucional Esquematizado (Pedro Lenza): já me falaram que é melhor que o Direito Constitucional Descomplicado, mas só descobri isso depois, quando já havia comprado o Alexandrino. De qualquer forma, ambos são válidos (repito: confira os tópicos com o Guia de Estudos, senão vai estudar muita coisa à toa).
Quanto ao Direito Administrativo (DA), recomendaram-me o livro da Maria Sylvia Zanella Di Pietro, e estudei por ele, mas não sei se é o ideal. Já me recomendaram, também, os livros de DA de Carvalho Filho e de Celso Antônio Bandeira de Mello, mas não os conheço. Os tópicos de DA do edital são bem específicos (princípios constitucionais da administração pública, controle de legalidade dos atos da administração e responsabilidade civil do Estado), então acho que dá para estudar esses itens específicos ou por bons artigos jurídicos disponíveis na internet ou por qualquer manual de DA, selecionando esses tópicos essenciais. Procure algum manual de DA em bibliotecas e veja o que mais lhe agrada quanto a esses tópicos, que são curtos e fáceis (em uma ou duas páginas, você faz um resumo bom dessa matéria). Na internet, h vrios “resumões de Direito” que podem ajudar nos estudos, especialmente, em DA. Disponibilizei alguns a que tive acesso no “REL UnB”. Reitero a necessidade de conferir os itens com o Guia de Estudos. H muita coisa de DA que é desnecessria (no “Resum~o de DA” que disponibilizei no “REL UnB”, basta ler os itens 3, 6, 10, 12 e 15).
- “Constituição Federal de 1988”: não vai querer decorar a CF toda, porque não adianta nada. Se você souber todos os artigos e incisos dela indicados acima, acho que já conseguirá responder às questões de Direito Internacional que envolverem o tema. Para Direito Administrativo e para Direito Constitucional, acho que não precisa saber nenhum artigo da CF de cor, basta estudar a teoria mesmo (vale dizer que, nos concursos de 2010 e de 2011, não foi cobrado praticamente nada de Direito interno).
ECONOMIA
- Manual do Candidato: Economia (Carlos Paiva e André Cunha): achei não prático e não objetivo em muitas partes e acho que, para alguém não iniciado em Economia, será grande perda de tempo. Por outro lado, é tão incompleto em outras partes que, para alguém já iniciado em Economia, também será perda de tempo. Em resumo: não recomendo a ninguém, com uma ressalva: não li a parte de História Econômica do Brasil no manual, então não posso dizer nada a respeito. Já vi professores recomendarem o capítulo 8, mas não li.

>> MICROECONOMIA, MACROECONOMIA E ECONOMIA INTERNACIONAL

Os três manuais básicos de Economia são:
- Introdução à Economia: Princípios de Micro e Macroeconomia (Mankiw): a recomendação dada por um professor, em uma sugestão que li na internet, é que, na 3ª edição, os capítulos recomendados são: 3 a 9, 14, 15, 18, 21, 23, 24, 29, 31, 33 a 35.
- Economia (Samuelson e Nordhaus)
- Manual de Economia – equipe de professores da USP (org. Pinho e Vasconcelos)
O Mankiw é o mais tradicional e o que conheço melhor. Já ouvi alguns dizerem que preferem o manual do Samuelson ao do Mankiw, mas não o conheço. Se você tiver acesso às duas obras (são figurinhas carimbadas em bibliotecas universitárias) e não estiver satisfeito com uma, tente a outra. De qualquer forma, o Mankiw deve atender bem a suas necessidades. Com relação ao manual dos professores da USP, alguns (principalmente os menos familiarizados com Economia) costumam reclamar quanto a algumas partes em que se aprofunda demais em certos temas que podem parecer incompreensíveis para alguns. Não usei nenhum dos três manuais em minha preparação, pois não estudei essa parte da Economia, que já sabia à exaustão, mas os três são válidos. Escolha o que mais lhe agradar e, caso tenha problemas com algum tema específico, procure em outro. Tenho as versões em “pdf” de todos e disponibilizei-as para download no “REL UnB” (as versões digitalizadas do Mankiw e do Samuelson são em inglês). Não custa repetir: não leia os manuais integralmente! Acompanhe a matéria com o programa discriminado no Guia de Estudos, ou você perderá precioso tempo.
Para quem é de Brasília, sugiro as apostilas de Introdução à Economia da UnB (para adquiri-las, entre em contato pelo site http://www.unb.bface/eco/inteco/). As apostilas não contemplam toda a matéria exigida no concurso, mas podem servir de base para aqueles que estão iniciando seus estudos. Sugiro buscaaprofundar, no mínimo, os seguintes temas além da apostila: teoria da firma e tipos de mercado, teoria do consumidor, contabilidade nacional, multiplicador monetário (não confundir com o bancário), meios de pagamento, oferta e demanda agregadas e Economia Internacional (veja as indicações de Krugman e Obstfeld/Dornbusch e Helmers abaixo). A parte de economia brasileira das apostilas é de caráter bem introdutório e superficial, o que torna indispensável a leitura de toda a matéria em outras fontes (ver indicações abaixo). Além disso, a prova de terceira fase de 2011 provou que é indispensável saber correlacionar os conceitos econômicos aprendidos na matéria com as circunstâncias econômicas globais contemporâneas. Por esse motivo, vale dizer que é muito importante ficar atento aos noticiários econômicos.
- Economia Sem Mistérios (Matthew Bishop): segundo recomendações, bom livro para conceitos de Economia.
- Microeconomia: Princípios Básicos (Hal R. Varian): esse livro não é indicado para quem não possui conhecimentos de Economia Quantitativa. Há, obviamente, muita coisa desnecessária ao concurso (no concurso de 2011, por exemplo, não serviu para absolutamente nada). Passei o olho no livro de maneira rápida, selecionando as partes que se encaixam no conteúdo pedido no CACD (no fim das contas, não é muita coisa). De modo geral, não recomendo estudar por ele (não é todo mundo que está familiarizado com a linguagem matemática de Economia). Fica a sugestão apenas para aqueles que estiverem mais confortáveis com os números (com a observação de, como eu disse, selecionar apenas as poucas partes do livro que são relevantes para o concurso – ter uma noção do que já foi cobrado nos anos anteriores é fundamental para isso).
- Contabilidade Social: a Nova Referência das Contas Nacionais do Brasil (Carmen Feijó): segundo o Guia de Estudos antigo, os capítulos recomendados são: 3 e 5.
- “Estrutura do Sistema de Contas Nacionais” (IBGE) e “Notas Metodológicas do Balanço de Pagamentos” (Banco Central do Brasil): texto curtos e técnicos, mas bastante importantes (os dois textos est~o disponíveis para download no “REL UnB”).
Estudei Contabilidade Nacional apenas por uma folha de fórmulas que xeroquei de um amigo que fez Economia em um cursinho preparatório. De todo modo, se você fizer as provas anteriores (da primeira e da terceira fases), verá quais são as identidades contábeis comumente cobradas no concurso. No “REL UnB”, disponibilizei algumas tabelas de fórmulas de Contabilidade Nacional que encontrei na internet.
Para os itens “teorias clássicas do comércio, vantagens absolutas e comparativas e pensamento neoclssico” e “comércio internacional, efeitos de tarifas, quotas e outros instrumentos de política governamental”, recomendo Economia Internacional: teoria e política (Krugman e Obstfeld), capítulos 1 a 4, 8, 9. Nos capítulos 2 a 4, não dê muita atenção às partes com fórmulas/gráficos, que, para quem não é muito familiarizado com Economia e com Matemática, podem parecer incompreensíveis. O importante, aqui, é entender apenas quais são os principais fundamentos das teorias clássica e neoclássica (esta última entendida como o modelo Heckscher-Ohlin) de comércio internacional. Agora vem a dica de ouro: para os capítulos 2, 3 e 4, leia apenas o a parte “Resumo”, ao final dos capítulos, que contém todas as informações teóricas necessárias para o entendimento das teorias em questão [com a única exceção de, no capítulo 2, ler as duas primeiras páginas (até o final do item “O conceito de vantagem comparativa”) e as duas últimas (do item “Evidências empíricas do modelo ricardiano” até o final)]. Quanto ao capítulo 8, aí, sim, é necessário entender os gráficos e os cálculos empregados (que não são nem um pouco difíceis), pois já foram objeto de questões do CACD em anos anteriores (como na primeira fase de 2009). Os capítulos 1 e 9 são predominantemente descritivos, de leitura fácil e rápida. Em resumo:
· Capítulo 1: ler integralmente;
· Capítulo 2: ler apenas as duas primeiras páginas, as duas últimas e o resumo;
· Capítulos 3 e 4: ler apenas os resumos;
· Capítulos 8 e 9: ler integralmente.
Por fim, algumas partes de Economia Internacional também podem ser encontradas no livro Economia Aberta: Instrumentos de Política Econômica nos Países em Vias de Desenvolvimento (Dornbusch e Helmers). O livro não é próprio para iniciantes (requer conhecimentos sólidos de Introdução à Economia), mas, para os já iniciados, recomendo fortemente. A obra trata desde conceitos iniciais (taxa de câmbio, balanço de pagamentos e política comercial) até história econômica (evolução do sistema financeiro internacional, abertura comercial nos países latino- americanos). Li apenas na graduação, não para o concurso. De todo modo, se tiver tempo, acho que pode ser uma leitura interessante (pelo que me lembro, gostei bastante quando li).
ECONOMIA BRASILEIRA
A seguir, uma série de recomendações de livros de Economia Brasileira15
15 Se sua memória não está muito fresca quanto à história brasileira a partir de meados do século XIX, sugiro começar a estudar a parte de Formação Econômica do Brasil após haver estudado (ou, ao menos, após uma passada mais geral nos temas de) História do Brasil. Acho mais fácil entender, primeiramente, a história, para, depois, entender a história econômica. Além disso, são necessários, pelo menos, conhecimentos básicos de Economia, para estudar Economia Brasileira. Acho importante, se você não teve nenhum contato com Economia ainda, começar com a parte de Economia (Microeconomia, Macroeconomia e Economia Internacional), para, depois, preocupar-se com Economia Brasileira. Enfim, mera sugestão.
- Formação Econômica do Brasil (Celso Furtado): também recomendado para as disciplinas de História do Brasil e de Português (embora com enfoques diferentes). Não li nada para o concurso, e acho que não perdi nada em termos práticos.
- Economia Brasileira Contemporânea (Giambiagi), Economia Brasileira Contemporânea (Gremaud) e Formação Econômica do Brasil (Gremaud): todos foram recomendados, mas não li nenhum para o concurso. Como já disse anteriormente, fiz a parte de Economia Brasileira da prova apenas com minhas anotações de aula da disciplina homônima que cursei na UnB.
- A Ordem do Progresso: Cem Anos de Política Econômica Republicana, 1889-1989 (Marcelo de Paiva Abreu): muitos acham o livro de difícil leitura. Não cheguei a lê-lo para o concurso (havia lido apenas na graduação, já não me lembro muito bem do que achei). Acho que até mesmo o resumo disponível no “REL UnB” pode ser complicado. De verdade, em termos práticos, não sei se vale muito a pena.
- A Economia Brasileira (Baer): também uma opção, embora não indispensável.
- Formação Econômica do Brasil: a Experiência da Industrialização (Versiani e Mendonça de Barros): ler “A Industrializaç~o Brasileira Antes de 1930: Uma Contribuiç~o”.
- Pensamento Econômico Brasileiro (Ricardo Bielschowsky): segundo a bibliografia indicada no Guia de Estudos antigo, os capítulos recomendados são: 2, 9, 10 e 11. Não tenho o livro e não li todos esses capítulos, apenas reproduzo a sugestão (na verdade, só li uma parte do capítulo 3).
Sobre o pensamento econômico de Celso Furtado, incluído no Guia de Estudos de 2011, há, por exemplo, o artigo “Celso Furtado e o pensamento social brasileiro”, de Bernardo Ricupero (disponível para download no “REL UnB”) e o livro de Ricardo Bielschowsky (eu li apenas o “Cap.
III.4 – O Pensamento Desenvolvimentista - O Setor Público: Desenvolvimento Nacionalista”; disponibilizei meu fichamento no “REL UnB”).
- Notas de Aula – UVB: encontrei, na internet, as notas de aula de uma faculdade virtual (UVB) das disciplinas Formação Econômica do Brasil (1500-1930), Economia Brasileira (a partir de 1930) e Comércio Internacional. Compilei as notas e disponibilizei para download no “REL UnB”. Apesar de as notas serem, às vezes, um pouco superficiais, acredito que são boa introdução geral aos temas de Economia Brasileira (ou, ainda, boa revisão geral, depois de já ter estudado). Obviamente, é necessário ponderar, de acordo com o edital, o que é útil e o que não é. As notas de Formação Econômica do Brasil, por exemplo, são muito grandes, mas, conferindo no edital, você verá que só cai História Econômica Brasileira a partir do século XIX (nas notas de Formação Econômica Brasileira, destaco os capítulos 11, 12, 13 e 15). O mesmo vale para o arquivo de notas de Comércio Internacional (ler apenas capítulos 2 a 7). Para Economia Brasileira, sugiro os capítulos de 1 a 10.
Para quem desejar treinar um pouco com exercícios de Economia Brasileira, sugiro, além das provas anteriores do CACD (obviamente), as provas da ANPEC (Associação Nacional dos Centros de Pós-Graduação em Economia). Não tente fazer as provas das outras disciplinas, achando que estará estudando para o concurso, porque as matérias cobradas no exame da ANPEC de Microeconomia e de Macroeconomia, por exemplo, são muito mais avançadas e requerem cálculos muito mais elaborados que o CACD exige. Faça uso, portanto, apenas das provas de Economia Brasileira (são muitas: há, no site da ANPEC, as provas desde 1990). Fazer todas as provas de 1990 até hoje tomará, com certeza, bom tempo de sua preparação. Não fiz nenhuma por falta de tempo mesmo, mas talvez valha mais a pena selecionar duas ou três provas de Economia Brasileira e tentar fazer, como sondagem de suas maiores dificuldades. As provas anteriores podem ser encontradas no site da ANPEC, http://www.anpec.org.bexame.htm (menu à direita).
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2020.07.23 10:36 diplohora Bruno Rezende : meus estudos para o CACD Parte III – A PREPARAÇÃO INTRODUÇÃO pt 10 a 3ra fase do CACD

Em primeiro lugar, lembro uma coisa muito simples: terceira fase não é segunda fase. Você não precisa se preocupar com propriedade vocabular, vírgulas antes de orações subordinadas reduzidas de infinitivo e coisas do tipo. É óbvio que não vale escrever completamente errado também, mas o que eu quero dizer é que a banca da terceira fase nem sabe das exigências da segunda fase direito, então não precisa se preocupar tanto com aspectos formais da escrita. Obviamente, a necessidade de ter uma tese central e alguns argumentos que a comprovem de maneira coerente permanece, mas isso não é novidade para ninguém. A importância do aspecto formal da terceira fase não está nas palavras e nos termos de uma oração, mas na sequência lógica de argumentos.
Algo bastante importante nas provas de terceira fase é destacar um argumento central, uma tese que responda à questão e que lhe permita apresentar exemplos/construções teóricas e desenvolver argumentos que a comprovem. Nessa situaç~o, vale a velha “fórmula” de dissertaç~o: introdução (com a tese central), argumentação (com uma ideia central por parágrafo, com argumentos que comprovem sua tese central) e conclusão (com retomada da tese e com articulação dos argumentos apresentados). Não há um número ideal de parágrafos, vale o bom senso (evitar parágrafos com apenas uma frase ou excessivamente grandes, mas não é necessário que tenham quase o mesmo tamanho, por exemplo, como ocorre na segunda fase).
Evite juízos de valor muito expressivos. Obviamente, tudo o que você escreve contém um pouco de subjetividade, mas evite adjetivações excessivas e algumas construções, como “é importante ressaltar que…”, “vale lembrar que...” ou “fato que merece destaque é…”.
Evite listagens longas e/ou imprecisas. Por exemplo: se você não se lembra de todos os países que fazem parte de determinado grupo, ou se eles são muitos, evite citações de todos os países (na verdade, não sei por qual motivo alguém iria querer citar os membros de um grupo assim, mas vai que precisa de algumas linhas de “enrolaç~o”, não é?). Ex.: “A UNASUL é composta por Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Guiana, Paraguai, Peru, Suriname, Uruguai e Venezuela”.
Preferir: “A UNASUL é composta pelos doze países latino-americanos (à exceção da Guiana Francesa)” ou “A UNASUL é composta pelo agrupamento dos membros do MERCOSUL e da CAN, acrescidos do Chile, do Suriname e da Guiana”. Quanto a imprecisões, evitar, por exemplo: “A UNASUL é composta por Brasil, Argentina, Venezuela, entre outros”. Se você n~o se lembra de todos ou se o número de países é relativamente grande para citar todos, opte ou pelas alternativas anteriormente apresentadas ou, pelo menos, por algo como “Na UNASUL, destacam-se o Brasil – por sua dimensão territorial, por sua população e por seu peso político-econômico –, a Argentina – importante mercado emergente, com forte setor agrícola voltado à exportação e com indústria diversificada – e a Venezuela – detentora de recursos naturais estratégicos e grande exportadora de petróleo”.
Evite, também, citações e menções excessivas. Elas não devem constituir a base de sua resposta. Excesso de citação de eventos pode ser um problema. Obviamente, citar datas, conceitos e períodos é fundamental, mas o problema começa quando essas referências ocupam frases inteiras, sem argumentação e sem sequência lógica de relações. Veja os Guias de Estudos antigos, para ter uma noção do tipo de resposta preferido pela banca. O importante é não exagerar, para o texto não ficar carregado de informações que, ainda que úteis, não sustentam a tese que responde à questão de maneira consistente. Para conceitos menos conhecidos, convém citar a fonte (de todo modo, ainda que certos conceitos, como “Estado normal”, sejam consagrados na literatura sobre política externa brasileira, dizer que “o país entrou, assim, no período que Amado Cervo define como ‘Estado normal’” me parece boa estratégia – até porque o próprio Amado Cervo já foi da banca corretora vez ou outra; o José Flávio Sombra Saraiva é outro que tenho certeza de que irá adorar ver seu nome mencionado em uma resposta).
Algo bastante útil é evitar criar (e cair em) armadilhas. Se você sabe, por exemplo, que o Pacto Andino foi firmado em 1969, mas não tem certeza se a organização aí criada já se chamava Comunidade Andina de Nações, por exemplo, opte por uma formulação de resposta que evite comprometer-se quanto a isso. Uma sugest~o seria, por exemplo: “Firmado em 1969, o Pacto Andino consubstanciou importante passo para a criaç~o da Comunidade Andina de Nações (CAN)”. Desse modo, você evita incorrer no erro de atribuir ao Pacto a responsabilidade pela criação da CAN, sem deixar de destacar sua importância para que isso ocorresse posteriormente. Evite, também, conceitos “politicamente incorretos” ou em desuso, como “governo neoliberal” (preferir “governo associado aos princípios do Consenso de Washington”, por exemplo), “país subdesenvolvido” (preferir “país de menor desenvolvimento relativo”, por exemplo) etc.
Para boa parte dos argumentos a ser empregados na terceira fase, a leitura atenta e o fichamento das melhores respostas dos Guias de Estudos anteriores podem ajudar bastante. Eu tive um professor de cursinho, o Ricardo Macau, que gostava de dizer que o intuito de fichar os Guias de Estudos era, simplesmente, roubar argumentos. Ninguém precisa inventar novos argumentos, para tentar “chocar” a banca. Se a banca publica um Guia de Estudos anualmente, dizia ele, é para mostrar a todos os candidatos o que ela queria ler como resposta naquela questão e o que ela quer ler nas respostas dos concursos dos anos seguintes. Dessa maneira, não há nenhum constrangimento em fichar os principais argumentos das provas dos anos anteriores e em usá-los nas questões pertinentes da terceira fase. Alguns desses argumentos foram muito úteis para mim, especialmente nas provas de História do Brasil, de Política Internacional e de Direito.
Uma coisa que pouca gente fala é que os Guias de Estudos nem sempre são cópias fidedignas das respostas dos candidatos. A organização do concurso entra em contato com os autores das respostas selecionadas e solicita que os próprios autores digitem suas respostas. Os candidatos podem fazer eventuais alterações pontuais de algumas imprecisões, mas alguns poucos acabam exagerando. Para quem está se preparando para o concurso, não poderia haver nada pior, já que não podemos ter uma noção exata de qual tipo de resposta foi avaliado como suficiente pelos examinadores (por saber que era possível alterar, eu sempre ficava em dúvida: será que ele/ela ganhou essa nota escrevendo tudo isso mesmo?). J vi gente dizendo que “quem consegue fazer as melhores respostas deu sorte, porque fez mestrado ou doutorado no assunto, pelo menos”, e isso é completa mentira. O que ocorre é que essas pessoas souberam conjugar estudo eficiente e capacidade de desenvolvimento analítico diferenciada que sejam convertidos em uma argumentação clara e consistente. Para isso, não tem mestrado ou doutorado que adiante. Em algumas questões, você sente ser capaz de escrever o dobro ou ainda mais sobre aquele assunto (principalmente, nas questões de 60 linhas), mas o que mais conta, no fim das contas, é a forma, o modo como você organiza suas ideias, os argumentos de que você faz uso etc.
Na prova de História do Brasil, alguns temas são mais ou menos recorrentes. Definição das fronteiras nacionais, política externa do Império, política externa dos governos Quadros-Goulart (Política Externa Independente), política externa dos governos militares (especialmente, Geisel), relações do Brasil com a América do Sul (destaque para as relações Brasil-Argentina desde o século XIX), relações do Brasil com a África (do período da descolonização até a década de 1980). Obviamente, há inúmeros outros temas (bastante pontuais às vezes) que também são cobrados, mas eu acho que, se eu tivesse só uma semana, para estudar tudo de História do Brasil, eu escolheria esses temas. Ainda que eles não sejam cobrados diretamente, podem ser encaixados em muitas outras questões.
A prova de Inglês consiste de uma tradução do Inglês para o Português (valor: 20 pontos), de uma versão do Português para o Inglês (valor: 15 pontos), de um resumo de texto em Inglês (valor: 15 pontos) e de uma redação sobre tema geral (valor: 50 pontos). As notas de Inglês são, geralmente, bem mais baixas que as das demais provas, o que, considerando que boa parte dos candidatos que chega à terceira fase tem alguma experiência no domínio avançado da língua inglesa (acredito eu), é claro sinal de que a cobrança é bastante rigorosa, e apenas conhecimentos básicos da língua não são suficientes.
Quanto à tradução e à versão, não tenho muito a dizer. Há dedução de 1,00 ou de 0,50 pontos (dependendo do tipo de erro) do valor total do exercício para cada erro de tradução13. O vocabulário cobrado nem sempre é muito simples (um ou outro termo pode ser mais complicado), mas, em geral, não há muitos problemas. Normalmente, as notas da tradução são bem maiores que as notas da versão. Um pequeno “problema” nas traduções e nas versões é o seguinte: o examinador escolhe, tanto nas traduções para o Português quanto nas versões para o Inglês, algumas expressões que ele quer, obrigatoriamente, que o candidato use determinados termos que correspondam àquela palavra ou expressão na outra língua. Assim, por exemplo, se há o termo “vidente”, para ser traduzido para o Inglês, e se o examinador escolheu essa palavra, para testar os candidatos, você ser penalizado, se tentar dizer isso com uma express~o como “a person who foresees” ou coisa do tipo. Se o examinador, entretanto, não houver escolhido essa palavra como teste, você poderá não perder nenhum ponto por isso. O maior problema é que, obviamente, você não sabe quais são as expressões que serão escolhidas enquanto faz a prova. Pode ser que uma expressão para a qual você não conhece a tradução exata não seja uma das escolhidas pelo examinador, e dizer a mesma coisa de outra maneira (com uma frase ou com uma expressão mais longa que exprima o mesmo sentido) pode não implicar penalização. Enfim, não há como saber isso antecipadamente, então a melhor alternativa é, sempre, a tradução o mais fidedigna possível. De toda forma, se não souber, aí não tem jeito, invente alguma coisa, pode ser que seja aceita. Só nunca, nunca, deixe um espaço em branco, pois isso atrai os olhos do examinador, e ele saberá que já tem algo faltando ali. Mesmo que você não tenha nenhuma ideia do que alguma coisa signifique ou de como traduzir, invente palavras, crie sinônimos que não existem, faça qualquer malabarismo linguístico que estiver a seu alcance, só não deixe espaços em branco. Como os examinadores corrigem mais de duzentas provas (números de 2010 e de 2011), pode ser que alguns erros acabem passando despercebidos.
13 Segundo o Guia de Estudos: menos 1,00 pontos por falta de correspondência ao(s) texto(s)-fonte, erros gramaticais, escolhas errôneas de palavras e estilo inadequado; menos 0,50 pontos por erros de pontuação ou de ortografia. Apesar dessa previsão no Guia de Estudos, a banca também tem considerado, nos últimos concursos, que também se subtraem 0,50 pontos por erro de preposição, ao invés de 1,00 pontos.
O resumo do texto em Inglês costuma surpreender alguns candidatos com baixas notas. A atribuição de pontos é feita de acordo com uma avaliação subjetiva que considera várias coisas: quantidade de erros, abrangência de todos os pontos selecionados pelo examinador como os mais importantes do texto etc. Não é necessário incluir exemplos no resumo, que deve, com suas palavras, abranger todos os principais temas discutidos no texto, seus argumentos e sua linha de raciocínio (os temas e os argumentos podem ser apresentados na ordem que você considerar mais interessante, não é necessário seguir a ordem do texto). No resumo, não se emite opinião sobre o texto, e n~o é necessrio dizer “o autor defende”, “segundo o autor” (em Inglês, obviamente). Como se trata do resumo de um texto, é evidente que tudo o que está ali resume as opiniões do autor. Não é necessário fazer uma introdução e uma conclusão, você perderá muito espaço, e não é esse o objetivo do resumo. Seja simples e direto, acho que é a melhor dica.
O comando indica um máximo de 200 palavras, mas eles não contam. Já vi professores dizendo para que os alunos fizessem, obrigatoriamente, entre 198 e 200 palavras, mas, se você buscar os Guias de Estudos anteriores, verá que há resumos que fogem a esse padrão (para baixo ou para cima) e que foram escolhidos como o melhor resumo daquele ano. É claro que você não vai escrever 220 palavras, mas acho que umas 205, mais ou menos, estão de bom tamanho (escrevi um pouco mais de 200, acho que 203, não sei). A professora do cursinho de terceira fase dizia que podíamos fazer até cerca de 210 (desde que a letra não fosse enorme, para não despertar a curiosidade do examinador) que não teria problema. É claro que o foco deve estar nos 200, esse valor superior é apenas para o caso de lhe faltarem algumas palavras, para encerrar o raciocínio.
Em 2011, os 15,00 pontos do resumo foram divididos em duas partes: 12,00 pontos para a síntese dos principais aspectos do texto e 3,00 pontos para linguagem e gramática. O examinador determinou que havia seis tópicos principais do texto que deveriam ser incluídos no resumo e atribuiu até dois pontos para a discussão de cada um desses tópicos. Obviamente, não há como saber quantos serão esses tópicos. O melhor a fazer é tentar tratar de todos os aspectos mais importantes do texto com o mínimo possível de palavras. Se sobrarem 10 ou 15 palavras, não desperdice, faça uma frase a mais, quem sabe isso pode lhe render alguns preciosos décimos a mais.
A redação em Inglês é de 45 a 60 linhas, com valor de 50 pontos. Esses 50 pontos são distribuídos em: planejamento e desenvolvimento (20 pontos), qualidade vocabular (10 pontos) e gramática (20 pontos), com penalização de 1,00 ou de 0,50 pontos por erro, de acordo com o tipo de erro14 (descontados da parte de gramática). Nota zero em gramática implica nota zero na redação (logo, cuidado para não zerar). Há penalização de 1,00 pontos para cada linha que faltar para o mínimo estabelecido.
Normalmente, a redação trata de temas internacionais de fácil articulação. Não há recomendações de número de parágrafos, de número de linhas por parágrafo ou coisa do tipo. As principais coisas a observar são: ter uma tese central, usar argumentos que a sustentem, e, sobretudo, fornecer exemplos. Ao ver espelhos de correção de concursos anteriores no cursinho, fica evidente que muitas notas de planejamento e desenvolvimento são mais baixas devido à ausência ou à insuficiência de exemplos, como indicam os comentários dos examinadores em provas anteriores (a prova de Inglês é a única da terceira fase que vem com comentários e com marcações). Eu diria, portanto, que é necessário prestar atenção na argumentação coerente que comprove a tese, é claro, e no fornecimento de vários exemplos que sustentem a argumentação apresentada. É claro que só listar dezenas de exemplos pode não adiantar nada, mas, se você souber usá-los de maneira coerente, como complemento à argumentação, acho que poderá ser bem recompensado por isso. Ao contrário do que já vi dizerem por aí, não há penalizaç~o por “ideologia” discrepante daquela da banca. Aproveitando a temática da prova de 2001, não interessa se você é contra ou a favor da globalização, o importante é elencar argumentos fortes e sustentá-los com exemplos pertinentes.
14 Segundo o Guia de Estudos, menos 1,00 pontos por erro (exceto para erros de pontuação ou de ortografia, para os quais há subtração de 0,50 pontos). Apesar dessa previsão no Guia de Estudos, a banca também tem considerado, nos últimos concursos, que também se subtrai 0,50 pontos por erro de preposição, ao invés de 1,00 pontos.
Por fim, a parte de qualidade vocabular não se refere só ao uso de construções avançadas de Inglês (inversões, expressões idiomáticas etc.). De nada adianta usar dezenas de construções avançadas, se você tiver muitos erros de gramática. Os 10 pontos de qualidade vocabular levam em consideração tanto o número de construções avançadas que você usou quanto o número de erros de gramática que você teve. Ainda que você use poucas construções avançadas, se não errar nada de gramática (ou se errar muito pouco), sua nota nesse quesito deverá ser bem alta. Dessa forma, acho que o melhor a fazer é preocupar-se, primeiramente, com gramática. Uma pequena lista de expressões idiomáticas passíveis de se empregar, combinada com o uso de construções mais avançadas (como inversões, por exemplo), já pode significar boa nota de qualidade vocabular, se você não perder muitos pontos de gramática. Não vou dizer quais usei, senão todo mundo vai usar as mesmas e ninguém vai ganhar pontos. Usem a criatividade: vejam expressões diferentes, palavras conotativas apropriadas, verbos e palavras mais “elaborados” etc.
Em resumo, acho que o principal da redação é: errar pouco em gramática e fornecer exemplos. Com isso e com bons argumentos, sem fugir ao tema, eu diria que há boas chances de uma nota razoável.
A prova de Geografia é, a meu ver, uma das mais chatas e imprevisíveis. Cada ano, a prova é de um jeito, ora cobra Geografia física, ora cobra teoria da Geografia etc. No geral, acho que a banca não tem muita noção de que está avaliando conhecimentos importantes para o exercício da profissão de diplomata, não de geógrafo. Assim, frequentemente, aparecem algumas questões bem loucas. O bom das questões mais chatas de Geografia é que a banca costuma ser mais generosa na correção. Há alguns anos, uma questão sobre minérios na África, por exemplo, aterrorizou muitos candidatos, mas, na hora da correção, segundo um professor de cursinho, as notas não foram tão baixas. Por isso, não se preocupe tanto com essas questões mais espinhosas que, eventualmente, aparecem na terceira fase de Geografia.
Em 2011, uma das questões (sobre navegação de cabotagem no Brasil, na década 2001-2010) havia sido tema de uma reportagem do programa Globomar duas semanas antes da prova. Para falar a verdade, eu não sabia nem o que era Globomar, se era uma reportagem do Fantástico, um quadro do Faustão ou a nova novela das sete, mas, como um raio pode cair duas vezes no mesmo lugar, não custa nada informar para que você fique atento a algumas dessas questões mais recentes. Não precisa gravar e tomar notas de todo Globomar daqui para frente. Dar uma olhada nos temas desse tipo de programa, de vez em quando, já deve ser mais que suficiente. Vale dizer que o mais importante é, sempre, Geografia do Brasil. Não precisa assistir o National Geographic sobre monções no Sri Lanka, porque não vai cair. De todo modo, assuntos relativos à costa e ao litoral brasileiros são reincidentes no concurso.
Muitos falam sobre a necessidade de usar o “miltonsantês”, como s~o conhecidos os conceitos de Milton Santos, nas respostas de terceira fase. É algo meio batido, mas acho que todo mundo que faz, pelo menos, o cursinho preparatório para a terceira fase deverá ouvir alguma coisa a respeito, então não se preocupe com isso. Se der para usar alguns conceitos em determinadas questões, use sem exageros. Esses termos podem render bons olhos com a banca, mas ninguém tira total só porque escreveu dez conceitos miltonianos na resposta.
Algumas argumentações s~o “coringas” em Política Internacional. Alguns conceitos, como “multilateralismo normativo”, “postura proativa e participativa”, “articulaç~o de consensos”, “reforma da ordem”, “juridicismo”, “pacifismo”, “pragmatismo”, “autonomia pela participaç~o” etc., poderão ser encaixados em quase todas as respostas de terceira fase. Relações Sul-Sul, América do Sul, BRICS, IBAS, África também são temas que poderão ser empregados em diversos contextos (temáticas recorrentes nos últimos concursos). Desse modo, saiba usar esse conhecimento a seu favor. Se há uma questão que pede comentário sobre algum aspecto da política externa brasileira contemporânea, citar esses conceitos já pode ser bom começo.
Não custa nada lembrar que você está fazendo uma prova para o Ministério em que você pretende trabalhar pelo resto da vida. Criticar a atuação recente do MRE não é sinal de maturidade crítica ou coisa do tipo, pode ter certeza de que n~o ser bem visto pela banca corretora. N~o precisa “puxar o saco” do governo atual descaradamente, mas considero uma estratégia, no mínimo, inteligente procurar ressaltar que, apesar de eventuais desafios à inserção internacional do Brasil, o país vem conseguindo alçar importantes conquistas no contexto internacional contemporâneo, como reflexo de sua inserção internacional madura, proativa e propositiva. Na prova de 2011, a prova da importância de saber a posição oficial do MRE com relação a temáticas da política internacional contemporânea ficou evidente em uma questão que pedia que se discutisse a situação na Líbia, apresentando a posição oficial do governo brasileiro e os motivos para a abstenção do Brasil na votação da resolução 1.973 do Conselho de Segurança da ONU. Saber a posição oficial do governo sobre os principais temas da agenda internacional contemporânea é fundamental na terceira fase. Na primeira fase também: em 2011, um item dizia que o MRE usava a participação na MINUSTAH como “moeda de troca” para o assento permanente no Conselho de Segurança da ONU. Por mais que a mídia sensacionalista diga isso e por mais que você, porventura, acredite nisso, não é essa a posição oficial do Ministério, então isso não está correto e ponto. Seja pragmático e tenha, sempre, em mente que você está fazendo uma prova para o governo. Em dúvida, pense: o que o governo brasileiro defende nessa situação? Essa posição vale tanto para a primeira fase quanto para a terceira.
Com relação à prova de Direito, é uma avaliação, a meu ver, bastante tranquila e uma das mais bem formuladas. Não há grandes segredos, e a leitura (acompanhada do fichamento) dos Guias de Estudos antigos é fundamental. Muitos estilos de questões repetem de um ano para o outro, e alguns argumentos gerais sobre o fundamento de juridicidade do Direito Internacional Público, por exemplo, são úteis quase sempre. Ultimamente, a probabilidade de questões sobre Direito interno propriamente dito tem sido reduzida a temáticas que envolvam o Direito Internacional (como a questão sobre a competência para efetuar a denúncia a tratados, cobrada em 2010). Em Direito Internacional Privado, o que já foi cobrado do assunto, em concursos recentes, esteve relacionado à homologação de sentença estrangeira, assunto bastante básico e tranquilo de estudar. Em Direito Internacional Público (DIP), atenção especial à solução de controvérsias (meios pacíficos, meios coercitivos, meios jurídicos e meios bélicos), ao sistema ONU e ao sistema de solução de controvérsias da Organização Mundial do Comércio, além do supracitado fundamento de juridicidade do DIP (“afinal, por que o DIP é Direito?”). Uma dica que vale tanto para as questões de Direito quanto para as de Economia é tomar cuidado com o número de linhas. Como há questões de 60 e de 40 linhas, corre-se o risco de perder muito espaço com argumentos e ilustrações não necessários à questão. Nas provas dessas duas matérias, não acho que seja tão necessário preocupar-se tanto com a introdução e com a conclusão nas questões de 40 linhas (nas de 60, se houver, devem ser bem curtas), pois não há espaço suficiente para isso. Em minhas provas de terceira fase, apenas respondi a essas questões de 40 linhas diretamente.
A prova de Economia mudou muito, se você comparar as provas de 2008-2009 às de 2010-2011, por exemplo. Anteriormente, havia questões enormes de cálculos, equações de Microeconomia etc. Em 2010, a única questão que envolvia cálculo era ridiculamente fácil. Em 2011, para melhorar a situação daqueles que não gostam dos números, não havia um único cálculo nas questões, todas elas analíticas. Além disso, as cobranças anteriores de Economia Brasileira focavam, especialmente, no período da República Velha (isso se repetiu em 2010). Em 2011, até mesmo o balanço de pagamentos atual do Brasil e a economia dos BRIC na atualidade foram objetos de questões. Talvez seja uma tendência da prova de Economia dos próximos anos, de priorizar o raciocínio econômico, em detrimento dos cálculos matemáticos que aterrorizavam muitos no passado. Ainda que eu não tenha problemas com cálculo (e goste bastante, inclusive), devo admitir que me parece muito mais coerente cobrar economia dos países do BRIC do que insistir nos cálculos de preço de equilíbrio, quantidade de equilíbrio, peso-morto etc., se considerarmos que se trata de uma prova que visa a selecionar futuros diplomatas (aí está uma lição que a banca de Geografia precisava aprender).
Ainda que, à primeira vista, esse novo tipo de prova possa parecer mais fácil, pode não ser tão tranquilo quanto parece. Por mais contemporâneas que as questões sejam, acho que os candidatos correm o sério risco de confundir a prova de Economia com uma prova de Política Internacional (por envolver BRIC, por exemplo). Lembre-se, sempre, de que quem corrige as provas de Economia são economistas. Como economistas, eles valorizam o raciocínio econômico, com o uso de conceitos econômicos, e é isso o que deve ficar claro, em minha opinião, em questões como essa. Tenho maior facilidade com esse raciocínio econômico e com os conceitos da disciplina, por haver participado da monitoria de Introdução à Economia da UnB por quatro semestres. A quem não teve essa experiência, para acostumar-se a esse “economês”, nada melhor que bons noticirios de Economia:
- Brasil Econômico: http://www.brasileconomico.com.b
- Financial Times: http://www.ft.com/home/us
- IPEA: http://agencia.ipea.gov.b
- O Globo Economia: http://oglobo.globo.com/economia/
- The Economist: http://www.economist.com/
- Valor Econômico: http://www.valoronline.com.b, entre vários outros.
Obviamente, não precisa ficar lendo todas as notícias postadas em todos esses sites, todos os dias. Já tentei o esquema de ler uma notícia por dia de uns cinco sites de notícias e cansei facilmente. Não acho que seja possível dizer um número ideal de notícias econômicas lidas por semana, mas sei lá, umas duas ou três já são melhor que nada.
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2019.06.23 18:27 rubnesio Top 10 melhores(PIORES) cenas MARCANTES do livro As Crônicas de Arian Vol.1, com CLÍMAX, SEM CENSURA e versão SURTADA, sem nenhum revisor

A review COMPLETA foi postada aqui: Link
Depois de muitos incentivos de amigos e do pessoal do Twitter, li finalmente a obra do Youtuber Marco Abreu, publicada ano passado, 2018, em versão digital. Admito não ter ido com expectativas positivas do que esperar. O autor já demonstra limitações textuais no seu blog pessoal, quanto a posts mal escritos e um vocabulário muito limitado, cheio de vícios de linguagens e erros ortográficos. Mesmo tendo essa noção, fui surpreendido (negativamente) por um produto literário de conteúdo horrível, preguiçoso e de péssima qualidade.
Primeiro, um “pequeno” resumo do livro:
Resumo da história
Sinopse: “Um garoto acordou sem suas memórias perto de uma estrada do Sul. Com ele, apenas uma espada em condições ruins, mas com propriedades anormais. Ajudado por uma família, e depois por membros de uma guild, ele logo constatou que todos que ficavam perto dele acabam sofrendo, e se isolou.
Felizmente, ele nunca estava sozinho, uma fantasma, estava sempre a seu lado. Nos seus momentos mais felizes, e nos mais tristes, ela sempre estava lá para apoiá-lo. E com ela, ele seguiu, em busca de um sentido para sua vida, e respostas para os mistérios que o cercavam.
Um dia, finalmente conseguiu uma forma de obter respostas sobre si mesmo, ao entrar em uma missão, que, teoricamente, era para ser simples. Mas a missão não era o que aparentava. O que começou como uma escolta, virou algo sem precedentes na história do seu mundo.”
Se você leu a sinopse acima, a impressão que fica é: o livro vai contar a história do Arian nessa missão, em busca do seu passado perdido, enfrentando perigos ao longo do caminho, correto? E se eu disser que a história PRINCIPAL só começa depois do capítulo 20, onde ½ do livro são arcos periféricos que não agregam em nada a narrativa? Pois então...Vou tentar ser muito sucinto nessa parte, até para não alongar muito o texto, que já está grande para um caralho.
Começamos o livro com um arco de apresentação. Até aí tudo bem, porque é o que se espera do começo de um livro. Introduzir os seus personagens antes da grande aventura que irão enfrentar. E a sinopse dá entender que iria começar o capítulo introdutório com o passado do protagonista após acordar na beira da estrada. Então...não é bem assim que acontece de fato.
O primeiro arco começa em um bar, a partir da visão do segurança(???) do local, com seus pensamentos descritos pelo narrador do livro (a escrita é em terceira pessoa). Você já começa a torcer o nariz com aquele mundo, graças a inserção de vários conceitos avulsos e perdidos que não condiz muito com a realidade relatada. Aquele universo lembra muito o período medieval/feudos da nossa história antiga/idade média. Porém, o que nos foi apresentado é um mundo em que temos:
· Um sistema militar hierárquico e organizado, onde temos patente e divisão de funções bem definidas.
· A função/emprego de segurança em locais privados como bares(não são militares e sim pessoas normais sem treinamento específico).
· Sistema econômico complexo (conceitos avançados) , com noções de valores e mercado financeiro (só faltou citar a inflação no livro).
Entre diversas coisas, que geram certa estranheza e uma bagunça dentro das próprias regras estipuladas nas descrições. Vamos relevar por enquanto essa confusão de ideias prosseguir com o livro.
Voltando ao resumo, esse primeiro arco é basicamente uma forma de apresentar a GRANDE FORÇA “OCULTA” que o Arian tem no quesito podeforça. E qual a situação que o autor escolhe para demonstrar isso? Uma cena de ESTUPRO 🤦‍♂️(já vou abordar esse assunto mais para frente). Tudo se passa com uma MEIA-ELFA (enfatizo a palavra, porque é a motivação principal do Arian são essas mestiças inter-raciais), junto com o segurança (namorado dela), em que ambos são atacados por militares MALDOSOS e SÁDICOS (adjetivos usados a exaustão para todos os vilões desse primeiro livro). São salvos pelo protagonista aparecendo no momento previsível e oportuno. Depois do resgate, o Arian parte para outra jornada. Acabou o primeiro e nisso, já foram seis capítulos do livro. Enfim, um arco ruim e tosco que só serviu para apresentar três personagens que são de fato úteis: o Arian, o Cavaleiro Negro que o auxilia no resgate e na batalha (falo mais sobre ele depois), e da (nome da fantasma que está na sinopse e esquecida pelo autor por quase todo livro).
Em seguida, temos um segundo arco cheio de clichês até no talo. Um TORNEIO DE COMBATE está acontecendo, com a óbvia participação do Arian, é claro. Para quem vivia reclamando de histórias shounen, são mais dos mesmos, criança como protagonista, e sei lá mais o quê, o próprio Marco utilizar a mesma estrutura de uma competição/torneio como arco seguinte da introdução, semelhante a Dragon Ball, Naruto, Black Clover, entre outros mangás famosos de porrada, é no mínimo esquisito, bizarro, para não dizer contraditório. E somos apresentados a mais três personagens no final do campeonato: Marko, Kadia (ela consegue ler as mentes das pessoas a sua volta) e Dorian que farão parte da party dele.
Já se foi quase 20 capítulos até aqui de 44 presentes no livro vol. 1. Estou perto da metade do livro e quase nada da sinopse foi citada ou trabalhada no enredo? Sim. Exatamente esse sentimento que fiquei conforme lia o livro. É uma enrolação que não chega a lugar nenhum, falando em termos de história que está sendo contada. Foi uma introdução GIGANTESCA e INFLADA para aparentar que o livro é rico em detalhes ou informações (que não é verdade), elevando o número de páginas sem uma boa justificativa para tamanha demora em entrar na trama principal. Parece um trabalho acadêmico e escrito por um universitário preguiçoso, que tinha um número de páginas mínimas para fazer, só que ele não estudou suficiente para isso, e enrolou preenchendo com dados inúteis para alcançar os requisitos exigidos para a entrega e avaliação.
Mas agora parecia que ia entrar na trama da MISSÃO IMPORTANTE dita na sinopse. Mais personagens foram introduzidos e dava a impressão que agora ia para o rumo central, do que supostamente o livro devia contar. Só que não é isso que acontece. A Kadia, personagem que citei anteriormente, decide ler a mente do Arian e temos MAIS TRÊS CAPÍTULOS SOBRE O PASSADO DO PROTAGONISTA. Tipo, já se passaram mais de vinte capítulos e não começou a missão principal ainda??? Sim. É isso mesmo. Mais uma fuga do tema para contar mais alguma história paralela sem função para o enredo principal. (Se fosse no Enem, era zero certeza)
Resulta que temos um terceiro arco sobre o passado do Arian, após ele acordar na beira estrada com a . Prefiro não detalhar esse trecho, porque dos supostos três capítulos que servem para desenvolver o Arian e o que aconteceu com ele, dois desses capítulos são dedicados exclusivamente a descrever cenas de ESTUPRO com muito “entusiasmo”. Nada do que é esperado de um arco que apresenta o background do personagem principal, foi feito aqui. Foram capítulos inúteis que só tinham o propósito de CHOCAR. Até existe uma tentativa elaborar um conflito interno do Arian, só que é jogado fora completamente, porque no presente(em relação ao livro), ele não sofre mais com essa indecisão mostrada nesse trecho. Mais tempo perdido de leitura.
E finalmente, depois de três histórias pouco produtivas, chegamos no quarto arco que é a missão de escoltar a Lara e um objeto poderoso. Já passou metade do livro, e a jornada só começou ali. Tranquilo. Parece que vai engrenar. E vou lendo, e lendo, e mais lendo e nada de interessante acontece. Não é exagero. São vários capítulos deles cavalgando e dialogando entre si, enfrentando uns bandidos fracos, conversando mais um pouco, portais bidimensionais abrem e sugando tudo ao redor(???), personagens se salvam do perigo, conversam mais ainda do que antes...São 8 capítulos dessa forma, onde não temos coisas acontecendo ou eventos que movimentam a trama. É só eles indo por uma estrada até seu destino.
Talvez, até o autor deve ter percebido isso, que o livro estava ficando chato, coisa e tal. Então, ele decidiu deixar as coisas mais EMPOLGANTES. E qual foi a tática que ele usou para movimentar a trama? Colocar mais ESTUPROS. Né...Insinuar estupros com crianças de 6 anos de idade não choca mais como antigamente(sendo irônico aqui).
Temos mais lutas para defender as MEIAS-ELFAS do destino cruel que é a escravidão e os abusos sexuais, mais poder “oculto” do protagonista, mais Cavaleiro Negro (ele surge do nada em diversos momentos do livro) na jogada e termina a batalha sem grandes consequências para ninguém.
Não satisfeito, o autor foge novamente da trama principal e insere uma side-quest, em que o Arian e a Lara vão fazer, com o objetivo de matar os mortos vivos que estão na floresta daquela região próxima. A missão que é mencionada como a PARTE A MAIS IMPORTANTE do enredo que modificaria o mundo, e que iria mudar o Arian para SEMPRE, foi novamente jogada para escanteio e o foco se voltou para uma parada nada a ver.
Nem sei se classifico como quinto arco, ou capítulos de fillers essa missão secundária, porque nada o que ocorre nesses capítulos, tem grande relevância ou repercussão nos personagens ou movimenta trama, dita como a central. É mais um jeito de enrolar e esticar uma história que podia ser contada em poucas páginas. Para acelerar o processo de resumir o livro, o arco é uma missão que começa fácil, complica a situação, aparece Goblins, rola MAIS ESTUPROS (Goblin Slayer manda um abraço), eles lutam com milhares de Goblins, são salvos por uma deusa que não apareceu em nenhum momento anteriormente no livro (Deus Ex Machina fudido), e voltam para o grupo principal para completar a missão. É isso tudo que acontece nessa missão. Temos mais algumas informações (inúteis) sobre o passado do Arian e só.
Percebi que está terminando o livro. Faltam menos de cinco capítulos e pensei: Assim que vai terminar? Vou complementar o meu apanhado dizendo que, desde do capítulo 37 até o 43, só são lutas durante toda a narrativa. Porque mesmo voltando para o grupo principal, a cidade em que estavam todos da party do Arian, sofria uma invasão liderada pelo Cavaleiro Negro. Sim! Aquele mesmo Cavaleiro que salvou o Arian em vários momentos do livro anteriormente. E descobrimos que esse Cavaleiro Negro era o melhor amigo do protagonista na época em que ele estava na Guilda da cidade que se hospedaram.
O que era para ser uma reviravolta de roteiro ou um plot-twist, acaba se tornando uma situação vazia, já que esse suposto amigo do Arian, aparece em duas páginas no máximo do livro e não é estabelecido esse suposto vinculo de confiança entre os dois. Só mais uma situação jogada ali para nada. E novamente, seguindo o padrão de resumo do livro: lutas acontecem, vários personagens aparecem, mais lutas, mais pessoas surgem do nada, mais lutas com descrições confusas, mais gente que aparecem do nada, lobisomens que podem se transformar em URSOS(???), gente voando para trás, se dissipando, humanos normais, (vocês vão entender o que foi isso mais adiante no texto), mais lutas, mitologia grega e nórdica, dragões bidimensionais, portais pandimensionais, deuses aparecendo do nada, mais lutas, pessoas (a party do protagonista) sendo salvas no último minuto por personagens aleatórios, mais Deus Ex Machina ali, mais lutas, mais um pouco de Deus Ex Machina que não foi o bastante...enfim. Foi uma mistureba de eventos, que aquele mundo caracterizado no inicio do livro, nem se parece mais com o que foi descrito no final. Tudo é inserido ali a moda caralho, sem trabalho de construir algo coeso e que seja factível para existência desses elementos naquele universo.
Logo após essa lambança, o último capítulo (44) é dedicado exclusivamente a explicações (que já deviam ter sido feitas nos capítulos anteriores) e informações que eram necessárias (ou não) para dar base a estrutura daquele mundo no livro. Mas imaginem por um segundo, vocês lendo uma monografia cientifica, em que o texto daquele documento, foi feito por completo no dia anterior às pressas pelo autor. Pois é. Nas crônicas do Arian, coisas são simplesmente ditas no final e que devemos aceitar porque o autor está dizendo. Foda-se que não faz sentido, ou que não foi estipulado anteriormente, ocasionando a impressão de “termina de qualquer jeito, porque não é um capítulo de luta”. Foda-se tudo que é importante para construir uma boa história.
E temos finalmente o epílogo, em que o Marco tenta fazer um “joguinho com leitor”, escrevendo sete mini histórias que ocorrem antes dos acontecimentos do livro, sem a menção dos nomes dos personagens principais durante a escrita, para que o LEITOR TENTE adivinhar “A QUEM PERTENCE AQUELE PASSADO”. O resultado é algo idiota porque, você utilizando um pouco lógica e a técnica de exclusão de opções, você já sabe quem é quem nesse epílogo medíocre. É uma tentativa fracassada de tentar terminar o livro de uma forma diferente do comum. Se não consegue nem fazer o básico, não inventa.
Comentários Gerais:Erros de português
Já esperava uma qualidade questionável quanto a escrita do livro, principalmente voltado a parte gramatical e semântico de forma geral, porém fiquei surpreso o que li(Sou horrível em português e ainda sim fiquei chocado). Primeira coisa a ser apontada foi a presença de 3 REVISORES para a publicação. Tem editoras grandes que nem conseguem duas pessoas para revisar os textos publicados em seus livros/mangás/revistas...imagina 3 pessoas para revisar algo. E quanto mais gente melhor, não é mesmo? Errado. Mesmo tendo distintas pessoas revisando a redação literária, incluindo o próprio autor que afirma ter revisado diversas vezes seu próprio texto, o livro ainda apresenta erros ortográficos gritantes. E não são poucos. São MUITOS. Chegando ao absurdo de ter mais de três erros grotescos na mesma frase. Contei 934 erros em 384 páginas, incluindo a parte dos agradecimentos, que também continha deslizes gramaticais. (Cheguei a contar até certo ponto certinho, mas me perdi na contagem, deixando passar outros erros sem adicionar no montante. Aposto que passa de mais de mil erros, sem exageros).
A variedade dos erros vai de frases começarem no plural, mudarem para o singular e voltarem para o plural (vice-versa) incorretamente, conjugação dos verbos nos tempos errados, ausência de acentos nas palavras, o uso excessivo das vírgulas em diversos momentos e da falta delas em outros (passa a noção que o Marco não sabe utilizar as vírgulas):
“...governava aquela área, e habitava, normalmente, um castelo, na maior cidade...”
É um exemplo de vários trechos semelhantes que o livro apresenta.
No entanto, esses não foram os destaques do conjunto de ERROS. Teve uma coisa que chamou mais a minha atenção: as repetições de palavras dentro de um pequeno trecho. Fica a dica para qualquer um, aspirante a escritor, que a diversidade do vocabulário é muito importante em um livro, para deixar a leitura mais natural e “fluída” para o leitor que irá consumir sua produção, tenha a experiência mais agradável possível enquanto ler seu produto. É tão bom ler linhas de um texto em que a narrativa é envolvente não só pela história sendo contada, como as palavras que estão sendo utilizadas para transcrever os cenários imaginados. É muito prazeroso.
Contudo, no livro do Marco, as restrições dos conhecimentos do autor em termos ou sinônimos de várias palavras, deixa a leitura truncada, cansativa e nada convidativa a continuar lendo, porque o leitor fica exausto por ter que parar a leitura e reler diversos trechos do livro, na tentativa de entender o que está acontecendo ali. Nas descrições das lutas, é um show de horrores. Como um autor tem a coragem de escrever uma luta dessa forma:
“Desvia, bloqueia, desvia, bloqueia, desvia, desvia...”.
É um cheat isso??? É um Fatality do Scorpion do Mortal Kombat??? Sei lá o que seja isso. DESCREVA A LUTA CARAMBA!
Ele adora muito a utilização de vários vocábulos. Gosta tanto, que utiliza diversas vezes a mesma palavra, e na mesma frase inclusive: “...fazendo com seu CORPO seja jogado para trás, abrindo diversas feridas em seu CORPO....eram muitos CORPOS caídos ali”. E nem é só a palavra “corpo” que ele repete direto. ”Mudando de assunto”, “Falando nisso”, “sendo jogado para trás”, “dissipou”, “capuz”, “bracelete”, “sádico”, “humanos normais”, “arremessado”, “vários metros para trás”, “força do golpe”, “chances de isso acontecer”(é quase o vídeo dele de chances de nova temporada de um anime qualquer)...tenho uma lista enorme de palavras que se repetem múltiplas vezes em diferentes trechos do livro. Destaque para os “humanos normais”, que parece ser a única métrica comparativa que o autor conhece para estipular um comparativo entre os níveis de poder dos personagens. “Ele é tão forte, que sua força é equivalente à de 5 humanos normais”, “Ela quebrou o escudo do seu adversário, que aguentaria a força de mais de 10 humanos normais.”, ”...aquele guerreiro aparentava ter a força de 8 humanos normais.”, seja lá o que for a força de um HUMANO NORMAL naquele mundo. Além de ser um comparativo vazio, já que a dimensão de forças é baseada em humanos (sendo que eles são humanos do nosso mundo, ou são humanos com outros fatores mágicos? não diz ou fica claro) que não foi detalhada ou descrita no livro, fazendo com que o leitor tenha que completar diversas lacunas deixadas pelo autor, em ambientar de forma mais clara, o que CARALHOS acontece ali. Falando em lacunas...
Personagens
Sou grande fã de desenvolvimento de personagens. Aprecio tanto, que diversas obras audiovisuais que curto, tem esse apelo ou essa característica marcante durante sua exposição dos eventos. E ler esse livro, onde TODOS OS PERSONAGENS SÃO UNIDIMENSIONAIS, me dá uma preguiça inacreditável.
– O protagonista está numa peregrinação em busca de salvar meias-elfas, levando-as para cidade prometida. E tem o passado do protagonista. – Alguém fã dele vai dizer.
Sim, temos o objetivo moral dele de resgatar as meias-elfas e do Arian que está buscando recuperar suas memórias perdidas. Mas e quando ele tem acesso a esses fragmentos importantes sobre sua história, o que acontece? NADA. O personagem não cresce ou se desenvolve de nenhuma forma ao saber dessa informação. Nem impacto ao redor é sentido quando coisas acontecem ou são reveladas. Todos os personagens são apresentados de um jeito e terminam o livro da mesma forma. Não temos arcos de construção, nem mudanças no status quo de alguém. Não temos nenhuma mensagem querendo ser passada durante a leitura, nem construção decente de interesses românticos aqui (coisa supervalorizada pelo autor).
Sabem os animes haréns, em que o protagonista sem graça, consegue atrair diversas gurias (as mais atraentes da região) para serem possíveis namoradas dele no decorrer da temporada? Então...acontece a mesma coisa nesse livro. Personagem apelão, não bonito, misterioso, CAPAZ DE ESPANCAR UMA MULHER QUEBRANDO SUA PERNA E BRAÇO (aconteceu no torneio), tem o seu CHARME para as personagens femininas dessa obra. Parece simplista? Com certeza é. Esqueça das camadas de personalidades que os humanos têm. Quanto mais clichê e simples for o personagem, melhor. Não interessa que o Arian gosta de meias-elfas (loiras, olhos azuis, corpo chamativo), nem dessa busca do próprio passado, ou do trauma que a Kardia tem com a morte da figura paterna dela. Nada ameniza a péssima construção de personagens, principalmente das femininas.
E falando nas personagens femininas do livro...
A banalização do estupro (e da violência geral com as mulheres do livro)
Já comento que não sou purista ou coisa parecida. Não me importo que tenha cenas de estupros ou de violências extremas com personagens femininas nos animes, filmes, novelas, seriados, ou outras formas de entretenimento. Sou critico quando essa situação é usada para BOSTA NENHUMA (SÓ PARA CAUSAR). Antes de começar a descer a lenha NESTA PORRA DESSE LIVRO (eu estava calmo, mas aqui não dá...), vou devolver qualquer replica ou contra-argumentos que possa vir sobre a minha opinião com apenas três perguntas. Essas três perguntas, é um teste básico (famoso) para ver se alguma obra utiliza a ferramenta do ESTUPRO de forma NÃO SEXUAL ou BANALIZADA:
  1. O estupro ocorre do ponto de vista da vítima?
  2. Essa cena de estupro, ela possui proposito de desenvolvimento da personagem em vez da trama ou narrativa?
  3. O abalo emocional da vítima é desenvolvido depois?
Se por acaso, durante a execução desse teste, houve UM NÃO como resposta para qualquer uma das três perguntas, podem ter certeza que a cena em questão, foi escrita só para CHOCAR de FORMA GRATUITA o espectador ou o LEITOR. Então, posso dizer que o livro do Marco Abreu, é uma síntese da MISOGINIA redigida em formato literário. É um NÃO para as três perguntas acima com facilidade, analisando o livro como todo e a representação dessas cenas que são mostradas.
Conforme eu ia lendo, não me chocava com o fato acontecendo em si, e sim da forma que foi descrita toda a violência. Primeiro de tudo, todas as 6 cenas de estupros do livro (sim, em apenas um VOLUME, temos tudo isso da utilização de artificio), ocorrem a partir da visão do Arian, personagem masculino. Já começa totalmente errado. Segundo, os estupros só tem a finalidade de servir como fator motivacional do protagonista para agir contra os agressores. As vitimas são deixadas de lado, para exaltação do feito heroico do nosso protagonista, HOMEM, em salvá-las do perigo. Terceiro, depois que são violentadas, as personagens NÃO APARECEM MAIS NO LIVRO. ELAS SOMEM. NÃO HÁ DESENVOLVIMENTO PARA ELAS E NEM CITAÇÕES POSTERIORES EM OUTROS CAPÍTULOS. Fica na mensagem: “Mais uma donzela é salva. Vamos para a próxima em perigo.”. É muito ruim isso. Quarto ponto, o EXAGERO NAS DESCRIÇÕES quando é uma mulher na cena, em comparação a um homem sendo agredido da mesma forma. Dou até um exemplo. No flashback do Arian, rola estupro da mãe e da filha de uma família que o acolheu quando ele perdeu as memorias. Mas o que aconteceu com o PAI da família? É simples. O vilão desse flashback tem “senso de justiça” e antes de começar a torturar as duas, ele vira para o pai e diz: “Você é muito bonzinho para ver o que vai acontecer daqui para frente”. Facada no coração dele e morre o HOMEM da família. Em um parágrafo, o pai é morto e o vilão, por ALGUM MOTIVO, executou o pai em vez de TORTURA-LO, terminando por aí a violência contra ele. Mas para AS OUTRA DUAS NÃO FOI ASSIM. É nojento, porque foram páginas e páginas de violência contra as duas, com as maiores descrições possíveis (da melhor maneira que o Marco consegue descrever algo), desde de dentes quebrados no soco, facada na perna junto com assinatura do agressor na barriga da vítima com uma espada, fratura no braço, estrangulamento, estupro, morte... É um capitulo inteiro dedicado a isso. Serve para alguma coisa??? PARA NADA. Só serve para chocar ou punheta do leitor (talvez do autor também, não descarto a possibilidade).
E quem dera se fosse só nessas cenas polêmicas. Até nas lutas, o lado “SADISTA” do autor aflora quando tem mulher na parada. “Ele toma uma espadada nas costas e cai morto no chão”, para o caso masculino. Simples e rápido. Agora para o outro gênero: “A espada perfura sua armadura atingindo seus peitos, com o agressor torcendo a bainha, fazendo com que a espada destrua seus órgãos internos, jorrando sangue e agonizando em dor. Ela tenta proteger seu amado enquanto é agredida em seu rosto por socos.” no caso feminino. Detalhado e exagerado. Tenho minhas dúvidas se ele não faz isso de proposito por causa de um rancor amoroso que ele teve no passado.
Também tem a forma que é introduzida todas as personagens femininas no livro. É de ficar batendo cabeça na parede de arrependimentos por ainda continuar lendo isso. “Kadia, com cabelos longos (tara do autor) e pretos, corpo escultural...”, “Lara, loira, olhos azuis, um corpo que chama a atenção dos demais homens enquanto passa.”, “Joanne, mesmo dentro de sua armadura(???), dava para ver sua beleza incomparável a de outras mulheres normais, com um corpo que exalta beleza.”. Já deu para sacar que o primeiro atributo descrito das personagens femininas nesse livro é seu corpo ou beleza. Supostamente, de acordo com o autor, temos personagens femininas fortes no livro. Só que o “forte” para o Marco é no quesito físico, porque NENHUMA DELAS tem características marcantes ou independentes a figura masculina. Nem no teste de Bechdel, as personagens passam. É idiota e superficial. Fica parecendo que estou lendo uma fanfic escrita por um adolescente de 12 anos que nunca interagiu com alguém do sexo oposto.
E puxando o assunto interações...
Diálogos
Aqui fiz um seção especifica para o desastre total que o autor faz pensando que isso seja um dialogo normal entre duas pessoas. Tem muitas conversas nessa história, até demais por sinal. Vai desde de diálogos expositivos onde os dois personagens sabem da informação ou o que está acontecendo, e mesmo assim verbalizam a situação explicando novamente o que houve, para até diálogos dignos de animes ecchi genéricos lançados por aí no Japão. Chega ao absurdo de ficarem três páginas inteiras discutindo sobre qual a raça de cavalo é mais rápida. PARA que quero saber isso?
No entanto, a parada que mais me irritou é a falta de naturalidade na fala de cada personagem. Explico o que eu quero dizer. Quando temos o conhecimento de como os personagens são, como adjetivos, vícios, problemas, comportamento, e outras partes que compõem a persona deles, adquirimos a noção de como o personagem irá falar. Se for tímido, ele vai falar pouco e ocasionalmente na história. Talvez até pausadamente, pensando duas vezes antes de se pronunciar. Se for extrovertido, vão ser linhas e linhas de falas dele, com uma desenvoltura mais solta ao se expressar e verborrágico ao extremo. São exemplos simples e fáceis de entender.
No livro do Marco não se tem isso. Todo mundo fala igual e da mesma maneira. Não há distinção entre um e outro. Se a narração não identificar quem está falando o que, você fica perdido durante a discussão. Apesar da ficha de descrição de cada um dos personagens ser uma linha única, na teoria são todos distintos entre um e outro. Entretanto, quando vão conversar, todos aparentam serem as pessoas mais racionais e calculistas do universo. Pensam demais, teorizam demais, explicam demais:
“Você é muito impaciente Lara. Não se precipite ao atacar”.
Duas linhas depois:
“Devemos atacar a caverna pelo lado direito, discretamente, e aguardar, até os Goblins saírem de perto das prisioneiras, derrubando um por um, assegurando a situação das mulheres – disse LARA”.
A mesma personagem que na teoria é a IMPACIENTE do grupo, arma um plano, calcula probabilidade, é fria/apática ao que está vendo, e tem toda a calma do mundo para explicar um plano para outros personagens sem partir para ignorância de uma vez. As personalidades de todos são iguais, sem distinção alguma. É algo nítido, visto o linguajar extremamente informal e racional que todos assumem na maior parte do tempo.
Em suma, se você já viu vídeos do Marco, vai perceber maneirismos, vícios de expressões e vestígios da personalidade dele nas falas dos personagens do livro. É praticamente o leitor acompanhando um grupo de personagens iguais ao Marco da vida, conversando entre um e outro, sendo os mais prolixos ao falarem, realizando uma missão de escolta para uma cidade qualquer.
Referencias (ou plágios???)
Referencias não é algo ruim. De maneira nenhuma. Muitas excelentes obras, partem de sua ideia inicial de outras histórias já contadas anteriormente. Ter algo para inspirar na sua criação, é bom para sua produção e desenvolvimento.
Não posso dizer que o livro do Arian fez isso de forma “saudável”. Apesar de apresentar algum diferencial em sua estrutura, têm muitos elementos copiados de outros animes ou filmes bem descarados. Desde do passado do Arian, ser extremamente parecido com a do Goblin Slayer, à personagens serem muitos parecidos com obras favoritas do autor, como Akame Ga kill, SAO, Tate no Yuusha,...Tudo é muito familiar, chegando ao ponto de deixar todos os eventos do livro previsíveis. Cheguei a tuitar enquanto lia o livro, chutando o que iria acontecer mais para frente e quase todas as vezes eu acertava o que ocorria, porque tudo era manjado. No momento em que você já assistiu a maioria dos animes citados acima, tudo parece mais do mesmo. A história contada aqui, não tem identidade própria.

Fiz uma seção especial para a personagem, para fazer uma simples pergunta. QUEM É ?
-Ué, mas você não leu o livro?
Li, e é por isso que surgiu a minha dúvida. Ela SUPOSTAMENTE é importante para o protagonista e RELEVANTE para o enredo do livro, conforme citada na sinopse. Então, por que ela não faz NADA durante o livro? Ela serviu para alguma coisa, além de ser um “alivio cômico” em momentos pontuais? Não é atoa que ela é um fantasma, já que ela é invisível até mesmo para o autor que esquece de mencionar ou narrar o que ela está fazendo. Ela só é lembrada quando o Arian está abraçando alguma mulher, e ela faz cara de emburrada (piada de comédia romântica) ou quando o PROTA está ferido gravemente, e ela tem o semblante de preocupação. Só nessas ocasiões que lembram que ela existe e que precisa interagir com a situação. Fica ainda mais crítico depois que começa a batalha dos Goblins. Um quarto do livro ela some, mesmo tendo sido dito que a fica grudada com o Arian 24 horas por dia. Nem citada o que está acontecendo ao redor dela ocorre durante as descrições das lutas. Ela é totalmente descartável nesse primeiro volume. Ela estar ali ou não, faz diferença nenhuma para o enredo. E que nome é esse? É uma tag HTML?
Mais alguns detalhes incomodativos
Vou fazer uma lista para agilizar, até porque já passou de 4 mil palavras e estou tentando colocar tudo nesse texto, o que eu não curti durante a minha experiencia de leitura das Crônicas de Arian.
· A tara do protagonista com Meias-Elfas (alvos primários dos estupros no livro). A justificativa é porque elas não são puras no quesito racial e vivem na margem da sociedade. Porém, só acontece a desgraça com elas. Os MEIOS-ELFOS nem citados são, os coitados.
· Duas páginas escritas para inserir a informação de que bosta de cavalo serve para espantar os Goblins do local, e isso não ser utilizado para nada até final do volume. Foi só encheção de linguiça.
· A alternância de visões dos personagens no foco narrativo entre os capítulos. Não fazia diferença se o capítulo era na visão do Arian ou da Kardia, ou do Dorian, ou da Lara. Tudo levava para o mesmo resultado, sem ter nenhum tipo de aprofundamento enquanto fazia esse tipo abordagem.
· A utilização de palavras pouco usuais da língua portuguesa. Ele ia de uma escrita informal, para formal, depois para cientifica, e seguida voltava para informal. E vários momentos que ele empregava termos mais complexos, de maneira totalmente errada. Se não se garante nem no básico, não arrisca no difícil.
· “Chances baixas de ganharmos.”, “Ele tem chances baixas de vencer”, “As chance são baixas de sobreviver”...era um saco isso a toda hora. Parecia que estava vendo um vídeo do Marco de “Chances de nova temporada para anime tal”.
· As frases filosóficas baratas: “Não tenha medo de errar, repita até ficar melhor, e saiba admitir a derrota.”, “A morte não te ensina nada. Mas se permanecer vivo, pode aprender com seus erros e saber como ganhar da próxima vez”, “Confie em mim, entendo de mulheres, se não se impor um pouco, ela nunca vai te ver como homem. Agora vai lá e joga umas verdades na cara dela, e não aceita um não como resposta”. E são muitas frases. Todas idiotas e nada fica de aprendizagem delas.
· As regras econômicas daquele mundo. Você ganha 100 moedas de bronze por dia trabalhado. Com 10 moedas de bronze não é possível nem comprar um pão, porém com cinquenta moedas, dá para comer bem durante o dia todo(???). Não foi afirmação minha, está descrito no livro. Além de nenhuma noção de economia, o real valor das moedas é um foda-se gigante. Se não tem condições de elaborar um sistema monetário decente, não menciona.
· As insinuações sexuais com crianças. Há cinco momentos no livro que isso acontece e é complicado. De novo, quando aparece isso, você fica refletindo o motivo de continuar lendo o livro.
· O esquema de “pagamentos”. É igual Darker Than Black (quando ativa o poder, tem que fazer algo em troca), só que aqui é pior. A Kadia tem o pagamento de se masturbar(???). O Marko, personagem, tem que transar para fazer o pagamento. A Lara vira uma LOLI (linda, de acordo com livro) como pagamento. Só coisas escrotas e sem função narrativa. Eles não podiam só ficar exaustos quando utilizassem muita mana? Tinha que ter essa mecânica de pagamento?
· O código de barra da missão. Maluco chega numa vila ISOLADA, longe da cidade e me mete essa: “Viemos pela missão 568844EW” WHAT??? QUE BAGULHO É ESSE? É uma chave única de acesso a algum banco de dados? É senha de segurança de cartão de crédito? É a senha automática gerada no caixa eletrônico quando você vai sacar dinheiro? Que negócio ATUAL. Eles estão em um mundo MEDIEVAL, onde não tem comunicação ou troca de informações em tempo real, porém cada missão criada no planeta inteiro, vai ter uma ID única, referente ao local que foi estipulada, e vai valer para todas as cidades, ao mesmo tempo? Como eles validam isso? Que controle eles têm, sendo que não tem um servidor para fazer essa operação? QUE PORRA FOI ESSA?
· Há duas menções, bem rápidas, ao homossexualismo no livro inteiro. A primeira foi durante o primeiro estupro, onde o chefe/vilão do momento se vira e fala para seu capanga: “Você não gosta de homem? Vai se divertir com o segurança desmaiado”. Momento seguinte, o Arian chega e mata todo mundo. Segunda menção foi uma piada que soltaram no quarto arco: “Se fosse um menino de seis anos, aí deveríamos ficar preocupados”. O dialogo se refere a um amigo do Arian, gay, que recebeu a missão de escoltar uma garota de seis anos para a cidade prometida. Basicamente, a imagem de pedófilo/estuprador pode ser associada aos gays por tabela, junto com a mensagem de preconceito sendo passada. NADA machista e preconceituoso. IMAGINA. Só é IMPRESSÃO.
Conclusão
Já dá para notar que não vou recomendar o livro a ninguém. Principalmente, partindo do principio que ele está sendo cobrado para ser adquirido legalmente. Tem no site também, mas a forma comercial está valendo para essa comparação que estou fazendo aqui.
Existem muitos problemas nesse livro, e vários desses poderiam ter sido facilmente resolvidos se tivesse alguém, ou algum editor que confrontasse o autor, demonstrando onde precisa ser melhorado, apontando onde é necessária uma reescrita, tentar novas abordagens na história, etc. Porque parece que o editor é um limitador, censurador, que restringe a criatividade do autor, sendo que na maioria das vezes, ele está tentando ajudar o escritor a organizar melhor suas ideias e sugerindo melhores formas de coloca-las no papel.
A ausência desse tipo de pessoa nessa publicação independente, é muito sentida. O livro é uma bagunça. A ideia central da história está perdida num montante de conceitos jogados ali de qualquer forma, personagens sem desenvolvimentos adequados, repetições de conflitos ou de problemas enfrentados pelo grupo principal (estupros), a falta de preparo e de revisão ortográfica que atrapalha demais a leitura, a falta de originalidade para que transformasse o livro em um diferencial entre os demais, e o principal problema que é a falta de noção dos próprios defeitos que o Marco tem como escritor. Os comentários dele no final do livro deixa nítido a situação. Ele admitir que escreve mal não é o bastante. Durante todo o volume 1, não percebi nenhuma melhora ou tentativa de mudanças. Parece que está falando só dá boca para fora, mas não está fazendo nada para corrigir esse defeito. Só treinar escrevendo, não ajuda em nada. Tem que estudar sobre o assunto, se aprofundar em conceitos de como construir uma boa história, ler outros tipos de livros, memorizar as regras da língua portuguesa (muito importante para ele) e não só ter a noção/consciência dos defeitos, e ainda assim continuar repetindo eles durante a escrita do livro.
Não recomendo ninguém a comprar ou ler o livro As crônicas de Arian volume 1. Nem por diversão vale o tempo.
submitted by rubnesio to u/rubnesio [link] [comments]


2016.10.31 17:01 Y-Ookami Tutorial de como o Reddit funciona [Dicas; Termos; Mecânicas; RES; Formatação de Posts/Comentários; Etc]

Primeiramente, gostaria de agradecer aos usuários rodr93 e walyssonpaiva que me incentivaram a criar este post, e aos Moderadores por apoiarem a ideia e ajudarem com a visibilidade. Se não fossem por essas pessoas eu nem me importaria em escrever tudo isso, então se algo escrito aqui lhe for útil e você se sentir grato, por favor agradeça essas pessoas também. ^-^
O Reddit está ficando mais popular no mundo todo e cada vez mais pessoas pensam em fazer parte desta grande comunidade, porém, porque o Reddit funciona de uma maneira diferente de outras mídias sociais, é comum as pessoas ficarem confusas com o formato do site e perderem o interesse. O objetivo desta Postagem é não só explicar o site para novos usuários, mas também ampliar o conhecimento daqueles que já estão familiarizados com a coisa toda mas não sabem exatamente como usar certas ferramentas, tudo de uma forma bem simples.
Aqui vai o índice. Talvez você não queira ler toooOOOoodo o Post, mas pelo menos veja se há algo que lhe chama a atenção:
Termos Importantes
  • Subreddits (& Defaults)
  • Moderadores ou Mods (& AutoModerator)
  • Admins
  • Reddiquette ou Redditiqueta (& Regras Oficiais do Reddit)
  • Upvotes & Downvotes
  • Reddit Gold
  • all
  • Front Page & Inscrições
Karma
  • Karma de Postagens
  • Karma de Comentários
  • Karma Breakdown
  • Karma Falso
Postagens & Tipos de Postagens
  • Posts de Links
  • Posts em Texto
  • Posts Editados
  • Repostagens ou Reposts
  • X-Posts ou Crossposts
  • Stickied Posts ou Stickys
  • Salvar Postagens
Formatação de Posts/Comentários
  • Quebra de Linha
  • Novo Parágrafo
  • Fonte em Itálico
  • Fonte em Negrito
  • Fonte em Negrito-Itálico
  • Texto Tachado
  • Superscript
  • Links em Texto
  • Menções
  • Citações
  • Cabeçalhos
  • Listas
  • Linhas Horizontais
  • Código Embutido
  • Cancelando Caracteres Especiais
  • "Emojis" Especiais
Reddit Enhancement Suite
  • Prévia de Posts/Comentários
  • Ver Links Sem Entrar Neles
  • Marcar Usuários
  • filteReddit (Filtrar Subreddits)
  • Barra de Subs Customizada
  • Botão "Source"
  • Easter Egg
Miscelânea
  • Acrônimos
  • Permalinks
  • Reportar Postagens
  • Meta
  • Flairs
  • Multis
  • Subreddits Privados
  • Karma Whoring
  • Circlejerk
  • Shitposts
Talvez possa parecer complicado, mas não se intimide! É tudo bem simples e você também não precisa aprender tudo de uma vez. Caso ainda tenha dúvidas depois de ler este tutorial, tanto eu quanto outros usuários poderemos te auxiliar. ^-^

Termos Importantes

Existem várias "palavras-chave" que cercam o Reddit e fazem parte do que o site é e/ou como ele funciona. "Karma" e "Posts" também são termos bastante usados, mas decidi expandi-los de uma maneira melhor em suas próprias seções logo abaixo. Dito isso, vamos lá:
Subreddits ou Subs: O Reddit é formado por várias comunidades de vários tamanhos diferentes, essas comunidades são os Subreddits. Cada Sub trata de um assunto diferente, independente do que ele seja (Jogos, cantores, facebook de indianos, experimentos, etc.), cada Sub também tem suas próprias regras que devem ser seguidas (Alguns mais liberais, outros mais estritos), seu próprio "modo de ser" (Informativos, sérios, zoeiros, casuais, etc.) e são controlados por um grupo de Moderadores. Dentro de um Subreddit você vai encontrar postagens e discussões relacionadas ao tema do Sub em que estão, explicações de como aquela comunidade se comporta e talvez uma pequena wiki com mais detalhes sobre o Sub. Dentro de um Subreddit você também pode organizar a ordem das Postagens pelas mais populares, mais novas ou mais controversas, o que pode te dar vários ângulos do que está acontecendo pela comunidade (Para fazer isso apenas clique nas respectivas abas abaixo do banner principal do Sub). A lenda diz que existe um Sub para quase tudo, mas caso você descubra algo que ainda não tenha seu próprio Sub, você mesmo pode criá-lo! Vale também mencionar os "Defaults", que são os Subreddits com o maior número de inscritos (já falo melhor disso!) e tráfego, e que também são os Subs que aparecem naquela barra de links para Subreddits no topo da página.
Moderadores ou Mods: São os usuários com maior poder dentro de um Sub, que se dispõem ao papel de organizar e cuidar da sua (ou suas, se for mais de uma) comunidade e fazem com que ela não saia dos trilhos. Todo Subreddit tem pelo menos um Moderador, e quanto maior um Sub fica, geralmente mais Mods são necessários para manter a ordem. Mods podem criar e modificar (se necessário) as regras de um Sub; Cuidam do spam e Postagens inapropriadas; Podem mudar o design do Sub; Podem advertir ou banir usuários; Trancar postagens; Etc. É possível entrar em contato com os Moderadores através do Modmail, que geralmente pode ser acessado clicando em um botão dizendo "message the moderators", localizado na sidebar (Nome dado à coluna localizada na direita dos Subs). Moderadores também podem fazer dois tipos de comentários, um normal (Igual a todos usuários) e um "oficial" (Que representam um pensamento compartilhado entre os Mods)... Os comentários oficiais são aqueles onde o nome do moderador é envolvido por uma "etiqueta" verde e tem um "[M]" do lado. Também vale a pena mencionar o AutoModerator, que é um bot configurado pelos Mods para fazer o trabalho deles ficar um pouco mais fácil, automaticamente realizando certas ações como deletar certos tipos de postagens e outras coisas mais simples... Alguns Moderadores também usam o AutoModerator para fazer algumas brincadeiras, mas aí vai de Sub pra Sub.
Admins: São as pessoas que trabalham no Reddit (tanto o site quanto a empresa), e também são uma espécie de "Super Moderadores". Eles monitoram o site, introduzem mecânicas novas quando possível, consertam bugs e fazem anúncios para explicar mudanças que afetam o site como um todo. Admins tem poder absoluto sobre o site e podem atuar diretamente em Subreddits se for realmente necessário, mas eles geralmente mantêm distância e preferem dar uma certa autonomia aos Subs. Se problemas mais sérios aparecem e usuários ou Mods não conseguem resolve-los, os Admins podem ser contatados através do "Contact Us" no rodapé da página para tentar ajeitar as coisas. Assim como Moderadores, Admins também podem fazer comentários "normais" e "oficiais", a diferença é que os comentários oficiais dos Admins tem o seu nome de usuário coberto por uma "etiqueta" vermelha e um "[A]" aparece do lado.
Reddiquette ou Redditiqueta: É basicamente o "Manual de Boas Maneiras" do Reddit criado pelos próprios usuários, contendo informações do que fazer e o que evitar. Aqui está a versão em PT-BR. Você não é obrigado a seguir ela ao pé da letra, mas vários Subs e o próprio Reddit incentivam os usuários a segui-la de alguma forma, já que ela ajuda a criar uma experiencia bem mais interessante, amigável e harmônica não só para o site, mas também para os outros usuários. A Redditiqueta também é, de certa forma, uma extensão das regras oficiais do Reddit que DEVEM ser seguidas em qualquer situação. No final das contas, a mensagem da Redditiqueta é bem simples e clara - Tenha bom senso e não seja uma pessoa desagradável.
Upvotes & Downvotes: Uma das características principais do Reddit é como os usuários podem dizer se acham uma Postagem ou comentário interessante ou não através de um sistema de votação... É aí que os Upvotes/Downvotes entram em cena. Quando você vê uma Postagem ou comentário, você também pode observar duas setas à esquerda do mesmo - Uma apontada para cima (Upvote), outra para baixo (Downvote). Dar um Upvote (isto é, clicar na seta para cima) quer dizer que você acha aquele conteúdo interessante ou de boa qualidade, enquanto que dar um Downvote (clicar na seta para baixo) diz que aquele conteúdo é irrelevante ou de baixa qualidade. Postagens/Comentários com mais Upvotes recebem mais visibilidade, ficando nas Front Pages (já falo disso também!) de um Sub por mais tempo (Para Posts) ou sendo colocados acima de outros comentários (Para comentários). Posts/Comentários com muitos Downvotes recebem menos visibilidade, sendo "enterrados" por outros posts com mais Upvotes (Para Posts) ou ficando bem embaixo de outros comentários com mais Upvotes (Para comentários). Muitas pessoas dão Upvotes e Downvotes baseados no seus gostos pessoais ao invés da qualidade do conteúdo produzido, o que é contra a Redditiqueta e, em geral, um péssimo costume que só diminui a variedade e qualidade das discussões e conteúdo... Então por favor, evite fazer isso. Upvotes/Downvotes também estão relacionados ao "Karma", mas nós falamos disso depois!
Reddit Gold: Caso veja uma Postagem ou comentário que goste bastante, você pode dar um "Reddit Gold" (Ouro do Reddit) para o conteúdo e o usuário que o produziu clicando em "Give Gold" logo abaixo do conteúdo em si. O Reddit Gold é comprado com dinheiro de verdade e, para falar a verdade, não tem muitos usos, sendo apenas uma maneira de poder ajudar o Reddit a pagar seus servidores (e talvez outras coisas do tipo). Apesar de ninguém ser obrigado a compradar Ouro, o Reddit curiosamente tem uma "Meta Diária de Ouro" que pode ser vista no all. Até onde eu sei, um usuário que recebe Ouro pode desativar os anúncios do site, criar o seu próprio Snoo (Nome do mascote/alien do Reddit) customizado e filtrar certas Postagens do all. Vale dizer que os benefícios do Ouro só duram por tempo determinado, dependendo de quanto você comprou ou conseguiu. Postagens ou comentários que recebem Ouro tem uma pequena moeda dourada perto do nome do usuário.
all: É um Subreddit especial, sem moderação, que pode ser facilmente acessado por um link na barra de Subs no topo da página. Por padrão ele mostra as Postagens mais populares de TODOS os Subs existentes naquele exato momento, mas, igual à Subs normais, você também pode classificar as Postagens para ver as mais controversas, mais novas, etc. Se estiver curioso(a), você também pode ver quais são as Postagens do Reddit que receberam mais Upvotes em todos os tempos... Apenas clique em "no topo" e escolha "de todos os tempos" na parte da esquerda (Isso funciona para qualquer Sub, na verdade).
Front Page & Inscrições: Front Page ("Página principal", não literalmente) pode significar duas coisas - Front Page de um Subreddit ou Front Page do Reddit, depende do contexto. A Front Page de um Sub é aquela que aparece quando você entra em um Sub, mostrando as Postagens mais populares. A Front Page do Reddit é aquela que aparece quando você entra em reddit.com ou clica no "FRONT" na barra de Subs no topo da página, mostrando as Postagens mais populares apenas dos Subs em que você está inscrito, além de dizer quais Subs estão em tendência no dia... Ou seja, a Front Page do Reddit é quase que um Subreddit personalizado. Explicando melhor... Quando você entra no Reddit pela primeira vez, ele automaticamente te inscreve nos Defaults (mencionados acima). A partir do momento em que você cria uma conta, também ganha a habilidade de se inscrever ou desinscrever de Subreddits clicando nos botões "Subscribe" ou "Unsubscribe" respectivamente, localizados na sidebar dos Subs. Se você se desinscrever de todos os Subs que o Reddit te inscreve e se inscrever apenas naqueles que te interessam, você pode transformar a Front Page do Reddit no seu próprio Subreddit customizado, formado apenas pela junção do conteúdo que você mais gosta. Para saber exatamente em quais Subreddits você está inscrito, apenas clique em "MY SUBREDDITS" na barra de Subs.

Karma

"Karma" é um sistema de pontuação usado no Reddit. Todo usuário tem a sua pontuação, e ela pode ser vista tanto no perfil de alguém (Seja o Karma dos outros ou o seu) quanto ao lado do envelope no topo da página onde você vê suas mensagens recebidas (Seu Karma). O Karma não serve para nada, sendo apenas usado pelo Reddit como uma forma de incentivar os usuários a criarem conteúdo. Existem dois tipos de Karma - De Postagens e de comentários, mas achei melhor também falar de duas coisas relacionadas:
Karma de Postagens: É o total da sua pontuação por Postagens. Quando uma Postagem criada por você ganha um Upvote, seu Karma de Postagens sobe em um ponto... Downvotes recebidos tem um efeito inverso, diminuindo um ponto do total. Isso vale tanto para Postagens em links ou em texto (Já comento melhor sobre isso!). Vale falar que o Karma de Postagens nunca tem um valor abaixo de zero, independente do número de Downvotes que suas Postagens receberem.
Karma de Comentários: É o total da sua pontuação por comentários. Quando um comentário criado por você ganha um Upvote, seu Karma de comentários sobe em um ponto... Downvotes fazem o contrário, igual ao Karma por Postagens. É importante dizer que, ao contrário da pontuação por Postagens, a pontuação por comentários PODE ter um valor negativo (abaixo de zero) caso você receba muitos Downvotes pelos seus comentários. Usuários com um Karma de comentários muito abaixo de zero geralmente não são vistos sob uma luz positiva (Podem ser considerados trolls, spammers, etc.), e vários Subs tem configurações especiais que automaticamente apagam Postagens e/ou comentários feitos por usuários que estão nessa situação.
Karma Breakdown: É apenas uma ferramenta do Reddit que deixa os usuários verem exatamente a distribuição de Karma ganho (Seja de Postagens ou comentários) entre os vários Subreddits que foram interagidos. Para vê-lo, apenas vá no seu perfil e clique em "show karma breakdown by subreddit", localizado à direita.
Karma Falso: O Reddit usa um algoritmo que ajuda conteúdos novos (Postagens principalmente) a terem mais visibilidade e tomarem o lugar de conteúdos que já ficaram com boa exposição por algum tempo. Um dos efeitos desse algoritmo é seus comentários ou Postagens receberem alguns Upvotes e Downvotes que não mudam a pontuação do seu Karma. Isso não é nada de mais, na verdade... Apenas pode parecer bizarro se você não souber o que está acontecendo. De qualquer forma, você pode usar o Karma Breakdown para ter uma ideia mais exata dos detalhes da sua pontuação.

Postagens & Tipos de Postagens

"Postagens" ou "Posts" são a principal forma de criação e compartilhamento de conteúdo no Reddit... Isto que você está lendo é um Post! Você pode criar uma Postagem através de botões na sidebar de um Subreddit, mas é importante falar que os títulos dos Posts NÃO podem ser editados por ninguém (Nem Mods ou Admins), então tome cuidado. Existem dois tipos principais de Posts - Links ou em texto, mas também vou falar de outras variações e termos associados:
Posts de Links: São Posts que são apenas um link para um conteúdo externo, como vídeos, imagens, notícias ou artigos de outros sites, etc. Posts de Links não podem ser acompanhados por um corpo de texto (Como uma descrição, por exemplo), sendo apenas formados pela URL que o link deve te levar e o título que você dá ao Post.
Posts em Texto: São Posts compostos apenas por um corpo de texto (Além de um título, claro), como este aqui que você está lendo! Tecnicamente, você pode fazer um Post em Texto que contém um link para alguma coisa, mas mesmo assim ele ainda será considerado um Post em Texto, já que é a habilidade de poder digitar um corpo de texto que faz com que esse tipo de Post seja o que ele é.
Posts Editados: Para saber se um Post (comentários também, na verdade) foi editado, veja se um * (Asterisco) aparece em algum lugar à esquerda do nome do usuário que fez o Post (ou à direita, para comentários). Se você colocar a seta do mouse sobre o asterisco, também poderá ver quando exatamente aconteceu aquela edição. A Redditiqueta também pede que, se possível, o usuário faça uma pequena nota de rodapé explicando o que exatamente foi editado (para evitar mal-entendidos) ao se editar algum conteúdo, mas não é uma necessidade.
Repostagens ou Reposts: Quando você posta algo que já foi postado por alguém no passado (Conscientemente ou não), você está fazendo um Repost. Você não está cometendo nenhum crime ao realizar um Repost, mas vários Subs e o próprio Reddit incentivam e preferem a criação e compartilhação de conteúdo original. Para saber se um conteúdo já foi compartilhado antes, você pode tentar usar a Barra de Pesquisa presente na sidebar de todos os Subs... Apesar de que ela não é lá essas coisas...
X-Posts ou Crossposts: Um X-Post é uma Postagem que é compartilhada em outro Sub porque um usuário achou que ela também era relevante para aquela outra comunidade. Explicando melhor... Um usuário originalmente faz um Post no "Sub X", outro usuário vê aquele Post e acredita que ele também seria relevante para o "Sub Y", então ele pode fazer o mesmo Post no "Sub Y" dizendo que é um X-Post originado do "Sub X". Para dizer que seu Post é um X-Post, apenas adicione "[X-post de nome-do-sub]" em algum lugar do título ou corpo do Post.
Stickied Posts ou Stickys: Moderadores tem a habilidade de fazer até dois Posts ficarem "pregados" no topo de todos os outros Posts na Front Page dos Subs (Independente de Upvotes e outras coisas), esses são os Stickys. Eles geralmente são usados para recados ou notas mais importantes, como avisar sobre novos eventos, mudanças de regras, etc. Mas podem ser usados para qualquer coisa, mesmo. Qualquer Post pode virar um Sticky, seja ele feito por um Mod ou um usuário comum. Vale dizer também que Mods também podem fazer Sticky Comments, que são comentários que ficam pregados no topo de outros comentários em uma discussão, e geralmente são feitos para explicar algo sobre o Post em que foram feitos.
Salvar Posts: Se ver um Post (Comentários também) que achou interessante, você tem a opção de poder salvá-lo para usá-lo de alguma forma no futuro. Para fazer isso, apenas clique em "Salvar" logo abaixo do Post (ou comentário) que deseja guardar. Para acessar seus conteúdos salvos, apenas vá ao seu perfil e clique na aba "Saved".

Formatação de Posts/Comentários

O Reddit usa um sistema de formatação de Posts/comentários bem incomum (Pelo menos na minha experiência), e pode ser difícil tanto para usuários novos quanto aqueles mais experientes saber como digitar uma mensagem da forma desejada ou o que exatamente pode ou não pode ser feito. Eu não pretendo explicar todos os "truques" de formatação usados pelo Reddit, mas sim só a maioria deles. Se desejar ver um guia completo, veja o incrivelmente útil Reddit Markdown Primer criado pelo usuário AnteChronos. Se quiser, use os comentários deste Post para experimentar um pouco com a formatação. Certo! Vamos lá então, nem é tão difícil assim:
Quebra de Linha: Para criar uma nova linha, apenas aperte a tecla "Espaço" 2 (duas) vezes e depois aperte a tecla "Enter" ao terminar de escrever o que quer. Isso vai fazer com que você crie uma linha imediatamente abaixo daquela você estava escrevendo... Ficando desse jeito aqui. :)
Novo Parágrafo: Para criar um novo parágrafo, você deve apertar a tecla "Espaço" 2 (Duas) vezes e depois apertar a tecla "Enter" em uma linha que não tenha NADA digitado. Ou seja, primeiro você cria uma linha nova usando a "Quebra de Linha" e depois cria NOVAMENTE uma nova linha usando o MESMO processo. O resultado...
... É esse pequeno espaço acima que divide os parágrafos.
Fonte em Itálico: Para fazer algo ficar em Itálico, apenas coloque um * (Asterisco) imediatamente antes e depois de onde quiser que o efeito aconteça. Por exemplo, se eu digitar *Esta parte está em itálico,* mas esta não! o resultado vai ser...
Esta parte está em itálico, mas esta não!
Fonte em Negrito: Para fazer algo ficar em Negrito, apenas coloque dois * (Asteriscos) imediatamente antes e depois de onde quiser que o efeito aconteça. Por exemplo, se eu digitar **Esta parte está em negrito,** mas esta não! o resultado vai ser...
Esta parte está em negrito, mas esta não!
Fonte em Negrito-Itálico: Para fazer algo ficar em Negrito-Itálico, apenas coloque três * (Asteriscos) imediatamente antes e depois de onde quiser que o efeito aconteça. Por exemplo, se eu digitar ***Esta parte está em negrito-itálico,*** mas esta não! o resultado vai ser...
Esta parte está em negrito-itálico, mas esta não!
Texto Tachado: Para fazer algo ficar Tachado, apenas coloque dois ~ (Tils) imediatamente antes e depois de onde quiser que o efeito aconteça. Por exemplo, se eu digitar ~~Texto tachado~~ e texto limpo! o resultado vai ser...
Texto tachado e texto limpo!
Superscript: Antes de tudo, isso aqui é um Superscript. Para fazer algo "ficar" em Superscript, apenas adicione um ^ (Acento circunflexo) imediatamente antes da palavra que o efeito deve acontecer. Ou seja, ^exemplo vira exemplo . O efeito do Superscript só funciona na palavra em que o ^ está "grudado", então para fazer uma frase inteira ficar com o efeito digite...
^(Frase com Superscript vai aqui!) , que vira Frase com Superscript vai aqui!
Você também pode aumentar o "efeito" do Superscript se colocar mais ^ juntos, mas se quiser fazer uma frase inteira com Superscript intensificado, vai ter que colocar o mesmo número de ^ antes de cada palavra, como visto à seguir...
^^^^^^^^^Frase ^^^^^^^^^bem ^^^^^^^^^pequena! vira Frase bem pequena!
O Superscript intensificado também pode deformar um pouco o corpo do texto, mas não é nada de mais.
Links em Texto: Ao invés de colar uma URL de qualquer jeito, você pode incorporar ela dentro de um texto, como esse exemplo aqui que te leva a Front Page do Reddit. A fórmula para se fazer isso é digitar...
[Texto que vai virar link](URL de um site)
Se quiser a amostra de como eu criei o meu exemplo ali atrás...
[como esse exemplo aqui](https://www.reddit.com/)
Menções: Existe uma maneira bem fácil de se mencionalinkar usuários e Subreddits sem fazer todo aquele negócio de abrir colchetes e parênteses. Para fazer isso, digite nome-do-usuário ou u/nome-do-usuário para mencionar um usuário, e /nome-do-subreddit ou nome-do-subreddit para mencionar Subs. Por exemplo, se você quisesse me mencionar ou mencionar o Sub em que estamos, você apenas digitaria u/Y-Ookami ou brasil. Exatamente do jeito que você esta vendo, mesmo. Vale dizer que quando um usuário é mencionado, ele recebe uma mensagem o avisando da menção.
Citações: Para fazer uma citação de algo que foi dito por alguém, apenas coloque um > ("Maior que") imediatamente no começo de uma NOVA linha que foi criada. Por exemplo, uma nova linha começando com >Citação exemplo! viraria...
Citação exemplo!
Lembre-se de que se a sua citação tiver mais de um parágrafo, você terá que colocar outros > no começo desses outros parágrafos. Você também pode colocar citações dentro de citações... Apenas coloque dois ou mais > nas partes que são assim. Depois de fazer uma citação dentro de uma citação, você terá que criar um novo parágrafo, caso contrário o Reddit pode achar que a nova linha faz parte da citação dentro da citação. Veja o exemplo...
Linha Normal. >Citação principal! >>Citação dentro de citação! >Citação principal! Linha Normal. 
Vira...
Linha Normal.
Citação principal!
Citação dentro de citação!
Citação principal!
Linha Normal.
Uma outra maneira mais simples de se fazer Citações é selecionar um texto com o mouse e então clicar no botão "responder". O Reddit transformará o texto selecionado em uma Citação automaticamente.
Cabeçalhos: Cabeçalhos são essas letras gigantes que eu estou usando para dividir este Post. Para fazer um Cabeçalho, apenas crie uma nova linha e adicione um, dois, três, quatro, cinco ou seis # (Jogo da velha) imediatamente no começo da linha, dependendo do estilo de Cabeçalho que você quer. A fórmula é #Texto do Cabeçalho. Aqui vai a diferença entre os estilos...

1 Jogo da Velha

2 Jogos da Velha

3 Jogos da Velha

4 Jogos da Velha

5 Jogos da Velha
6 Jogos da Velha
Você também pode usar estilo Negrito, Itálico, etc. Nos Cabeçalhos.
Listas: Para criar um Item de uma Lista (tipo aqueles que eu fiz no índice deste Post), apenas crie um novo Parágrafo, adicione um - (Traço) imediatamente no começo dele e aperte a tecla "Espaço" 1 (Uma) vez. A fórmula é - Texto que vai ser listado. Cada item da lista deve ser digitado na sua própria linha, e claro, todo item também deve começar com seu próprio - e um "Espaço". Quando terminar de fazer sua lista, você terá que criar outro parágrafo para voltar a escrever da forma normal, caso contrário o Reddit vai achar que você está querendo criar uma nova linha PARA o item que você está escrevendo. Veja o exemplo...
Linha Normal! - Item 1, Linha 1 - Item 2, Linha 1 Item 2, Linha 2 - Item 3, Linha 1 Linha Normal! 
Vira...
Linha Normal!
  • Item 1, Linha 1
  • Item 2, Linha 1 Item 2, Linha 2
  • Item 3, Linha 1
Linha Normal!
Linha Horizontal: Para criar uma Linha Horizontal igual aquela no começo deste Post, apenas crie uma nova linha, adicione 5 * (Cinco asteriscos) juntos e depois crie uma NOVA linha novamente. Você também pode colocar a Linha Horizontal no seu próprio Parágrafo, o que vai fazer com que o texto escrito não fique tão próximo da Linha Horizontal. Veja o exemplo...
Linha Normal! ***** Linha Normal! 
Vira...
Linha Normal!
Linha Normal!
Código Embutido: São essas caixinhas aqui. Nenhuma regra de formatação se aplica à algo digitado em Código Embutido. Para fazer um Código Embutido, apenas adicione um ` (Acento grave) imediatamente antes e depois do texto que desejar aplicar o efeito. Por exemplo, se eu digitar `Texto em Código Embutido!` , o resultado vai ser...
Texto em Código Embutido!
Se você criar um texto em Código Embutido muito grande, ele vai continuar indo além do limite do tamanho fixo das linhas, e uma barra de rolagem horizontal vai aparecer abaixo do texto para você poder lê-lo. Para criar um "bloco" de Código Embutido, você precisa apertar a tecla "Espaço" 4 (Quatro) vezes no começo de uma nova linha, fazendo o mesmo processo para todas as outras linhas dentro do "bloco". NÃO SE USA os ` (Acentos graves) neste caso e Quebras de Linha funcionam. Veja o exemplo...
[Espaço 4 vezes]Bloco de Código Embutido, Parágrafo 1.[Espaço 2 vezes, Enter] [Espaço 4 vezes] [Espaço 4 vezes]Bloco de Código Embutido, Parágrafo 2.[Espaço 2 vezes, Enter]
Vira...
Bloco de Código Embutido, Parágrafo 1. Bloco de Código Embutido, Parágrafo 2. 
Cancelando Caracteres Especiais: Se quiser dizer para o Reddit que deseja usar um dos caracteres que são usados para formatar texto da maneira comum, apenas adicione um \ (Barra invertida) imediatamente antes do caractere (O \ também está incluso nessa regra). Por exemplo...
O smile ^-^ sem o \ aparece como -^ (O Reddit interpreta o primeiro ^ como Superscript). Digitando \^-^ resulta em ^-^ , que é o normal.
"Emojis" Especiais: Alguns Subs fazem alterações no design que possibilitam a presença de "Emojis" no texto (Você tem que descobrir quais Subs são esses). Para "ativar" essas figurinhas, digite [](/#nome-do-emoji) . O brasil usa os seguintes Emojis (Que devem ser digitados exatamente do jeito que estão):
  • rennan
  • lula
  • aecio
  • dilma
  • cunha
  • moro
  • dollynho
  • bolsonaro
  • eduardojorge
Vamos ver um exemplo. Se eu digitar [](/#dollynho) , vai aparecer... Seu amiguinho! Vale dizer que Emojis funcionam APENAS em comentários. Créditos ao Mod Stannis-Baratheon por me ensinar como ativar os Emojis do Sub! :D

Reddit Enhancement Suite

"Reddit Enhancement Suite" ou "RES" é um complemento que tem o objetivo de melhorar a sua experiência com o Reddit, adicionando opções que podem ser bem úteis. Você NÃO é obrigado a usá-lo, mas na minha modesta opinião vale muito a pena instala-lo. Você pode facilmente baixar e instalar o RES indo neste site aqui e escolhendo a versão para o navegador que você usa. Depois de instalado, venha ao Reddit... Você vai perceber uma "rodinha" do lado do envelope onde você vê suas mensagens. Coloque a seta do mouse em cima dessa "roda" e um pop-up vai aparecer. Clique em "RES Settings Console" e uma janela vai aparecer contendo várias opções para várias coisas. Apenas clique no que você quer ou não quer até se sentir confortável! Algumas coisas úteis que o RES proporciona são:
Prévia de Posts/Comentários: Quando você for digitar um texto, o RES mostra uma outra janela mostrando como o Post vai ficar no final, fazendo você ter certeza se está tudo digitado da maneira que você realmente quer. Isso foi incrivelmente útil para a construção deste Post, na verdade! Vale dizer que tem algumas coisas que a prévia do RES não mostra, como os Emojis (Ou seja, coisas que "naturalmente" não são do Reddit em si).
Ver Links Sem Entrar Neles: Quando você instala o RES, um pequeno botão aparece ao lado de Posts e alguns Links. Se você clicar nesses botões, o Post/Link vai se abrir ali mesmo, mostrando o conteúdo sem ter que carregar uma nova página.
Marcar Usuários: Ao instalar o RES, um pequeno desenho parecendo uma etiquetinha vai aparecer ao lado dos nomes dos usuários. Se você clicar nesse desenho, um pop-up vai aparecer e você poderá criar uma etiqueta contendo um título, que sempre irá aparecer apenas para você quando ver um comentário/Post criado por aquela pessoa. É bem útil caso queira se lembrar de alguém por algum motivo.
filteReddit: O "filteReddit" é uma ferramenta do RES que deixa você filtrar Posts de certos Subreddits no all, o que pode ser bem útil caso existam Posts de certos Subs por lá que te incomodam de alguma forma. A opção do filteReddit está na parte de "Submissions" do Console do RES... Apenas cole o nome do Sub indesejado na parte de "subreddits" e salve.
Barra de Subs Customizada: Ao instalar o RES, o botão "+Shortcut" aparece ao lado do botão "Subscribe" na sidebar de todos Subs. Ao clicar nele, todos os links para os Defaults na barra de Subs desaparecem e um link para o Sub onde você clicou no botão aparece no lugar. Clique nos botões "+Shortcut" dos Subs que você mais gosta e monte sua própria barra! Você também pode mudar a ordem dos Subs apresentados na barra do mesmo jeito que você move um arquivo de computador.
Botão "Source": Embaixo de todo Post/comentário você irá ver um botão chamado "Source". Ele permite que você veja a forma "bruta" do Post/comentário digitado e como ele foi construído. Pode ser bem útil se você quiser descobrir como um usuário criou algo.
Easter Egg: Dizem que se você digitar o Código da Konami em qualquer Sub, algo acontece... E dizem que o resultado pode ser diferente dependendo do Sub... Mas isto é um segredo para todos!!! (ò.ó )

Miscelânea

Resolvi colocar aqui outras coisinhas pequenas que talvez possam te ajudar de alguma forma.
Acrônimos: Vários usuários frequentemente usam acrônimos pelo site como se fossem gírias, então é uma boa ideia entender o que eles significam. Eu vou explicar apenas os mais populares, mas você pode ver uma versão mais completa no FAQ do Reddit:
  • OP - "Original Poster" ou "Postador Original". É a pessoa que criou o Post onde a discussão está acontecendo. Quando um OP comenta no seu próprio Post, seu nome de usuário é envolvido por uma "etiqueta" azul e um "[S]" aparece do lado do nome.
  • PSA - "Public Service Announcement" ou "Anúncio de Utilidade Pública". Um tipo de Post que tem a intenção de compartilhar algo que pode ser útil para todos.
  • AMA - "Ask Me Anything" ou "Pergunte-me Qualquer Coisa". Um tipo de Post (E as vezes comentário) onde um usuário se dispõe a responder perguntas feitas a ele sobre qualquer coisa ou um assunto em particular. Existe um Sub dedicado a AMAs de diversas pessoas e até famosos, o IAmA.
  • NSFW - "Not Safe For Work" ou "Não Seguro Para o Trabalho". Posts geralmente com conteúdo sexual ou algo relacionado.
  • NSFL - "Not Safe For Life" ou "Não Seguro Para a Vida". Posts geralmente com conteúdo mais delicado, chocante, grotesco ou algo do tipo.
  • TIL - "Today I Learned" ou "Hoje Eu Aprendi". Significa que o usuário descobriu algo novo.
  • ELI5 - "Explain Like I'm 5" ou "Explique Como se Eu Tivesse 5 (Anos)". Posts (ou comentários) onde um usuário pede que algo seja explicado de uma maneira bem simplificada.
  • ITT - "In This Thread" ou "Neste Tópico". Usado quando um usuário quer apontar algo que está acontecendo nos comentários de um Post.
  • IMO - "In My Opinion" ou "Na Minha Opinião". Usado quando um usuário quer expressar sua opinião sem parecer "autoritário" ou algo do tipo. Também existe o "IMHO", que significa "Na Minha Humilde/Honesta/Modesta Opinião".
  • IIRC - "If I Recall Correctly" ou "Se Me Lembro Bem". Usado quando um usuário não tem muita certeza sobre detalhes de um certo fato ocorrido.
  • MRW/MFW - "My Reaction/Face When" ou "Minha Reação/Face Quando". Expressão de teor cômico geralmente acompanhada de um Gif ou Imagem que "representa" como o usuário está se sentindo no momento.
  • FTFY - "Fixed That For You" ou "Corrigi Isso Para Você". Expressão geralmente acompanhada de uma citação, com o objetivo de arrumar um erro no Post/comentário de outro usuário. Também pode ser usado de maneira sarcástica como uma brincadeira.
  • AFAIK - "As Far As I Know" ou "Até Onde Eu Sei". Usado para expressar que seu conhecimento sobre um assunto só vai até um certo ponto.
  • TL;DR - "Too Long;Didn't Read" ou "Muito Longo;Nem Li". Expressão que uma pessoa utiliza para dizer que não leu o Post/comentário porque era muito longo. De certa forma, é comum alguns usuários fazerem versões super resumidas de seus Posts/comentários ao final dos mesmos se eles forem muito longos, mas não é uma regra... Eu me pergunto quantas pessoas se sentiram assim ao ver este Post...
  • /s - "/sarcasm" ou "/sarcasmo". Usado ao final de um texto digitado para dizer que o que foi escrito não deve ser levado a sério.
Permalinks: Se quiser, pode criar um link para um comentário específico feito no Reddit. Abaixo de todo comentário existe um botão chamado "Permalink", ao clicar nele você irá para uma página onde aquele comentário está destacado. Apenas copie a URL desta página e use-a como achar melhor.
Reportar Postagens: Se você ver um Post/comentário que viola as regras de um Sub, você pode reportar ele aos Moderadores. Abaixo de todo Post/comentário existe um botão chamado "denunciar", apenas clique nele e depois diga de que forma aquele conteúdo viola as regras do Subreddit em que você está.
Meta: Quando você vê a palavra "Meta" sendo usada em um Subreddit, ela se refere ao próprio Subreddit em si... Isto é, refere-se a um assunto relacionado ao próprio Subreddit ao invés do assunto que o Sub aborda. Isso que "Meta" significa - Referir-se a si mesmo.
Flairs: Flairs podem ser duas coisas - Uma etiqueta que serve para classificar um Post dentro de Sub e dizer sobre o que ele se trata, ou uma etiqueta que aparece ao lado do seu nome de usuário contendo um texto pré-digitado ou personalizado, que aparecerá para todos toda vez que você Postacomentar naquele Sub específico. Para colocar uma Flair em um Post, veja se o botão "Flair" aparece logo abaixo do Post após sua criação... Clique nele e escolha a opção que mais se encaixa com o sua Postagem. Para colocar uma Flair do lado do seu nome de usuário, veja se existe um botão para isso em algum local da sidebar. Nem todos Subs usam Flairs, ou podem apenas utilizar um dos dois tipos.
Multis: São compilações de Subredits sobre um determinado assunto. Quando você estiver na Front Page do Reddit ou no all, clique na coluna fininha da esquerda e clique em "explore multis"... Você irá parar em um lugar cheio de Multis de diversos temas e poderá explorá-los melhor.
Subreddits Privados: São Subreddits que só podem ser visualizados se você enviar uma mensagem para os Moderadores e eles te aceitarem, mostrando apenas uma imagem de uma chave junto de uma mensagem caso você não seja um membro. O motivo que faz um Subreddit ficar privado muda de Sub Privado para Sub Privado.
Karma Whoring: Apesar do Karma não servir para nada, algumas pessoas o levam a sério e fazem de tudo para ganhar o máximo de Upvotes possível, geralmente focando na criação de vários Posts de baixa qualidade que apelam para as opiniões e gostos mais populares. Essas pessoas são referidas pejorativamente como "Karma Whores" (Prostitutas de Karma).
Circlejerk: É um termo pejorativo usado para quando um grupo de pessoas preservam opiniões sobre um determinado assunto por motivos bastante rasos, enaltecem as opiniões uns dos outros e não suportam ver alguém discordando deles, geralmente ignorando de alguma forma os argumentos recebidos. Muitas pessoas veem usuários compartilhando uma opinião e automaticamente já assumem que é um Circlejerk como uma forma de diminuir aquela opinião, mas se o usuário tem motivos realistas para segurar uma determinada opinião e está disposto a discutir sobre ela de forma sensata, então não é um Circlejerk. Também existem Subreddits "dedicados" ao Circlejerk de um certo tema, mas eles geralmente agem como uma paródia do Subreddit que discute o mesmo tema da maneira "normal", sendo apenas uma grande brincadeira... Porém, também existem Subs de Circlejerk que "se perdem" e acabam realmente virando um lugar que não atura opiniões contrárias e são um misto de paródia e hostilidade.
Shitposts: Palavra usada para descrever Posts de baixa qualidade. O termo "Shitpost" (Post de Merda) na verdade está mais relacionado com Posts que agem como "pegadinhas", contendo um título bastante chamativo mas com uma imagem, vídeo ou texto que fala de algo completamente diferente, apenas fazendo uma piada ou brincadeira. Muitos Subs não toleram essas "pegadinhas" e Posts do tipo podem ser facilmente deletados, mas às vezes eles "escapam". Subs de Circlejerk são formados principalmente por Shitposts.

Coloquei outras informações nos comentários.

... E só... Caso eu tenha explicado algo de uma forma errada, por favor me corrija. Eu realmente espero que este Post seja útil de alguma forma. Depois de ler isto aqui você provavelmente já poderá experimentar o Reddit de uma forma bem melhor, então não tenha medo e explore o oceano de conteúdo que este site tem para oferecer! :D
Ah! Feliz Dia das Bruxas!
~ Y-Ookami. ^(^o^)^
submitted by Y-Ookami to brasil [link] [comments]


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